Posts Tagged ‘AX Lisboa’

Nacional da I Divisão por Equipas termina Domingo

Sexta-feira, Agosto 7th, 2009

O Nacional pode ser seguido no sítio oficial, em chess-results, scn e xadrez64.

Ao contrário da AX Lisboa que não dedica qualquer importância ao Nacional por Equipas, com excepção de uma breve notícia em 1/8, na qual informava o seu início, a AX Porto, dedica um espaço agradável no qual descreve jornada a jornada a actuação das diversas equipas em prova.

As duas cidades portuguesas, nas quais se encontram os dois mais antigos clubes de Portugal – GX Porto e GX Alekhine –  não poderiam ser mais antagónicas no destaque que atribuem à prova.

«O futebolista do Marechal Gomes da Costa», por José Manuel Meirim

Segunda-feira, Junho 29th, 2009

Escusado será chamar a atenção para as crónicas do Prof. Dr. José Manuel Meirim, docente universitário de Direito do Desporto. Mais do que oportunas são importantes, por isso, sempre que as considero imprescindíveis não hesito em dá-las a conhecer integralmente. 

1. Na última crónica demos conta de quanto o secretário de Estado da Juventude e do Desporto preza a saúde no desporto. Nada melhor, pois, do que o acompanhar nessa “cruzada”.

2. No dia 23 de Novembro de 2002, no “Estádio do Perafita”, em Matosinhos, decorreu um jogo de futebol entre o “Marechal Gomes da Costa” e o “Frazão”. Vasco participou no jogo e, enquanto corria em direcção à zona onde se encontrava a bola, apoiou mal o seu pé esquerdo, com torção do joelho, caindo, de imediato, ao solo: ruptura completa do ligamento cruzado anterior esquerdo.

Hospitais, intervenção cirúrgica, fisioterapia, despesas e mais despesas. Após o acidente, Vasco deixou de prestar os serviços relacionados com a sua habilitação – educação física – no âmbito do ténis, da natação e da ginástica. E, como consequência da lesão sofrida, Vasco ficou a padecer de um grau de incapacidade permanente de 10 por cento.

3. Vasco encontrava-se abrangido pelo seguro desportivo obrigatório, celebrado, com uma seguradora, pela Federação Portuguesa de Futebol. Só que a seguradora entendeu que a situação não se encontrava abrangida pelo seguro: o seguro não cobria as incapacidades permanentes até 10 por cento.

Vasco, naturalmente, não se deu por vencido e recorreu aos tribunais.

4. Abreviando a história, recente acórdão do Supremo Tribunal de Justiça veio confirmar a condenação da Federação Portuguesa de Futebol, a título de perda de rendimentos, em quantia que tem como limite? 14.963,94 (actualizável). Que razões terão ditado esta decisão?

Referindo as normas do diploma, então em vigor, relativo ao seguro desportivo obrigatório, o Supremo Tribunal de Justiça tornou bem claro que não é suficiente para cumprir as obrigações legais, que nele se inscrevem para as federações desportivas, celebrar um qualquer seguro desportivo.

O seguro desportivo a subscrever deve respeitar as previsões legais, tanto ao nível do âmbito da cobertura, como dos montantes mínimos objecto de cobertura. Não foi isso que sucedeu no caso.

Daí que, jogando mão de preceito do mesmo diploma, a Federação Portuguesa de Futebol deva responder nos mesmos termos em que responderia a empresa seguradora caso houvesse seguro desportivo (válido).

5. Na sua resposta, a Federação Portuguesa de Futebol afirma que a cláusula de exclusão de indemnização de incapacidade igual ou inferior a 10 por cento é uma prática comum em Portugal.

Deve, pois, o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, baluarte do “desporto saudável”, ordenar uma leitura atenta de todos os contratos de seguro desportivo celebrados pelas federações desportivas, num pequeno esforço de fiscalização pública.

E já que falamos em fiscalização pública, será que esse membro do Governo ou o Instituto do Desporto de Portugal nos podem informar sobre o estado do processo de inquérito que corre (?) à actuação da Federação Portuguesa de Futebol, tendo por objecto o denominado “Caso Nuno Assis” (2006)? Estamos todos esquecidos? Foi arquivado? Está sobre uma cadeira? Está “debaixo de olho”? “Tira-me isso de cima da secretária!”?

6. Parabéns ao Vasco e à família pela sua tenacidade.

José Manuel Meirim, no Público, de 28.Junho.2009

História de um Requerimento, a sua resposta e contra-resposta e uma Queixa para a Comissão, com cópia para o IDP

Sexta-feira, Março 13th, 2009

Aqui vai a documentação completa (até ao presente) sobre o pedido de documentação solicitado em Requerimento à Federação Portuguesa de Xadrez ao cuidado do seu presidente António Bravo.

