Ala de Rei

a opinião e a crítica sobre a legalidade e a justiça no xadrez e no desporto em geral.

Um «desabafo público» em jeito de carta aberta à Federação Portuguesa de Aikido

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Pode ler-se no blogue Aiki um texto, em estilo de carta aberta, à Federação Portuguesa de Aikido reportando diversas situações anómalas naquela modalidade desportiva e, em especial, na sua federação.

Numa leitura atenta reparar-se-á que o post em que a crítica dirigida à FPA, onde lhe foi aposta a etiqueta “diz que é uma espécie de aikido”, diz bem do que se passará para os lados daquele modalidade.

Mas, leiamos a carta

A Federação Portuguesa de Aikido


A Federação Portuguesa de Aikido é uma federação desportiva de utilidade publica, o que é que isto quer dizer? Muito vagamente, é uma federação que reune as associações de praticantes de Aikido e tem a obrigação de regular a prática de Aikido perante o estado português.

As actividades da FPA vão desde a emissão do cartão do praticante, compra e distribuição de tatamis, à emissão das licenças de ensino dos diversos instrutores de Aikido devidamente reconhecidas pelo Instituto de Desporto de Portugal.

Indo directo ao assunto, se escrevo aqui sobre a FPA, é porque não percebo se esta defende da melhor forma os interesses dos praticantes de Aikido. O que aqui vou partilhar são os factos e os sentimento de diversas associações:

Os cartões de praticante de Aikido na FPA não são disponibilizados aos associados, ou se são disponibilizados, vêm tarde e cheios de erros.

Os comprovativos de seguro não são disponibilizadosaos praticantes de Aikido. Para saber se os aikidocas estão devidamente segurados há que solicitar a lista de praticantes .Estas listas são consecutivamente disponibilizadas com a omissão de aikidocas ou com duplicações. Só podemos acreditar na boa vontade da FPA quanto à questão dos seguros, mas depois de tanta demonstração de incompetência, não sinto que seja uma decisão fundamentada continuar a delegar essa responsabilidade na FPA.

A FPA não exerce minimamente as suas obrigações perante o estado português, ou seja, para dar aulas de Aikido na prática não temos de estar inscritos na FPA, nem ter licença de ensino, nem ter seguros desportivos. Existem centenas de praticante em Portugal que funcionam desta forma não havendo por parte da Federação qualquer iniciativa de controlo destas situações.

A inscrição de um Aikidoca na FPA custa 15€, esta verba que é entregue pelos associados à FPA não reverte para as associações de forma alguma. Não há apoio monetário aos estágios, não há distribuição de tapetes, não há inscrição no seguro… o que a FPA entende como apoio é a publicitação na sua página e o empréstimo da sua carrinha.

A FPA promove o funcionamento das suas assembleias gerais de forma contrária ao estipulado nos seus estatutos, basicamente as decisões tomadas em assembleia não valem o papel em que estão escritas.

Não há um esforço real por parte da FPA para cumprir o plano de actividades que apresenta, este é aprovado apenas para servir de base à discussão de fundos no IDP, fundos esses que não chegam às associações.

A comunicação com as associações é feita com atrasos, e é no mínimo deselegante.

A FPA apesar de ser reconhecida pela fundação Aikikai, a FPA não exerce nenhuma actividade relacionada com a prática de Aikido. Não convida um professor, não organiza um estágio, apenas vive da actividade das associações.

Há um ano atrás estaria bem a  borrifar-me para este estado de coisas, hoje em dia na qualidade de dirigente associativo tenho de me colocar a questão, de que serve entregar 2.500€ anuais (tanto tatami que isto comprava) a uma instituição que não cumpre minimamente o seu papel e lesa a prática de Aikido em Portugal ao demitir-se de cumprir o papel que lhe é consagrado pela lei.

As irregularidades cometidas pela FPA são suficientemente graves para requerer ao IDP a suspensão da utilidade publica desportiva da FPA, na prática isto apenas iria colocar entraves à emissão de licenças de ensino reconhecidas pelo IDP, que na realidade não são necessárias para dar aulas de Aikido, mas enfim. Não me sinto bem que tantos fundos cobrados aos praticantes de Aikido sirvam apenas para manter uma estrutura que nada dá em troca.

Serve este desabafo publico para poder ouvir as opiniões dos restantes praticantes de Aikido, digo praticantes e especifico que gostava de ouvir a opinião daqueles que não têm lugar nas assembleias gerais da FPA, a desses eu já conheço.


Lido em no blogue Aiki. (Sublinhados da responsabilidade de Ala de Rei)

Também o xadrez sofre dos mesmos males, no que respeita ao seguro desportivo, a exigir um intervenção do Instituto do Desporto de Portugal, perante o manifesto incumprimento da legislação em vigor, a começar pela não cobertura dos veteranos com mais de 70 anos. O ex-Presidente da FPX, António Bravo e a Presidente da Direcção da AX Lisboa, Maria Armanda Plácido, nunca se preocuparam com esta situação, não obstante estarem ao corrente das questões por mim colocadas pessoalmente, em devido tempo, há mais de 4 anos.

«”Vagina” pode tramar Carlos Queiroz» por Tiago Mesquita

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Tiago Mesquita, no blogue 100 reféns, escreve sobre o “caso Carlos Queiroz” que, sendo um episódio quase normal no futebol português, se transformou num “caso nacional”. Por culpa de quem?

castigo que pode determinar a suspensão e o despedimento do seleccionador pode estar preso por uma “vagina”. Ou melhor, pela análise da forma como este usou a palavra para insultar Luís Horta.


