Ala de Rei

a opinião e a crítica sobre a legalidade e a justiça no xadrez e no desporto em geral.

Subscritores do Manifesto pela Ética Desportiva

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Destacam-se entre os subscritores desta Manifesto os seguintes dirigentes desportivos e autarcas ligados ao desporto:

Amadeu Portilha, Vereador do Desporto da Câm. Municipal Guimarães; Fernando Correia Monteiro, Presidente da Ass. Basquetebol Braga; João Salgado, Presidente da Federação Nacional de Karaté; José Joaquim Pita Guerreiro, Governador Civil de Viana do Castelo; José Luís Moreira Ferreira, Presidente da Federação de Triatlo de Portugal; Luís André Silva e Couto, Presidente da Fed. Académica do Desporto Universitário; Rui Pereira, Vereador do Desporto da Câmara Municipal de Esposende; Vicente Araújo, Presidente da Federação Portuguesa de Voleibol; Comandante Vicente de Moura, Presidente do Comité Olímpico de Portugal

Para o xadrez, os interessados podem consultar com muito proveito o Código de Ética da FIDE (FIDE Code of Ethics.

Manifesto JOGO LIMPO – pelo combate ao doping na defesa da ética desportiva

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A Associação de Ciclismo do Minho (ACM) lançou hoje o manifesto jogo limpo, para promover o combate ao doping, com o apoio da Federação Portuguesa de Ciclismo, em Santarém.

«Sentimos que é uma necessidade muito urgente de explicar ao país que há gente muito séria no ciclismo português e essa gente séria não merece, nem pode, continuar a ser prejudicada por aqueles que violando, flagrantemente, a ética desportiva têm posto em causa o seu trabalho», frisou o presidente da ACM, José Luís Ribeiro.

Apelando à subscrição do “manifesto” de «apenas quem se reveja nele e na defesa da ética desportiva no seu quotidiano», o dirigente associativo realçando que «deploravelmente, o jogo sujo tem ferido a essência do desporto, originando uma imensa descrença que mina flagrantemente a continuidade do sistema desportivo e pondo em perigo a saúde pública».

Xadrez conhecido ou xadrez respeitado [*]?

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Mais importante que ser reconhecido e ter notoriedade é ter notabilidade, ser O Jornal de Economiacredível e respeitável. Ou seja, mais do que terem muita informação sobre nós, é importante que tenham uma boa opinião sobre nós.

 

Carla Guedes, directora-geral da Reputation [© Jornal de Economia]Actualmente quando se pergunta a uma criança o que quer ser quando for grande, obtemos, geralmente, a resposta “quero ser famoso(a)!”. Com efeito, para quê estudar e trabalhar se quem tem mais sucesso é simplesmente quem é mais famoso(a). Este é um efeito secundário de termos uma comunicação livre, independente e auto-determinada numa era pautada pela imagem. Os media são sobretudo os meios pelos quais nos podemos tornar publicamente conhecidos e reconhecidos, alcançar notoriedade, ser famosos ou, mais do que isso, ser notáveis e ter uma boa reputação.

 

Na minha profissão habituei-me desde muito cedo à distinção clássica entre informação e opinião, entre o que é ser notório e conhecido e o que é ser notável/credível e ter boa reputação.

 

Os media vão sofrendo mutações profundas, como acontece hoje, com a perda de influência dos meios de comunicação de massa e a valorização da Internet; mas a distinção entre a informação e a opinião, entre ser conhecido e ser tido em boa conta, permanece.

 

Acredito que mais importante que ser reconhecido publicamente e ter notoriedade é ter notabilidade, ser notável por algum motivo, ser credível e respeitável. Ter uma boa reputação! Ou seja, mais do que terem muita informação sobre nós (o que, sem dúvida, ajuda a sermos famosos/conhecidos) é importante que tenham uma boa opinião sobre nós… Não compensa ser famoso a qualquer custo, mas compensa ter sempre uma boa reputação. Recordemos a boa reputação que tinham os responsáveis pela gestão financeira que nos levou à crise que atravessamos, antes de a comunicação social nos dar a conhecer a verdade dos factos. “Que falta de ética!”, podemos agora exclamar. No entanto, não devemos esquecer que todos nós participámos de alguma forma – com o nosso estilo de vida, os nossos hábitos de consumo, expectativas e valores sociais – no que conduziu ao aumento progressivo da especulação financeira.

 

Certamente já todos ouviram uma figura pública afirmar «não me importa o que dizem de mim, interessa é que falem de mim…!». Claramente para estas pessoas não importa se têm ou não boa reputação, mas sim se têm visibilidade, se são conhecidos, enfim… famosos!

 

Mas podemos ter uma boa reputação sem ética? Para que quem nos avalia tenha uma boa opinião sobre nós, tem de partilhar connosco os mesmos padrões éticos. Tal como na comunicação, tem de haver um código em comum. No entanto, adoptar um determinado código ético é apenas o princípio. Para ter uma boa reputação é necessário agir em conformidade com esse código e saber comunicá-lo, para que todos tenham efectivo conhecimento de que não apenas defendemos determinados valores éticos, mas também os aplicamos na nossa conduta, pessoal e profissional.

 

Vivemos um défice de confiança. As instituições não confiam umas nas outras, o cidadão não confia nas instituições e a credibilidade está comprometida, com consequências preocupantes. É urgente que se adopte um novo modelo de valores, mas também é necessária muita coragem.

 

Esperemos que a ética esteja – efectivamente – de volta à nossa sociedade em todos os seus domínios. Porque se é certo que todos temos direitos, também é certo que todos temos deveres: cidadãos, empresários, políticos!

 

Carla Guedes, directora-geral da Reputation.

 

Lido em Jornal de Economia.

 

Alguém foi capaz de ler este texto e não pensar, um único momento, na sua associação ao xadrez?

 

Pois é, se retirarem a palavra empresa e colocarem a palavra associações (e Federação) então a situação é diferente.

 

Os dirigentes passam, as instituições ficam, é verdade, mas uma “má imagem” leva muito tempo a recuperar. Mas, certos dirigentes querem ser (re)conhecidos pelos piores motivos. O pior é que as instituições ficam com a sua má fama.

[*] O título inserido neste post não corresponde ao título publicado no jornal. O título original é Queremos empresas conhecidas ou empresas respeitadas?

Xadrezista e pirata. Um episódio no xadrez jovem dos EU América

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Xadrezista ou pirata? Ou as duas coisas? Eu sei que há de tudo no xadrez, fora de Portugal. E, se a moda pega no nosso país?…

Piratas informáticos conseguiram entrar na conta de correio electrónico da candidata republicana a vice-presidente dos EUA, a senadora pelo Alaska, Sarah Palin e publicaram na internet mensagens e fotos privadas suas. (Dos jornais).

De acordo com as investigações, todas as evidências apontam para David C Kernell, filho do senador democrata do estado do Tennessee, Mike Kernell, um jovem xadrezista norte-americano de 1913 Elo USCF e que venceu o Campeonato Aberto de Xadrez Escolar do Tennessee em 2004. 

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