 

 

I.CARTA PARA A FPX A ENVIAR REQUERIMENTO

 

De:     Francisco Vieira <favieira@gmail.com>

Para:  FP Xadrez <fpx@fpx.pt>

CC::   António Bravo <…>

Data: 20 Fevereiro 2009

 

Ass:    Requerimento de documentos à FPX

 

 

Senhor Presidente da FPX,

 

Venho por este meio requerer cópia de documentos administrativos em poder da FPX, o que faço nos documento que apresento em anexo.

 

Requeiro nos termos e para os efeitos do artº 268º, nº 2, da Constituição da República Portuguesa, do artº 65º, nº 1, do Código de Procedimento Administrativo e do artº 5º, da Lei de Aceso e Reutilização dos Documentos Administrativos,

 

De facto, nos termos do artigo 5º, da Lei de Acesso aos Documentos Administrativos,

 

«Todos, sem necessidade de enunciar qualquer interesse, tem direito de acesso aos documentos administrativos, o qual compreende os direitos de consulta, de reproducao e de informacao sobre a sua existencia e conteudo».

 

Cumpre-me salientar, que os documentos são requeridos aos seguintes órgãos sociais da FPX: 

 

a) ao Presidente;  

b) ao Presidente do Conselho Disciplinar; e,

c) ao Presidente do Conselho Jurisdicional.

 

Senhor Presidente da FPX, este requerimento é remetido apenas para o correio electrónico fpx@fpx.pt, porque é o único oficial que conheço. Assim, será  desnecessário solicitar-lhe que faça chegar aos Presidentes do Conselho Disciplinar e Jurisdicional cópias desta carta electrónica, bem como o requerimento anexo.

 

Saliento, conforme faço constar do requerimento que apresento em anexo, que dispenso a cópia dos documentos administrativos soliciatdos, desde que os mesmos sejam disponibilizados na página electrónica da FPX.

 

Será dado conhecimento imediato à comunidade xadrezista da apresentação do requerimento à FPX e nos termos em que é apresentado, mas, o seu conteúdo apenas será disponibilidade a partir de 2ª feira,

 

Com os meus cumprimentos,

 

Anexo: Exposição à FPX Doc Admin (em pdf)

 

 

II. CARTA A REENVIAR REQURIMENTO CORRIGIDO

 

 

 

De:     Francisco Vieira <favieira@gmail.com>

Para:  FP Xadrez <fpx@fpx.pt>

CC::   António Bravo <…>

Data: 21 Fevereiro 2009

 

Ass:    Reenvio do Requerimento corrigido à FPX

 

 

Senhor Presidente da FPX,

 

Venho por este meio reenviar-lhe o requerimento a solicitar cópia de documentos administrativos em poder da FPX. Ao contrário do que suponha, ontem, enviei-lhe a versão final não corrigida pelo corrector de texto automático. Assim, segue hoje a versão final corrigida.

 

(…) [Indica-se as alterações]

 

Sem outro assunto de momento, apresento os meus cumprimentos.

 

Francisco Vieira

 

 

III. CARTA RESPOSTA DA FPX AO REQUERIMENTO

 

 

 

De::    Federação Portuguesa de Xadrez <fpx@fpx.pt>

Para:: Francisco Vieira <favieira@gmail.com>

Data: 27 Fevereiro 2009

 

Ass:    RE: Reenvio do Requerimento corrigido à FPX

 

Exmo. Senhor

Francisco Artur Vieira

 

Recebemos o seu requerimento de 20 de Fevereiro (com correcção enviada a 21 de Fevereiro de 2009) solicitando diversos documentos (alíneas 12 a 22), ao abrigo da Lei de Acesso e Reutilização dos Documentos Administrativos.

 

          Não oferecendo à Direcção da Federação dúvidas em facultar cópias dos contratos celebrados entre o Instituto de Desporto de Portugal (IDP) e a Federação Portuguesa de Xadrez, fica notificado nesta data da possibilidade de os levantar, a partir de segunda-feira, dia 2 de Março no horário de expediente (9h30 às 18h30). As fotocópias têm um custo de processamento unitário de 0,05€.

 

Embora consideremos abusivo o número de documentos solicitados a ser entregue no prazo de dez dias, atendendo ao facto de esta Federação dispor apenas de dois funcionários e de os dirigentes exercerem a sua actividade de forma benévola, dando a prioridade do seu tempo disponível ao cumprimento das obrigações para com a tutela, por um lado, e com a organização da competição desportiva, por outro lado, não é, no entanto, por esse motivo que não se dá o acesso aos restantes documentos requeridos, mas por termos dúvidas de carácter substancial, das quais solicitámos esclarecimento à CADA- Comissão de Acesso a Documentos Administrativos.

 

Aguardamos o parecer daquela entidade sobre o esclarecimento das nossas dúvidas.