O título pode ser incomodativo para mentes púdicas sempre alheias ao estilo e ao papel de embrulho esquecendo ou desvalorizando a substância ou aqualidade da prenda oferecida, que no caso é um presente envenenado, mas é a realidade nua a crua a que nos conduziu o seleccionador nacional com os excessos de linguagem e de pensamento sobre a família do presidente da Autoridade Antidopagem de Portugal. E, como se não chegasse este caso desprestigiante, reincide com o excesso e impudência da linguagem, insultando o vice-presidente da FPF, o que lhe valeu mais um processo disciplinar que, desta vez, não pode ser travado internamente. O destinatário escolhido e a forma de divulgação eleita - entrevista ao jornal Expresso.

Comentário de dois leitores:

(…) Se a selecção nacional tivesse ganho o mundial, a única pessoa a levar com um processo em cima teria sido o médico, por não ter ido fazer análises ao sufixo da sua mãe. Assim funciona a mentalidade deste povinho: critica-se quem cai em desgraça mas perdoa-se tudo ao herói.

(…)

Para abrilhantar, decidiu por uma entrevista que visa o enxovalho do seu responsável hierárquico.

Uma cama feita por muitos, incluindo, quem nela se vai deitar.

Uma Faculdade brasileira organiza um campeonato de futebol em conjunto com torneios de xadrez, ténis de mesa e canasta

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Recebi esta notícia do jornal online BV News, Notícias de Roraima. Uma iniciativa interessante onde o xadrez aparece associado a uma actividade diferente que atrai grande quantidade e espectadores e participantes: o futebol.

No período de 14 de Agosto a 16 de Outubro, a Faculdade Cathedral promove o VIII Campeonato de Futebol Society. Durante o campeonato, também são realizados torneios de xadrez, tênis de mesa e canastra.

O Campeonato de Futebol Society é direcionado aos alunos, professores e demais colaboradores da Faculdade Cathedral. As inscrições serão realizadas na Secretaria de Apoio no período de 02 a 09 de Agosto. (…) Os vencedores (campeão e vice) vão receber como premiação, troféus e medalhas.

Ler mais em BV News.

Ora aqui está uma iniciativa que podia ser adoptada em Portugal. Há umagrande migração ou simples grande tráfego entre o xadrez e o bridge.  Outras modalidades poderiam fazer-lhes companhia, ligadas ao campo e à praia, por exemplo.

Há alguns anos atrás , fui contactado por um membro da Fed Portuguesa de Futevolei para a realização de actividades conjuntas com o xadrez. Como não pertencia à  direcção da FPX dei-lhe os contactos e disse-lhe para contactar por escrito a Federação. Desconheço o que se seguiu. Pelos vistos, a iniciativa perdeu-se.

Para Saber: A intenção da foto é mostrar a associação das modalidades e não qualquer intuito comercial que não existe em Ala de Rei.

Futevolei: Modalidade à procura de mais visibilidade

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Paula Teixeira, escreveu no Jornal de Matosinhos um artigo sobre o futebol, Uma modalidade em expansão, da qual, pela importância da informação, apresento os seguinte excertos

Pelo terceiro ano consecutivo o Clube de Futevólei Horizonte e Mar – HM de Matosinhos, liderado por Tiago Maia e Augusto Dias, organizou, nos areais matosinhenses no passado fim-de-semana, o Torneio Tsunami de Futevólei. Embora ainda não muito conhecida esta é uma modalidade em ascensão que combina dois desportos, o futebol e o voleibol, culminando em verdadeiras técnicas artísticas. (…)

«Queremos centrar os nossos objectivos na divulgação e na formação de jogadores, não só para que participem em provas com o nome do clube, mas fundamentalmente para que divulguem o futevólei”, disse o presidente do clube.

Além dos patrocinadores oficiais desta prova, o 3º Torneio TSUNAMI de Futevólei – Matosinhos 2010 contou com o apoio da MS-Matosinhos Sport. Ao JM, Tiago Costa Pereira referiu que o estádio de praia onde o evento se realizou tem vindo a ser utilizado por várias modalidades, destacando que “é preocupação da MS promover a prática desportiva e o exercício físico”. (…)

Albufeira World  Challenge Futevolei 2009

«(…) Durante seis semanas a MS ocupou e dinamizou este espaço com provas de várias modalidades. Promovemos a colaboração entre associações, clubes e federações. O exercício físico para fomentar um estilo de vida saudá-vel é muito importante», disse o responsável da Matosinhos Sport, acrescentando que pelo estádio de praia passaram admiradores de modalidades como ténis de praia, futevólei, futebol, andebol, e râguebi.

Lido em Jornal de Matosinhos.

Patrocinadores reclamam um milhão à Federação Francesa de Futebol

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O desastre da campanha dos “Bleus” no Mundial da África do Sul está a ter ainda as suas consequências. Agora são as marcas a exigirem indemnizações por se verem directamente ligadas aos acontecimentos da equipa durante a estadia africana.

Os patrocinadores da selecção da França reclamam “pouco mais de um milhão de euros” de indemnização à Federação Francesa de Futebol, dizendo que foram “prejudicados” na sua imagem depois do fiasco dos “Bleus” na participação no Mundial 2010, contou esta sexta-feira o tesoureiro da FFF Bernard Désumer.

Continua no Público.

Uma homenagem a uma das modalidades desportivas que mais aprecio: o Bilhar às Três Tabelas

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Alípio Jorge, do FC Porto, foi o único a atingir o apuramento directo para a segunda fase da Taça do Mundo de Bilhar às Três Tabelas, a decorrer no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos).

