A Federação Portuguesa de Xadrez organiza um Encontro Nacional [que] tem como destinatários os clubes filiados, as associações (distritais, Açores) e é aberto, entre outros, aos órgãos sociais, seleccionador nacional e à comissão de qualificação ELO, podendo a organização convidar ainda outras entidades.
Era o convite para um Encontro Nacional de Reflexão e Debate. Como se depreende do texto, não era destinado aos sócios da FPX mas apenas a alguns deles – as associações e os clubes – desde que, previamente efectuassem a respectiva inscrição.
Segundo o Documento elaborado em 9/6/2010 da FPX,
O Tema Central dos trabalhos será o Regulamento de Competições da FPX.
Outros temas – Os Estatutos da FPX; O novo Regime Jurídico das Federações Desportivas; Os Órgãos Sociais da FPX – Constituição e Competências; Os Regulamentos da FPX; a época de 2010/2011
Não obstante o Encontro se ter realizado há cinco dias, nada se sabe do que aconteceu na reunião, porquanto, o silêncio da página oficial da FPX continua a ser a política de comunicação da Federação Portuguesa de Xadrez.
O que se sabe é o que aparece escrito numa dúzia de linhas num artigo não assinado no suplemento de anúncios do Diário de Notícias de 30/6 e o que o xadrez64 se permite publicar, enquanto se assume cada vez mais como jornal oficioso da FPX.
A comunidade xadrezista nacional não é digna nem merecedora de um comunicadozinho no sítio oficial da FPX?
O curioso é que o DN afirme que
O tema do “Xadrez nas Escolas”, um dos subprogramas prioritários da actual Direcção da FPX, foi debatido no Encontro Nacional de Xadrez, um inovador espaço de reflexão e debate aberto sobre diversos aspectos regulamentares e funcionais da modalidade, que decorreu no passado dia 26 em Leiria e onde participaram representantes federativos das associações regionais e dos clubes.
quando o tema “Xadrez nas Escolas” não constava do «Documento elaborado em 9/6/2010» disponibilizado pela FPX nem consta da «informação sobre o evento» que o xadrez64 divulgou.
O DN inventou uma reunião ou foi disponibilizada contra-informação ao misterioso redactor do artigo do DN?
De acordo com xadrez64, ficámos a saber que apenas cerca 25% (4 em 15!!) das associações estavam presentes e nem 10% (!) dos clubes compareceram. Terá sido uma espécie de Estados Gerais dos órgãos sociais federativos alargados.
A comunidade xadrezista estará mesmo interessada no estado actual do xadrez nacional federativo?
Ao nível associativo, estamos na mesma ou pior do que estávamos há 40 anos! O «amor pelo xadrez» de que falava o mestre Cordovil, há muito que desapareceu como naquela história da moeda da Lei de Gresham. Lembram-se?
Ah é verdade, recebi há alguns dias a notícia de que o SIR Elvas, que beneficiou da influência do Presidente António Bravo há 3 anos, para não descer da 1ª Divisão, desistiu agora de partcipar no Nacional da 1ª Divisão deste ano. O ano passado foi o GC Odivelas!
Mais um clube que desaparece ou desiste de competir devido ao Quadro de Competições nacional em vigor.
É curioso que quem aprovou esta aberração não venha agora dar a cara e reconhecer que que não tinha razão prejudicando a competição e os clubes e se remeta ao silêncio.
[Quem quiser saber mais pode ler a Acta da Assembleia Geral da FPX de 25 de Novembro de 2010].
A Federação Portuguesa de Xadrez organiza um Encontro Nacional [que] tem como destinatários os 
levou-me a presentar na Procuradoria da República documento comprovativo em como as alterações aos estatutos da FPX não se estão a processar de forma legal sendo consideradas ilegais.
Há trinta anos que andamos a fingir que pode haver direito e pluralismo onde quem fala corre o risco de ser castigado e onde para fazer negócios é preciso pôr dinheiro em envelopes.
Tudo aquilo que venho denunciando no blogue Ala de Rei está-se a concrectizar. O abraço da cobra, como lhe chamei em
Foi apresentado um recurso junto do Presidente do Conselho de Justiça, J. Paulino Careto, de que foi dado conhecimento ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral e Presidente da Comissão Eleitoral das Eleições para Delegados à Assembleia Geral da FPX, Fernando Castro – Ler o artigo
Como se não bastasse a existência de um recurso pendente no
Senhor Procurador da República Adjunto
A legislação portuguesa determinou, em Dezembro de 2008, um prazo para todas as federações desportivas nacionais modificarem os seus Estatutos, prazo que terminou no passado dia 26 de Julho de 2009. Os actuais corpos sociais da Federação Portuguesa de Vela tardiamente, no dia 25 de Julho, realizaram uma Assembleia Geral, não tendo a proposta de alteração de estatutos apresentada pela Direcção merecido aprovação. (Ver o meu “post” de 28 de Julho de 2009). Em consequência, a Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto ordenou ao IDP a realização de um inquérito à Federação Portuguesa de Vela (Ver o meu “post” de 14 de Agosto).
encontra-se escorado de forma que não levanta dúvidas: simplificando, o Estado, mediante o estatuto de utilidade pública desportiva, delega o exercício de poderes públicos nas federações desportivas.
O Público publicou ontem, mais um texto cáustico do Prof. José Manuel Meirim sobre a forma como o Secretário de Estado da Juventude e do Desporto está a “gerir” a adaptação dos estatutos das diversas federações ao novo regime jurídico das federações desportivas.
Pela singularidade da situação, apresento um excelente exemplo do que se passa no dirigismo federativo do nosso país. O exemplo apresentado é Federação Portuguesa de Natação. Para que conste.
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A Direcção da Federação Portuguesa de Futebol enviou a todos os sócios uma proposta de estatutos alterada de acordo com recentes indicações da UEFA e uma proposta de regulamento eleitoral que estipulará a forma como será eleita a nova Assembleia Geral.
Convocatória
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