 

Apresentamos-lhe os nossos melhores cumprimentos

 

Pela Direcção da Federação Portuguesa de Xadrez

 

         António José Vieira Bravo, Presidente

 

 

 

IV. RESPOSTA À CARTA DA FPX

 

 

De:     Francisco Vieira <favieira@gmail.com>

Para:  Federação Portuguesa de Xadrez <fpx@fpx.pt>

Data:  2 Março 2009

 

Ass:    Re: Reenvio do Requerimento corrigido à FPX

 

 

Senhor Presidente da FPX,

 

Acuso a recepção da carta electrónica do passado dia 27/2,

 

Constato a disponibilidade imediata por parte da FPX para a dvulgação dos Contratos-Programa celebrados entre o IDP e a FPX, nos termos solicitados no requerimento apresentado. Mas apenas este(s) documento(s).

 

Assim, fico a saber que, por «dúvidas de carácter substancial», todos os documentos requeridos, excepto os assinalados no parágrafo anterior, não serão disponibilizados a partir de 2ª feira, 2/3, aguardando melhores dias, isto é, um Parecer da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA).

 

Agradeço, por isso, que me informem as razões que impedem a FPX de divulgar os documentos administrativos requeridos, que, na prática, constitue uma recusa ou pelo menos uma decisão limitadora do acesso aos documentos solicitados e que aconselham a consultar a CADA.

 

Com os meus cumprimentos.

 

Francisco Vieira

Requerimento apresentado à FPX a solicitar diversos Documentos de interesse público

Quarta-feira, Fevereiro 25th, 2009

Apresentei na passada 6ª feira, à Federação Portuguesa de Xadrez, um requerimento, no Requrimento à FPX a solicitar diversos Documentos em seu poder, ao abrigo da Lei de Acesso aos Documentos Adminitsrativos e sua Reutilização.qual solicitava – ao abrigo da Constituição da República Portuguesa, do Código de Procedimento Administrativo e da Lei de Acesso e Reutilização dos Documentos Administrativos – diversos Documentos Administrativos em poder da FPX.

 

Entre os documentos solicitados encontram-se:

  

  1. Actas das reuniões da Direcção da FPX, que aprovaram a designação do seleccionador nacional, onde foi discutida a demissão, ou suspensão da Vice-Presidente da Direcção da FPX;
  2. Relatório do Chefe da Delegação da FPX às Olimpíadas de Xadrez em Dresden 2008;
  3. Contrato de Seguro Desportivo Obrigatório;
  4. Contratos-Programa celebrados entre o IDP e a FPX, onde constem os cursos e as acções desenvolvidas pela AX Lisboa;

 

O requerimento pode ser lido aqui.

 

Aguardo tranquilamente a respsta da FPX.

Carta a Luis Alves (da FPX e AX Lisboa)

Quarta-feira, Outubro 29th, 2008

A carta que Luís Alves remeteu à AX Leiria não teve resposta (ver o comentário àquela carta), mas ela merece alguns comentários em jeito de resposta. Não venho aqui em defesa da AX Leiria, que não precisa, mas em nome das questões essenciais e não do acessório, que entendo deixar claro. Vem um pouco tarde mas nem por isso perde a actualidade das matérias abordadas e das suas explicações…

 

Senhor Luís Alves,

 

1. Ainda tenho presente as suas palavras quando escreveu um comentário no neste blogue, o qual, podendo não ser feliz ou verdadeiro terá correspondido ao que lhe fizeram chegar ao ouvido. Na altura, respondi-lhe a propósito. Não sei se mantém essa opinião, mas, seja qual for, respeito-a tão religiosamente, se me permitir o termo, tal como desejo que respeite a minha teimosia de persistir em escrever no Ala de Rei, divulgando e denunciando todas as iniquidades e ilegalidades que tenha pessoalmente ou me queiram dar conhecimento.

 

Desculpe-me estas linhas introdutórias que me permito escrever, mas o empenho demonstrado na defesa da posição federativa, em linha com o Presidente da FPX, não deixa de ser curiosa: faz-me lembrar o tio Patinhas, essa figurinha da banda desenhada da nossa infância, que apenas se preocupava com as moedas, tal como o Luís Alves se parece apenas preocupar com a “parte” ou “questão financeira”, como lhe chama, descurando a legalidade dos actos. Mas, não deve confundir que o seu cargo de tesoureiro não é propriamente o de guarda do baú da ilha do tesouro….

 

 

2. A “parte financeira”, tanto quanto pude apurar, sempre esteve acautelada, desde que foi aprovado em Novembro de 2007, o Orçamento para 2008 e, sobretudo, a partir do 2º Orçamento Rectificativo, aprovado em Junho de 2008.

 

Este, como saberá, duplica o montante inicial de € 3.500,00 para os actuais € 8.000,00!! A não ser que esteja a prever despesas extras impossíveis de prever e calcular na data em que a Assembleia Geral da FPX aprovou o Orçamento Rectificativo, como por exemplo alguns souvenirs de última hora.