Mário Aranha  conseguiu garantir a passagem como melhor 2.º classificado da fase de qualificação. José Miguel, Luís Santos, Vítor Fernandes, Emanuel Luís, Fernando Tomás, Pedro Pais, Miguel Santos e Américo Rui foram ontem eliminados.

No quadro principal, através de wilcards, já estão o campeão nacional Paulo Andrade e o jovem João Pedro Ferreira.

Programa da Taça do Mundo de Bilhar ás Três Tabelas.

Há 3 modalidade que aprendi a apreciar e a conhecer as suas regras vendo ass transmissões pela televisão: O Bilhar às Três Tabelas, o Ténis e o Voleibol. Esta última tem a vantagem de ser uma modalidade escolar, isto é, pertence àquela meia dúzia que se praticavam na Ginástica (hoje Educ. Física) no Ciclo Preparatório e na Escola Secundária do meu tempo.

Desde há muito que não perco as transmissões  de Voleibol dos Jogos Olímpicos que proporcionam sempre grandes encontros quase sempre em cinco sets. O Ténis beneficia-me ser actualmente uma da modalidades desportivas da moda. Neste trio, o parente pobre é o Bilhar, em qualquer das suas variantes e o que me faz confusão é o bilhar às três tabelas ter sido trocado pelo snooker, tanto mais que considero ser demasiado monótono.

Taça da Europa de Clubes às Três Tabelas 2002 Medaha de Prata Sporting CP (Jorge Theriaga, Manuel Fradinh, F. Coudron e Van Kuyk)  [foto © www.forumsporting1906.com]
Este post é uma singela homenagem – na pessoa de Jorge Theriaga, 16 vezes Campeão Nacional Individual de Bilhar às Três Tabelas de 1979/80 a 2001/02 e de 2003/04 – a uma das modalidades que mais aprecio e para ser sincero daquelas que menos vejo seja pela televisão seja ao vivo.


Ler Instituições: Bilhar, por Nuno Miguel Guedes no blogue Kapa.

Michelle Brito joga 2ª feira em Wimbledon contra Serena Williams

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Em 2009 foi Neuza Silva a cruzar-se com Serena Williams logo na primeira ronda de Wimbledon, agora é a vez de Michelle Brito, número 147 do mundo, defrontar a número um do ranking no torneio britânico que começa na próxima segunda-feira.

Michelle, que acedeu directamente ao quadro principal do Grand Slam britânico graças à ausência de algumas das cabeças de série (como foi o caso de Elena Dementieva), vai ter uma tarefa árdua para repetir a presença na segunda ronda da prova, onde perdeu no ano passado com a italiana Francesca Schiavone, recentemente campeã de Roland Garros.

Lido no Público.

Saber mais sobre a Michelle Brito. Ver também na Wikipédia.

O «Ténis está de tanga» afirma o Mov.ProTénis2010

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Recebi de ProTénis2010 a informação que apresento de seguida:

Segundo refere Adolfo Oliveira a AT Porto agendouAssembleia Geral para eleições e deduz-se para análise e aprovação de Relatório de Contas / Parecer do Conselho Fiscal, para o dia 17 de Junho (sim, dentro de três dias).

Naturalmente a notícia nasce não pelo facto da marcação do referido acto eleitoral, louvado, com um atraso de mais de um ano, mas pelo facto de, em lado algum do site da referida Associação ou do seu “media partner” encontrarmos veiculada essa informação.

No site da Associação de Ténis do Porto somos brindados, na secção Notícias, com uma press release de 2009 – tempos idos e saudosos – enquanto na secção Editorial podemos reler um cuidado texto escrito na ida era de 2001.

Uma vez mais, aquele que é/deveria ser o meio de comunicação por excelência ao serviço desta Associação é relegado para segundo plano, queremos nós crer que por distracção, sendo certo que a alternativa à nossa suposição seria um encontro secreto com rendas maçónicas.

Continua o referido ex-dirigente daquela Associação alegando que, à imagem do lamentavelmente sucedido em Leiria, também a Associação do Porto merecerá a atenção de uma Auditoria movida pelos seus Associados e coincidentemente, segundo alega, por verba identica.

Para além de qualquer conclusão que possamos tirar da leitura do referido texto, seja ela qual for, somos de facto solidários com a ideia de promover uma Auditoria Externa às contas naquela e noutras Associações, por forma a evitar novos embaraços para o projecto Eixo Atlântico, para a modalidade e sobretudo promover um nivelamento da situação fiscal, contabilistica e financeira das Associações que representam TODOS os Clubes junto da Federação Portuguesa de Ténis.

Saber, por exemplo, quais as Associações que estão devidamente inscritas no Serviço de Finanças com Declaração de Inicio de Actividade, conforme estipulado por Lei, ao invés de terem apenas um número de identificação de pessoa colectiva, configurando um regime de ilegalidade como acontece com a Associação de Ténis do Porto, conforme apurámos junto do Serviço de Finanças, há escassos minutos.

Que se repita então a pergunta levada à Mesa da Assembleia Geral da AT Porto, em JUNHO DE 2005, em que, questionada pela Clube de Ténis do Marco de Canaveses sobre a inexistência de Declaração de Início de Actividade, obteve como resposta o compromisso da parte da actual direcção a rapidamente corrigir essa situação.

Aqui e agora lançamos esse desafio, pois é aos Clubes que compete a obrigatoriedade de impedir que casos como o da AT Leiria se repitam pelo País fora, como tememos que aconteça.

O repto que lançamos é humildemente e vigorosamente dirigido a todos os Clubes para que solicitem às suas Associações, ou exijam, o assegurar da sua situação, em todas as vertentes para as quais são, por Lei, obrigadas a manter.

De outra forma o Ténis continuará de tanga, a modalidade continuará sem florescer.

A Associação de Ténis de Leiria abriu um inquérito ao ex-presidente por alegado desvio de dinheiro, informou o presidente da Mesa Assembleia Geral Joaquim Dias

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Recebi do ProTénis2010, a quem agradeço, a informação seguinte:

A Lusa noticia: ”Ex-presidente da Associação de Ténis de Leiria suspeito de desvio de dinheiro

O Diário de Leiria escreve: “A Associação de Ténis de Leiria (Atlei) abriu um inquérito ao ex-presidente por alegado desvio de dinheiro, informou o presidente da Mesa Assembleia Geral (AG), Joaquim Dias.

O ex-presidente da Atlei, Guilherme Lopes, é suspeito de ter desviado dinheiro da associação para a sua conta pessoal, cujo montante não foi revelado pelo presidente da AG.

Os 14 clubes da Atlei reuniram em AG, na última quarta-feira , para apurar as suspeitas sobre Guilherme Lopes. “Confirmo e lamento a gravidade das irregularidades, tendo em conta a pessoa que é”, referiu Joaquim Dias à Agência Lusa. (…)”

Damos eco das palavras de Joaquim Dias, pois também nós lamentamos que o Ténis viva tenebrosos e obscuros dias.

A própria Associação de Leiria dizia em comunicado, emitido no dia 11:

“Exmos. Senhores:

Federação Portuguesa de Ténis Associações Regionais Clubes da Atlei Órgãos de comunicação Social

Levamos ao V/ conhecimento que na que na sequência da Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 09 de Junho de 2010, na sede da ATLEIRIA, com a presença de 14 Clubes, de que foi aprovada por unanimidade a seguinte proposta:

1…Não aceitar o pedido de demissão do Sr. Guilherme Lopes, enviado ao presidente da Mesa da Assembleia Geral com os fundamentos invocados na sua carta, datada a 26 de Abril de 2010.

2…Demiti-lo das funções de Presidente da Direcção nos termos do no 2 do art.o 24o por violação no disposto na alínea a) do art.o 33o e investir o Vice-Presidente Sr. Jorge Curado nos poderes inerentes àquela função.

3… Nomear uma Comissão de Inquérito para averiguar do comportamento do Sr. Guilherme Lopes para os fins previstos no no 1 do art. 42o Dando-lhe poderes para praticar em nome da ATLEIRIA todos os actos necessários para apuramento da verdade, incluindo a audição de arguido bem como propor a pena eventualmente a aplicar.

4… A Comissão será composta pelos Srs. Dr. José Augusto Borges, Dr.a Ana Isabel Caixinha do Conselho Jurisdicional e Sr. João Rosa Carreira, do Conselho Fiscal.

Leiria, 11 de Junho de 2010 A Direcção da ATLEI”

Comunicado da AT Leiria em formato PDF

O projecto Proténis nasceu, conforme foi referido e veiculado na altura, no intuito não de servir o indivíduo, mas sim o desporto e como tal, desde esse mesmo início, apontamos a falta de qualidade do Dirigismo que o serve.

Lamentamos, como o Sr. Joaquim Dias, a gravidade das irregularidades.

Lamentamos ainda que o Ténis seja servido por pessoas que dele se servem.

Lamentamos, por que disso temos medo, que Leiria não seja a unica Associação onde as pessoas se servem do Ténis.

E não ao contrário.

Governo suspende estatuto de utilidade pública da Federação de Vela

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A secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD) suspendeu hoje o estatuto de utilidade pública à Federação Portuguesa de Vela, por o organismo não ter adequado os estatutos ao novoRegime Jurídico das Federações Desportivas.

A suspensão, publicada hoje em Diário da República, é válida «pelo prazo de um ano, eventualmente renovável por idênticos períodos», e acarreta «a suspensão imediata de todos os apoios financeiros resultantes dos contratos-programa de desenvolvimento desportivo outorgados com o Estado».

A decisão foi tomada por a FPV «não ter aprovado novos estatutos, designadamente quanto à composição da assembleia geral».

Lido em i online.

A Federação Portuguesa de Vela suspendeu a partir de hoje toda a actividade de alta competição e selecções nacionais, devido a dificuldades financeiras que imputou às entidades oficiais que gerem o desporto em Portugal

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De acordo com a federação [Ver comunicado da Direcção da FP Vela de 13.5.2010], o Instituto do Desporto de Portugal (IDP) e a Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD) «têm vindo a remeter-se ao total silêncio nos últimos meses, criando constrangimentos e dificuldades de vária ordem, não transferindo verbas desde Março e não celebrando os respectivos contratos-programa».

Para a FPV, a suspensão acontece «depois de goradas todas as tentativas de obtenção de respostas feitas ao IDP e à SEJD, tendo como consequência imediata a cessação da comparticipação nas participações internacionais, incluindo mundiais e europeus dos velejadores integrados no projecto olímpico».

A direcção da federação adiantou que o organismo vive «uma situação financeira grave, com um défice assinalável» desde que assumiu funções, lembrando que as actividades das selecções «estão inteiramente dependentes das verbas do Estado, apenas disponibilizadas através dos contratos-programa celebrados com o IDP».

Para a FPV, o Estado, através do IDP, tem «pleno conhecimento de que os encargos financeiros da modalidade triplicam no período de maio a Agosto, em especial no âmbito da actividade internacional», lembrando que, da sua parte,«tem cumprido atempadamente e escrupulosamente todas as exigências e solicitações emanadas» das autoridades.