 

 

3. O Luís Alves entendeu por bem defender a honra da direcção federativa, o que só lhe fica bem, sobretudo, quando muito poucos dão a cara e entendem escrever alguma coisa a esclarecer os “outros”, que neste caso, somos todos nós, os filiados da na FPX.

 

Mas, o que me espantou é que escreveu e pouco disse, isto é, passou ao lado do que era (verdadeiramente) essencial e importante, preocupando-se (sobretudo) com o acessório e secundário.

 

De facto, o essencial aqui é o cumprimento das disposições legais, estatutárias e regulamentares, isto é, o cumprimento do Regulamento de Representações Nacionais (RRN) – que viu aprovada a sua última alteração em 1 de Outubro de 2002 e que não foi revogado nem substituído, logo, está em vigor – não ser cumprido, antes pelo contrário e o acessório tudo o que for distante da preocupação principal, a legalidade.

 

Na realidade, o Luís Alves sabe que o RRN não está a ser cumprido, nem pelo Presidente nem pela Direcção da FPX, e, no entanto, não escreve uma única palavra a denunciar o facto nem a justificá-lo, como seria desejável.

 

Como saberá, até porque hoje em dia não se fala de outra coisa, o art. 12º (do RRN) diz que

 

«Compete à Direcção da FPX (…) designar o Seleccionador Nacional, que terá a competência de designar quem são os atletas que irão integrar essa representação nacional».

 

 

E o Luís Alves resolve, muito simplesmente, passar por cima e omitir esta violação clara do cumprimento do Regulamento. Lá saberá porquê. Mas eu e muitos como eu não sabemos.

 

O Luís Alves saberá que os Estatutos da FPX determinam que

 

«Compete à Direcção administrar a Federação, incumbindo-lhe, designadamente:

(…)

8. Zelar pelo cumprimento do estatuto e das deliberações dos órgãos da Federação».

 

 

Ora, cumprir as deliberações da Federação, significa cumprir o RRN, que foi aprovado em Assembleia Geral da FPX. Logo, não cumprir o RRN («… designando o Seleccionador Nacional…») significa não cumprir as deliberações da Assembleia que é um órgão social, nos termos dos Estatutos da FPX. Elementar meu caro Luís Alves!

 

 

4. Mais um tiro no escuro… Afirmar que

 

«… informação formulada em conferência de imprensa por Ignatius Leong [que é o Árbitro-Chefe das Olimpíadas e o Secretário-Geral da FIDE] é um facto, mas não é um comunicado oficial»,

 

 

é uma afirmação de bradar aos céus. O que é que seria necessário para que o facto oficial mas que não reconhece como “oficial” fosse, de facto, oficial? Um email com a chancela e selo branco da FIDE dirigido ao Presidente da Federação Portuguesa de Xadrez? Sejamos realistas e deixemo-nos de fantasias, porque a “coisa” é séria, muito séria, aliás.

 

 

5. Meu caro Luís Alves, mais do que opiniões diferentes, estamos em presença do cumprimento legal, estatutário e regulamentar. Isto é, do interesse e vontade de cumprir a legalidade ou de violar os comandos legais imperativos.

 

O Luís Alves «entende que não houve incúria da Direcção…», isto é, está a dizer que não houve falta de cuidado, desleixo. Pois bem, muito provavelmente não terá havido, mas quem teve

 

«… uma intervenção pouco activa neste procedimento da Selecção…»

 

 

é difícil ou pelo menos ousado assegurá-lo. A situação descrita sugere uma outra possibilidade, ser interpretado como premeditação, isto é, um propósito feito antes de actuar.

 

 

6. O Presidente e a Direcção da FPX sabiam da existência do Regulamento que,  nos termos da lei, deve ser cumprido e, no entanto, é argumentado por si que

 

«Qualquer solução que venha a ser apresentada deve ter em linha de conta que a parte financeira não pode ser esquecida…»[?].

 

 

Ora o que é isto senão a confirmação de que o cumprimento das disposições legais, estatutárias e regulamentares tal como definidas no regime jurídico das federações desportivas, está condicionado por interpretação subjectiva de carácter financeiro? Com a agravante de que fazem incorrer a FPX no cancelamento do Estatuto de Utilidade Pública Desportiva, não pode ser, creio, uma questão menos ou de somenos importância.

 

Como a sua sensibilidade financeira lhe dirá, “um dia a casa vem abaixo” como já li num comentário no blogue Ala de Rei, isto é, ironia à parte, um dia o subsídio do Instituto do Desporto de Portugal (IDP) acaba-se, e, então é que eu gostava de ver como se vai ser, porque, parece que ninguém está preparado para viver sem esse rendimento mínimo garantido. Então sim, meu caro, é que eu gostaria de ver o baú do tesouro federativo!