 

Ler o artigo completo da  

Ler igualmente as reacções do comandante Vicente de Moura, presidente do Comité Olímpico de Portugal ao jornal O Jogo.

«Lamentamos esta situação. Tudo se deve ao facto de a Vela ainda não ter adequado os estatutos ao novo regime jurídico das federações e preocupa-nos uma situação que prejudica os atletas, nomeadamente do projecto olímpico», afirmou Vicente Moura.

Vicente Moura aproveitou, ainda, para esclarecer que o organismo olímpico tem todas as obrigações financeiras em dia, com todas as federações, pois, apesar da FPV ter deixado de lado o COP – que tem cumprido os contratos-programa – alegou que esta suspensão se deve a dificuldades financeiras criadas pelas entidades que gerem o desporto em Portugal.

«É importante para os jovens que jogam ténis terem referências» Pedro Cordeiro (sel. nacional)

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«Era bom que estes encontros se repetissem, porque é óptimo para atrair público», declarou ao jornal Público, Pedro Cordeiro, seleccionador nacional, antes do encontro entre Frederico Gil e Rui Machado a contar para os quartos de final do Estoril Open.

Pedro Cordeiro reconhece que o jogo é «importante para os miúdos que jogam ténis terem referências» depois de anos com «um fosso referencial muito grande».

Associação de Ciclismo do Minho exige demissão de “prepotente” Macário Correia

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Os responsáveis da Associação de Ciclismo do Minho (ACM) exigem a demissão do presidente da Mesa da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), Macário Correia, acusando-o de “prepotência” e várias “ilegalidades” na condução das reuniões magnas.

«Já comunicámos a nossa revolta ao presidente da FPC, que transmitiu a nossa missiva ao presidente da AG. Até agora não obtivemos qualquer resposta e ponderamos recorrer a medidas mais drásticas porque este senhor (Macário Correia) não pode continuar no cargo», disse hoje à Lusa, José Luís Ribeiro, presidente da ACM.

O líder da AG da FPC e atual presidente da Câmara Municipal de Faro, preferiu não responder às acusações, «não tenho qualquer comentário a fazer sobre esse assunto», disse à Lusa.

A ACM, a mais representativa associação regional de ciclismo, com mais de 1.500 praticantes inscritos e cerca de 60 clubes associados, queixa-se de “boicotes” constantes às propostas apresentadas, no âmbito da adaptação dos estatutos da FPC ao novo regime jurídico das federações.

«(Macário Correia) faz tábua rasa dos princípios que deveriam encimar o desempenho do seu cargo e viola sistematicamente os princípios de isenção e de democraticidade, assim como sugere ou cauciona irregularidades estatutárias e legais», lê-se na carta enviada pela ACM ao presidente da FPC, Artur Lopes.

O líder da FPC distanciou-se da polémica, até porque a sua «Direcção nada tem que ver com isso».

«Isso não me diz respeito. Servi apenas de canal de comunicação. A AG é outro órgão autónomo. A Direção não pode nem deve imiscuir-se nessa situação. O presidente da AG fará o que entender e os associados têm os mecanismos estatutários possíveis ao seu dispor», disse Artur Lopes à Lusa.

Ainda segundo a ACM, a Associação Nacional de Árbitros de Ciclismo requereu já a acta da AG da FPC de 13 de Março para eventual acção judicial de impugnação daquela reunião magna, junto do Tribunal Administrativo.

Segundo aqueles dirigentes, Macário Correia terá alegadamente sancionado que um membro de uma outra associação regional tenha votado também pela ANAC, resolvendo a falta de quórum provocado antes por mais um desentendimento entre dirigentes da ACM e o presidente da AG.

 

Lido em Barlavento online.

(Sublinhados são da responsabilidade de Ala de Rei)

O póquer passa a ter o estatuto do xadrez como desporto mental

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A Federação Internacional dos Desportos da Mente (IMSA) reconheceu oficialmente o póquer como desporto mental durante o congresso anual em realizado no Dubai, Emiratos Árabes Unidos.

Desta forma, o póquer é confirmado como um jogo de habilidade, tal como o xadrez, o bridge, as damas e go, os outros desportos mentais que integram a IMSA.

«Estou muito feliz em receber a Federação Internacional de Poker (IFP) como membro da IMSA. A participação do póquer ao lado do xadrez, do bridge e de outros desportos mentais nos eventos anuais da IMSA vão mostrar ao mundo que o póquer é um desporto mental, de estratégia e habilidade», disse o presidente da IMSA, José Damiani.

Saber mais em FIP e em Poker Brasileiro.

A FP Ténis gosta de trabalhar com parceiros privados no financiamento de provas desportivas

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O jornalista do Eurosport, Hugo Ribeiro, escreveu um artigo na sua coluna do Diário de Notícias, sobre a partipação dos parceiros privados no financimento de provas desportivas. Desse texto publico as partes mais significativas, por forma a que possa ser um incentivo para o xadrez.

Na tomada de posse como presidente da Federação Portuguesa de Ténis, José Maria Calheiros disse que seria importanter estabelecer parcerias com os promotores privados.

Foi com a contribuição da João Lagos Sports em alguns sectores que a FPT realizou com enorme sucesso o Grupo 1 da Zona Euro-África da Fed Cup.

Com a Premier Sports, a FPT desenvolveu um circuito de torneios juvenis, o Campeonato Nacional de Veteranos e algumas acções específicas do Vale do Lobo Grand Champions CGD como o Masters do circuito de miniténis e a atribuição anual do Prémio de Carreira.

Foi também em Vale do Lobo, no torneio do ano passado, que José Maria Calheiros se reuniu pela primeira vez com Fernando Pedro Soares. O resultado dessas longas negociações foi conhecido esta semana: a criação do Circuito School Eventos/FPT, uma tentativa de recuperar a ideia nascida com o Circuito TMN e prosseguida no Circuito Cima/FPT.

protocolo de um ano entre a FPT e a School Eventos estabelece um circuito de 11 torneios, incluindo o Campeonato Nacional com um total de 30 000 euros de prémios a distribuir em dez provas, mais sete mil euros de bóns no final da época para o top-3 feminino e masculino do ranking do circuito.

A Federação Portuguesa de Ténis sanciona o circuito, apoia em determinados serviços, mas não gasta um único euro na sua organização, vindo todo o financiamento da School Eventos, apoiada nos clubes e nas câmaras municipais por onde passará: Odivelas, Oeiras, Alenquer, Anadia, Oliveira de Azeméis, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Corroios Faro e Espinho.

Tribunal Administrativo de Lisboa considera não ter competência para decidir sobre providência cautelar

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Na sequência do post publicado há dias, Tribunal rejeita Providência Cautelar contra a FP Vela, sabe-se agora que o que Tribunal Administrativo não rejeitou os motivos invocados na providência cautelar, mas, que se considera incompetente em razão da matéria, não se tendo pronunciando sobre o mérito da causa invocada.

O Tribunal Administrativo de Lisboa indeferiu uma providência cautelar interposta por clubes e associações filiados na Federação Portuguesa de Vela (FPV) – que estão contra a aprovação do novo regime jurídico das federações – por considerar que não tem competência para decidir sobre a mesma, cabendo essa competência ao tribunal cível.

 

Ler mais em DN Desporto.

Tribunal rejeita Providência Cautelar contra a FP Vela

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O Tribunal de Lisboa, por sentença divulgada ontem, rejeitou a providência cautelar de Clubes e Associações que pretendiam impedir a aplicação das deliberações da Assembleia Geral da Federação Portuguesa da Vela, de Dezembro passado, que aprovou o Regulamento de aplicação do Novo Regime Jurídico das Federações Desportivas.
A propósito, a Federação fez distribuir um comunicado no qual apela a todos os associados e delegados: «Para que estejam conscientes da situação e não alimentem as tentativas destes clubes e associações de destruir a Federação».

Na mesma comunicação, a direcção da F.P. Vela mostra-se tranquila e segura, como sempre esteve, de que a decisão do tribunal seria esta: «Tal como tínhamos previsto, no nosso comunicado de 12 de Fevereiro, anunciamos que o Tribunal de Lisboa rejeitou a providência cautelar que foi interposta pela Associação Naval de Lisboa, Clube Naval de Cascais, Clube Naval de Leça, Associação Regional de Vela da Madeira, Associação Portuguesa da Classe Optimist, Associação Portuguesa da Classe Finn, Associação Portuguesa da Classe Laser e Associação Portuguesa de Regatas.»

A direcção da F.P. Vela considera ainda: «Lamentável e significativo que estes associados tenham recorrido directamente ao Tribunal sem primeiro terem apresentado as suas pretensas dúvidas ao órgão de Justiça da Federação, que são a instância competente, como é obrigação de todo o associado da Federação.»

 

Lido em Náutica Press.

Entrevista com o tenista Frederico Gil

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Entrevista com o jovem tenista português Frederico Gil, considerado o melhor jogador de ténis de sempre em Portugal, publicada no sítio do Mov ProTenis2010.


Poucos dias antes do início da mais famosa competição de Ténis a decorrer em Portugal, aquele que é o Tenista Português melhor classificado de sempre conseguiu dedicar algum do seu precioso tempo ao Movimento ProTenis, acedendo responder a algumas questões que entendemos como pertinentes por revelarem mais do Homem por detrás da raquete e também do enorme Atleta de nível mundial patrocinado pela ASICS.

Assim, é com orgulho que colocamos à disposição de todos vós a entrevista que nos foi cedida por Frederico Gil, imbuído da humildade com que se vestem os grandes Homens, os verdadeiros campeões.

Aspectos desportivos

MPT2010 – Neste recente regresso a Portugal, onde irá retomar os treinos com a equipa técnica que o acompanhou na meteórica ascensão ao top 60, quais as capacidades que, no entender do Frederico, são fulcrais para se alcançar o top e o qual entende ser o trajecto a percorrer para maximizar essas capacidades?

Frederico Gil – Neste momento o meu principal objectivo e focus é o trabalho! Trabalhar, treinar, evoluir são tudo coisas que neste momento preciso e estou à procura. Para alcançar níveis muito altos e maximizar capacidades como você me pergunta este é o único caminho. Treinar bem, ser humilde e ter os pés bem assentes na terra…

MPT2010- A recente experiência no estrangeiro ofereceu-lhe dados que devem permitir comparar com situações anteriores e que no seu todo serão positivos. Na óptica do atleta, o que teria mudado antes da saída, o que entende ser de não esquecer no regresso e qual o conselho que daria aos jovens tenistas que pretendam iniciar uma espécie de “diáspora tenística”?

Frederico Gil – Relativamente à minha decisão não vou falar porque entramos no campo pessoal. Tenho a dizer que em Portugal temos óptimas condições de treino e climáticas para a prática e desenvolvimento da modalidade. Só tenho a dizer, aproveitem aquilo de bom que temos, que é muito!

Aspectos gerais
MPT2010 – Vinte e cinco anos de idade, centenas de lugares visitados, culturas díspares, são também alavancas na construção do perfil intelectual e humano de Frederico. Qual a perspectiva que tem de Portugal no futuro, medos e anseios em relação ao país e ao mundo que se lhe apresenta em constante mutação.