 

Desculpe-me Luís Alves, mas a sua prosa merecia uma resposta apropriada, e, esta foi a inspiração que tive num momento de insónia.

 

 

Francisco Vieira

 

 

PS

Se puder compartilhe estas linhas com os seus colegas de Direcção da Associação e da Federação, que, por certo, não terão o hábito ou o gosto de ler o Ala de Rei. Eu não me importo.

 

Uma Carta de Luis Alves, Director da Ass Xadrez Lisboa e da Fed Portuguesa Xadrez

Terça-feira, Outubro 21st, 2008

Mão amiga fez-me chegar a carta que Luis Alves, Director da AX Lisboa e Director da FP Xadrez, entendeu, por conveniente, enviar à AX Leiria, que por qualquer razão, entendeu não lhe merecer uma resposta.

 

 

Exmo Sr. Presidente da Associação Distrital de Xadrez de Leiria,

 

Exmo Sr. Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FPX,

Exmos Srs. Presidentes das Associações Distritais de Xadrez,

Exmo. Sr. Dr. António Fernandes,

 

Caros amigos,

 

Cumpre-me esclarecer o seguinte, sendo membro da Direcção tive uma intervenção pouco activa neste procedimento de selecção, essencialmente porque existe um regulamento (que não ainda não foi alterado e não é da responsabilidade desta Direcção); no entanto, tomei conhecimento de todo o processo e o mesmo pode ser verificado, de acordo com as informações constantes no site da FIDE.

 

Assim:

 

- pode-se verificar que no seu boletim nº2 (que anexo) o prazo de inscrição das equipas olímpicas, *sem custo de estadia,* terminou a 12 de Julho;

 

- o prazo foi alargado (“Late registrations are still accepted until 12 September 2008″) para 12 de Setembro, mas como podem verifiquem também no boletim nº 2, neste caso com os custos de estadia a suportar por cada federação (“Please be aware that in cases of late registrations *hotel expenses will be charged to the respective Federation*”);

 

- o que refere o GM António Fernandes, que muito respeito, e quanto à questão da informação fornecida em *conferência de imprensa* por Ignatius Leong, de as federações indicarem a constituição até 12  de Setembro é um facto, mas não é um comunicado oficial e omite a questão financeira e o custo adicional que daí aviria para a FPX.

 

Assim entendo que não houve incúria da Direcção, antes pelo contrário procurou-se respeitar o prazo de 12 de Julho e não ter custos adicionais com esta importante participação nacional. Na parte desportiva, o regulamento definiu o resto (ainda que tenha havido alguns enganos nos cálculos que terão sido corrigidos).

 

Independentemente de, qualquer que seja a decisão do Presidente da Mesa da Assembleia Geral, e de vir a realizar-se a Assembleia Geral esta questão não pode nem deve ser esquecida, pois como todos sabem e têm sentido directamente a redução dos subsídios (após o “caso Luís Costa”), é uma punição que o IDP impôs a qual limitou, e muito, a acção das Direcções posteriores àquela.

 

Admito que, desportivamente, pode o regulamento ser contestado e até ser estudada e alterada a situação das selecções nacionais, com a nomeação de um seleccionador nacional (que já houve) e cuja intervenção seja efectiva (actualmente entendo que não o é); ainda que, no caso concreto pouco alteraria face à necessidade de tomar a decisão naquela data (12 de Julho de 2008) e, na mudança de forma que, entretanto alguns jogadores de topo nacional revelaram. 

 

Qualquer solução que venha a ser apresentada deve ter em linha de conta que a parte financeira não pode ser esquecida… 

 

Espero ter contribuído para um melhor esclarecimento de todos em torno desta questão, estarei ao dispor para aquilo em que me for possível colaborar. 

 

Com os meus cumprimentos a todos,

 

 

Luís Alves

Calendários oficiais das Associações para 2008/09

Segunda-feira, Setembro 29th, 2008

Associações que não têm Calendários oficiais para 2008/09 divulgados nas páginas oficiais :

  • AX Aveiro (página indisponível);
  • AX Braga;
  • AX Bragança;
  • AX Castelo Branco (o último disponível é de 2005!)
  • AX Coimbra;
  • AX Faro;
  • AX Leiria (página indisponível);
  • AX Lisboa;
  • AX Setúbal; e,
  • AX RA Açores.  

Apenas, a AX Beja e a AX Porto têm Calendários disponíveis nas suas páginas online, hoje, 29/9, a pouco mais de 24 horas do início da nova época de 2008/09.

Ainda faltam 24 horas. Tenhamos esperança que os dirigentes são serenos!

“A Sra Vice-Presidente da FPX já não o é!”

Terça-feira, Setembro 16th, 2008

Henrique Pinela escreveu em comentário ao artigo FPX esclarece(-se) sobre as Olimpíadas, deste blogue que

Descobri recentemente que a Sr.ª Vice Presidente já não o é!
A FPX deveria actualizar o seu sitio!