Frederico Gil – Como disse anteriormente na última questão, temos excelentes condições de treino em Portugal e temos de saber aproveitá-las! Um bom exemplo disso é a estrutura do Estádio Nacional (CAR – Centro de Alto Rendimento), temos ao nosso dispor uma equipa completa de médicos, fisioterapeutas, jogadores, condições de treino, ginásios, piscinas, nutricionista, etc. etc… Portugal está em crescimento e o ténis a passar uma muito boa fase!

MPT2010 – Qual a mensagem que gostaria que chegasse aos mais novos, praticantes e não praticantes de ténis, simples pessoas que não têm como o Frederico, a visão e o conhecimento pessoal das realidades e que lhe permitem ajuizar a evolução do país e do mundo.

Frederico Gil – Temos de acreditar naquilo que temos! Nós somos tão bons ou melhores que os outros… é preciso é acreditar e fazer por isso todos os dias!
Quanto mais trabalho, mais sorte pareço ter!

Entrevista disponível no sítio do Movimento ProTenis 2010.

Uma psicóloga ajuda a «controlar as emoções» no golfe

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Psicóloga ajuda o golfista Filipe Lima a subir ao topo europeu

O trabalho com a psicóloga desportiva Zoe Chamberlain está a dar resultados e e o golfista português Filipe Lima, assumiu o controlo do torneio Madeira Islands Open BPI Portugal, partilhando-o com três jogadores.

«A Zoe tem-me ajudado a controlar as emoções» disse Lima no último Portugal Masters, em Outubro, quando se sentiu que estava de novo na senda dos bons resultados no European Tour, depois de uma época pobre em 2008.

«No início estava um pouco stressado e tinha as mãos húmidas, mas, depois isso passou e o aspecto mais importante foi não ter feito qualquer bogey», disse Filipe Lima.

 

Lido no DN Desporto.

CJ da FPF salva Valentim Loureiro

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O Correio da Manhã online de hoje informa que

O Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol pode vir a ser alvo de um inquérito da Secretaria de Estado do Desporto, por nada ter feito em relação a processos de coacção sobre árbitros em que está envolvido Valentim Loureiro, o ainda presidente da Mesa da Assembleia Geral da Liga.

Segundo soube o Correio Sport, a omissão dos deveres legais e regulamentares dos órgãos jurisdicionais – que são poderes públicos quanto à instauração de processos e averiguação da responsabilidade desportiva – é fundamento para a responsabilidade civil da federação. E, de acordo com o artigo 7º do Regime das Federações Desportivas, de 2008, pode levar a Secretaria de Estado a levantar uma sindicância e inquérito ao CJ da FPF, para efeitos de manutenção do estatuto de Utilidade Pública Desportiva (UPD). O estatuto de UPD, aliás, está suspenso, por os Estatutos da FPF não cumprirem o actual regime jurídico das federações.

Ler mais em Correio da Manhã.

Nova polémica na FP Vela, agora em torno de salários federativos

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O presidente da Federação Portuguesa de Vela (FPV), José Manuel Leandro, negou hoje ter recebido em 2009 salários pelo cargo, mas admitiu vir a fazê-lo durante este ano, por estar previsto nos estatutos.

O dirigente reagiu assim à acusação do presidente da Associação Naval de Lisboa (ANL), Rui Gonçalves Henriques, que recordou a aprovação de uma proposta que prevê salários na ordem dos quatro mil euros para o presidente do organismo federativo e outros três elementos da FPV.

Segundo Rui Gonçalves Henriques, a proposta fez subir uma rubrica do orçamento de «130 000 euros anuais para cerca de 300 000».

«A proposta submetida à Assembleia Geral de 2009 contemplava cinco mil euros para vencimento mensal do presidente, quatro mil euros para o diretor geral, quatro mil euros para o diretor técnico nacional e 3500 para o assessor de imprensa», afirmou Rui Gonçalves Henriques, em declarações à Agência Lusa.

 

Ler mais em Destak.

Federação Portuguesa de Vela tenta adequar estatutos em Assembleia Geral cuja legalidade é contestada.

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A Federação Portuguesa de Vela (FPV) convocou para hoje aquela que  é já considerada a mais controversa assembleia geral da modalidade das últimas décadas. O que está em causa é o futuro da modalidade, que viu recentemente o Governo suspender o estatuto de utilidade pública, após a FPV, a par da Federação Portuguesa de Futebol – as únicas entre 63 federações desportivas -, não adequar os estatutos ao novo Regime Jurídico das Federações Desportivas. A modalidade vive uma situação que poderá, entre diversos cenários, levar, no limite, à criação de uma nova federação representativa da vela desportiva.

Após três falhadas tentativas em assembleia geral para adequar os estatutos da FPV ao novo Regime Jurídico das Federações, os associados representativos da modalidade irão mais uma vez reunir-se hoje no auditório Faculdade de Motricidade Humana (FMH), pelas 20.00, para discutir e votar a proposta da direcção de adaptação dos Estatutos da FPV.

Aliás, a realização desta reunião magna é susceptível de se traduzir numa ilegalidade, em função da pendência da impugnação judicial das deliberações da Assembleia Geral da FPV que decorreu no dia 11 de Dezembro de 2009 e na qual foi aprovado a versão actual do regulamento geral da FPV.

Para promover a participação dos delegados convocados para esta assembleia – representantes de quatro associações regionais (Norte, Centro, Sul e Açores), assim como delegados de clubes (30), praticantes (20), treinadores (8) e juízes (5) – a direcção da FPV decidiu atribuir, pela primeira vez, ajudas custo às deslocações no valor individual de 250 euros.