 

A  ser verdade o que Henrique Pinela afirma, e não há razão para duvidar da sua palavra, é uma notícia que vai apanhar alguns de surpresa. Uma óptima notícia dirão muitos.

Não tanto outros que esperam que a saída seja colectiva, isto, é que abandone os seus cargos de Presidente da Direcção da AX Lisboa e de Vice-Presidente da Direcção FP Xadrez, bem como, se afastaste de capitã e de jogadora da selecção olímpica de feminina de xadrez.  

Outra questão importante, quando é que o Presidente ou a Direcção da FPX, enquanto órgão colegial, vão informar a comunidade xadrezista? De imediato ou vamos esperar meses? 

Até ao momento, os sítios da FP Xadrez e da AX Lisboa continuam silenciosos…

Porque é que o Presidente e a Direcção da FP Xadrez querem mal ao xadrez e a Portugal?

Quinta-feira, Setembro 11th, 2008

A pergunta começa a fazer todo o sentido. Lembram-se das Teses para alterar o xadrez nacional e da Carta Aberta à Federação Portuguesa de Xadrez que escrevi em Maio? Já não sou só eu a dizer e escrever que a FPX anda a brincar com o xadrez. Mas continua a existir autismo na principal estrutura associativa do xadrez nacional, a FP Xadrez. Isto vem a propósito do email que recebi - eu e mais 224 pessoas! - de José Carvalho do seguinte teor:

Boa noite a toda a comunidade xadrezistica.
  
Há uns tempos atrás enviei um email com o seguinte doc “selecções-1″, com perguntas e dúvidas a serem esclarecidas, infelizmente e ao contrário da FPX, houve muitas respostas mas continuaram algumas dúvidas muito pertinentes.
 
Caros xadrezistas, quem não deve não teme e como tal não havendo segundas intenções por parte desta direcção qual seria o problema em esclarecer e clarificar o motivo das decisões tomadas ?
 
Pois é, hoje mesmo, com a ajuda de muitos participantes, penso que estamos à altura de dar o devido esclarecimento, com as respectivas perguntas e respostas, aquelas às quais a Direcção da FPX se escusou a responder, ignorando toda a comunidade, ver o doc “selecções-2″.
  
Por uma FPX isenta e consciente, para todos os xadrezistas,
 
Cumprimentos,

Em anexo, José Carvalho apresenta dois documentos muito importantes sobre os critérios de escolha das duas selecções olímpicas, absoluta e feminina. Porque nem toda a comunidade xadrezista teve acesso ao email e deve participar na discussão pública deste assunto, já iniciada, aliás, no fórum Lusoxadrez e na Carta Aberta a Maria Armanda Plácido, apresento, de seguida, o Doc selecções-1

Agora que terminou o XXXI Campeonato Nacional Feminino com a brilhante vitória da Ana Baptista, a quem devemos felicitar.

 

Penso ser o momento certo, sem pressões das atletas para evitar eventuais desculpas sobre um torneio menos feliz, para relembrar a informação pertinente que a AXP escreveu no seu site à alguns dias atrás:

 

“FPX acaba de anunciar a constituição das selecções nacionais, absoluta e feminina, que representarão Portugal na 38ª Olimpíada, a decorrer entre 12 e 25 de Novembro em Dresden, na Alemanha. O anúncio é efectuado sobre o limite dos prazos da FIDE, antes da conclusão do Campeonato Nacional Feminino de 2008, não levando em consideração as participações das jogadoras no mesmo para efeito de cumprimento de critérios de selecção, o que terá afectado fortemente a escolha da 5ª seleccionada, a jogadora suplente.”

 

É necessário perguntar à FPX ou a quem de direito, porque é que não se leva em consideração para a elaboração da selecção feminina a participação das jogadoras no último campeonato nacional para efeito de cumprimento de critérios de selecção.

 

E a verdade, é que não parece ser este nada menos importante… ou será?

 

Será que existem diferenças de critério entre as selecções absoluta e feminina?

 

Se não, então porque é que os Torneios de Mestres e Honra, provas disputadas há poucos dias atrás, entram para efeitos da contabilização nesses critérios e o Campeonato Nacional Feminino, apenas a prova mais importante do xadrez feminino já não?

 

Ou o objectivo é levar sempre os mesmos jogadores?

Será que têm lugar cativo? Para isso têm que o demonstrar no tabuleiro.

 

E a verdade é que a única forma para se provar quem são os melhores é contabilizando todas as provas em que participam, porque não?

 

Gostaria de perceber o porquê destas decisões, se o objectivo principal é ou não levar a melhor equipa.

Apresento de seguida, o Doc selecções-2

Em primeiro lugar e com o devido respeito também aqui devemos felicitar o António Fernandes pela forma brilhante como ganhou o recente Campeonato Nacional Absoluto, a quem damos desde já os nossos parabéns.

 

Mas a realidade é outra e bem diferente pois então, senão vejamos:

 

Alguém duvida de que o António Fernandes e o Diogo Fernando têm lugar e devem integrar a selecção nacional absoluta?

 

Acabaram de tirar a “prova dos nove” há poucos dias atrás não foi?

 

Se ninguém duvida então devemos questionar a Direcção da FPX o porquê da sua exclusão, a quem a mesma irá dizer… blá, blá, blá, …blá, …blá, … que existem regulamentos e de acordo com os mesmos eles não estão seleccionáveis.

 

Meus amigos, pois é mas o regulamento também diz que deve ser respeitado o último campeonato nacional que antecede a olimpíada, aquando da inscrição na mesma, porquê então, não respeitar o último campeonato nacional uma vez que as inscrições terminam segundo informação transmitida no dia 12 do corrente mês.

 

Porquê, porquê…?

 

Porquê meus amigos, a própria FPX não respeita os regulamentos, porquê?

 

Pois é, essa é que é uma grande verdade, senão e relembrando o email enviado anteriormente onde se questionava o porquê de tanto interesse em contabilizar os Torneios de Mestres e de Honra disputados em Julho passado e não o Campeonato Nacional Feminino, recordam-se?

 

A verdade vem sempre ao de cima quer queiramos quer não e graças à informação que uma senhora nos transmitiu podemos aqui esclarecer o porquê desses critérios selectivos, os quais têm nada mais nada menos a ver com o benefício de um xadrezista por coincidência pertencente ao clube do actual presidente da FPX o F.C. Barreirense.

 

É exactamente devido aos polémicos regulamentos das selecções, elaborados pela própria Direcção da FPX, que a mesma veio à última da hora informar que os Torneios de Mestres e de Honra também deveriam integrar essa contabilização baseando-se no simples facto de que esses torneios era para terem sido disputados uns meses antes.

 

Pois “era para terem sido disputados” Sr. Presidente como diz e muito bem mas não foram, há muitas coisas que a FPX era para fazer e ainda não fez e de acordo com os regulamentos que vocês inventaram, só devem ser contabilizados os torneios disputados até ao dia 30 de Junho e não posteriormente, foram vocês que inventaram esses regulamentos, não foram?

 

 

O que acontece é tão simples quanto isto, o jogador Sérgio Rocha, de acordo com esse regulamento ridículo não tem o nº de partidas suficiente se não for contabilizado o Torneio de Mestres o que deixaria o jogador fora da selecção mas, com a esperteza do Sr. Presidente ou da Direcção da FPX, validando esse torneio, esse problema está ultrapassado.

 

Independentemente do jogador Sérgio Rocha que também tem o seu valor e está mais dedicado ao ensino, integrar ou não a selecção parece mais secundário, no entanto existe alguém mais empolgado, ou com mais interesses, na sua participação do que o próprio jogador.

 

Em conclusão a FPX tem dois pesos e duas medidas, pois se para a selecção absoluta, alteram-se os regulamentos como quem “dá cá aquela palha”, para a selecção feminina o mesmo já não se verifica e o que é mais caricato é que em situação semelhante para decidir a 5ª jogadora se encontram as jogadoras Sara Afonso ou Bianca Jeremias, as quais só não integram a selecção porque não têm as partidas necessárias de acordo com o mesmo regulamento, sendo no entanto contabilizado o recente Campeonato Nacional Feminino qualquer uma delas já poderia integrar a selecção nacional feminina. E o caso da Mariana Cortinhas ou de outras jogadoras em situação semelhante, que pelo simples facto de não poderem participar nos respectivos nacionais por questões económicas, em virtude dos mesmos serem quase sempre disputados nos mesmos locais ou em cidades bastante longínquas, embora seleccionáveis ficam excluídas pela clausula do regulamento que obriga à participação de um dos dois últimos campeonatos nacionais. A FPX já pensou por acaso neste problema?

 

Apesar de em tempos passados, os actuais dirigentes, criticarem outros por atitudes menos incorrectas que a estas que agora assistimos, convém lembrar-lhe Sr. Presidente, agora que ocupa esse lugar, um lugar de decisão, eleito por aqueles praticantes que gostam desta modalidade, que para se representar um país deve-se levar sempre que possível a melhor selecção e não alguém que nos apetece por conveniência ou como prémio de favores. Para esses, mesmo infelizmente como assistimos variadíssimas vezes, serviram incorrectamente os lugares de capitão de equipa como você sabe.

 

Segundo as informações que possuo, o Instituto Nacional do Desporto gostará de saber que a Direcção da FPX trabalha com isenção, transparência e cumpre as regras do jogo. Por isso mesmo Sr. Presidente, penso que a única saída para este “imbróglio”, em vez de se fazer notar essa autoridade de quem diz, eu quero, posso e mando e deixar esse egocentrismo e as hipocrisias mesquinhas, bem como interesses particulares, para bem da modalidade que praticamos, faça um “Mea Culpa”, reconheça os seus erros antes que seja tarde de mais, pois ainda está a tempo de corrigir esta embrulhada criada por “vocês”, uma vez que o dia 12 de Setembro ainda não foi ultrapassado (mesmo que fosse também não haveria qualquer problema junto da FIDE ou Organização da prova, as quais sempre aceitaram trocas mesmo no dia anterior ao início da mesma), como todos nós sabemos e antes que mais alguém de direito venha a tomar conhecimento das “vossas atitudes” a bem do desporto nacional, pois nós só queremos as melhores selecções para representarem o nosso país condignamente. 

 

 

As minhas felicitações ao José Carvalho pela oportunidade e qualidade das reflexões que elaborou e entendeu colocar à disposição de todos nós.

 

 

Não acham que estes documentos de José Carvalho merecem um comentário sério e justo? Pensem nisto.

Dos dois lados do Atlântico vamos de mal a pior…

Segunda-feira, Julho 21st, 2008

Todos sabemos as dificuldades com que se debatem a Federação e as várias Associações no que respeita a dinheiros, em que não é alheia a megalomania e a má gestão que, por vezes, andam de mãos dadas.

 

Mas, alegrem-se por que não estão sós. Basta acompanhar o que se passa na Federação de Xadrez dos Estados Unidos (USCF) para ver que, afinal, o “nosso problema” é mais geral, é mais global, como hoje se diz, mas, com duas diferenças substanciais apesar de tudo: nos EUA os orçamentos têm mais zeros e o dinheiro é deles. Por cá, como se sabe os orçamentos são minúsculos e, sobretudo, cerca de 60 a 80% são do Estado [IDP].

 

Susan Polgar, que pertence Comissão Directiva da USCF, aborda esta questão no US Chess Discussion, ao colocar o artigo Strange USCF business practice. 

Aparentemente compradas as situações financeiras de ambas as federações, a “nossa” ainda vive longe das maiores tempestades que normalmnte assolam a território norte-americano.

 

De facto, desde prejuízos financeiros, linhas de crédito e emprétimos bancários, ausências de controlos de qualidade, jogos políticos, jogadas de bastidores, negociatas por baixo da mesa, de tudo existe naquela federação. A própria sobrevivência da USCF pode estar em causa.

A acrescer estes problemas financeiros discute-se agora a demissão de membros daquele órgão directivo. Bastar ler o que se tem escrito a este propósito no rec.games.chess.misc para se compreender a gravidade da situação em que se encontra mergulhada a “maior e mais rica federação mundial de xadrez”. A crise ainda por todo o lado, ou, como dirão, os mais optimistas, “a crise toca a todos”.

E por cá? Bom, a qualidade do dirigismo é bem conhecida. As Teses para alterar o xadrez nacional e a (mais) recente, Carta Aberta à Federação Portuguesa de Xadrez mostram o estado da modalidade. Também por cá a sobrevivência é um risco.

 

Por exemplo, a AX Lisboa, uma das maiores – esta época tem inscritos 977 filiados, o que corresponde a 24,02% do total nacional - e mais dinâmicas do nosso país está paralisada, e, já não tem elementos que se possam deslocar às assembleias gerais da Federação.

Já não são possíveis inscrições no Masters de Lisboa!

Sexta-feira, Julho 4th, 2008

A AX Lisboa divulgou na sua página, o Regulamento do Masters de Lisboa 2007-08 – Final do Campeonato Distrital Individual,  que se vai disputar, de 8 a 30 de Julho próximos.

Um curto comentário: A AX Lisboa divulgou, ontem, dia 3/7 às 12.40h, um Torneio cujas inscrições terminam cerca de 80 horas depois (às 20.00h de 6/7), em pleno fim-de-semana.

Quem tenha o azar de não ver a página oficial da AXL diariamente está impedido de participar. Se confiar no Calendário Oficial da AXL divulgado na sua página, então é melhor esquecer… porque o Torneio já terá decorrido de 1 a 8 de Maio passado. 

O regulamento deste Masters , é claro quando afirma que

O pagamento deverá ser efectuado por depósito ou transferência bancária para a conta no Banco. (N. 2, a) do Regulamento)

Quem pretender efectuar o pagamento da inscrição no Sábado ou Domingo, data limite, está impedido de participar, porque… não consegue fazer um depósito bancário a… um Sábado ou um Domingo, únicas formas de poder efectuar o pagamento da inscrição, a par, da existência de contas bancárias online.

Melhor, digam-me, onde é que se pode, a partir deste momento – 6ª feira 18.00h - efectuar um depósito bancário?

Dir-se-á que são «aspectos menores», de «somenos importância», «trivialidades», «más-vontades», pode ser que sim… Mas, será que ninguém vê isto?