Entre as propostas de alteração dos estatutos estará uma polémica representatividade para clubes e praticantes na Assembleia Geral da federação; clubes (54 delegados), associações regionais (30), praticantes (15), treinadores (9), juízes e oficiais (9) e associações de classe de vela (3).

Lido em DN Desporto.

A falta de informação no ténis português…

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Recebi do Movimento ProTénis2010, ao qual agradeço, a informação seguinte:

Uma das primeiras iniciativas que o Movimento ProTénis2010 levou a cabo no âmbito da construção do seu website, foi a disponibilização (por escrito) a todas as Associações Regionais de Ténis de um espaço dedicado à divulgação da seguinte informação: 

  •  O nome dos Elementos que compõem os respectivos Órgãos Sociais.
  •  O respectivo período de mandato.
  •  O plano competitivo para o ano de 2010.

 

Levamos a cabo esta iniciativa conscientes de que, segundo o site oficial da Federação Portuguesa de Ténis

  •  7,69% – Das Associações Regionais não dispõem de endereço de email.
  •  53,85% – Das Associações Regionais não dispõem de website para a respectiva divulgação de conteúdos.
  •  69,23% – Do total das Associações Regionais não publicam na internet informação sobre os elementos que compõem os respectivos Corpos Sociais.
  •  69,23% – Do total das Associações Regionais não publicam na internet os respectivos estatutos.
  •  61,54% – Das Associações Regionais não publicam na internet informação relativa aos respectivos planos competitivos.

 

Espante-se, que no caso da Associação de Ténis de Coimbra, em Março de 2010 a informação exposta no website oficial reporta aos corpos Sociais mandatados para o período de 2004 a 2007, assim como o calendário de provas reporta a 2007… Verificar em: http://www.atcoimbra.com/

Como é evidente, fazemos este reparo no pressuposto de que a Associação de Ténis de Coimbra não foi extinta no ano de 2007…

Como reagiram doze das treze Associações Regionais de Ténis a esta iniciativa?

Com indiferença…

Já a Associação de Ténis do Algarve demarcou-se desta postura pela positiva, pois apesar de constituir uma das Associações que conta com website próprio e no qual publica todo o conjunto de informação, teve a amabilidade de nos disponibilizar todos os elementos solicitados de forma célere.

Face ao exposto, compete aos Clubes de Ténis que compõem as restantes doze Associações o dever de avaliar de forma séria e responsável comportamento assumido pelos respectivos Dirigentes, como dar a conhecer por via da acção, se estes “Responsáveis” representam o que de melhor têm para oferecer ao Ténis Português…

Vamos aguardar por reacções…

Face à inequívoca benevolência com que o Ténis tem sido tratado ao longo dos anos em Portugal e ao distanciamento mais do que evidente entre Praticantes e actual Federação, deixamos no ar a seguinte questão:

Quem sabe se da criação de uma nova Federação de Ténis em Portugal com sede no Algarve depende o sucesso do Ténis em Portugal?

Assim queiram os clubes que compõem a Associação de Ténis do Algarve…

«Vem aí mais um tiro…»

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Adolfo Castelbranco d’Oliveira escreveu no blogue portugaltenis:

É verdade; de acordo com a legislação em vigor, a FPT (tal como os outros) tem de submeter à discussão e aprovação o Relatório, e sobretudo as CONTAS, até 31 de Março, e referente ao ano de 2009. 

Aqui começa o problema para a instituição/federação. 

Reza assim: 

Diário da República, 1.ª série — N.º 252 — 31 de Dezembro de 2008  p.9300-(415) a 9300-(416).

 Decreto-Lei n.º 248-B/2008, de 31 de Dezembro ….

Apenas 4 pontos para reflexão!!!

- Em primeiro lugar, a presente reforma assenta na distinção entre federações das modalidades colectivas e federações das modalidades individuais, uma vez que são muito diversos os problemas de umas e de outras. Com efeito, nas modalidades colectivas o clube desportivo assume uma particular importância (enquanto suporte orgânico das equipas), ao contrário do que sucede nas modalidades individuais, nas quais o que sobreleva é o praticante desportivo.

- Em segundo lugar, estabelece -se que a representação na assembleia geral das diversas estruturas e agentes desportivos seja feita por intermédio de delegados, os quais apenas representam uma única entidade e têm um só voto. As assembleias gerais das federações desportivas deixam de ser integradas por organizações que exprimiam votos corporativamente organizados para passarem a ser compostas por pessoas indicadas ou eleitas previamente, mas que apenas podem dispor de um voto.

- Em terceiro lugar, com vista a impedir o regresso a sistemas de votos corporativamente expressos, proíbem –se os votos por procuração ou por correspondência.

- Em quarto lugar, quer as federações das modalidades colectivas, quer as das modalidades individuais, devem reservar 30 % dos delegados para os representantes dos agentes desportivos (máxime, praticantes, treinadores e árbitros), sendo os restantes 70 % reservados para os representantes dos clubes (ou suas organizações).

 Assim sendo:

Como reuniu anteriormente, para aprovação do Plano e Orçamento e como vai reunir a Assembleia-Geral da FPT se o nº de delegados tem de ser no mínimo de 30 (presentes note-se) de acordo com o que o Governo fez aprovar em decreto-lei em Dezembro de 2008, e as associações são 13, mais as 3 /representativas dos profissionais.  

Só ludibriando a LEI, conforme se pode ler nos Estatutos da FPT, ou seja duplicando artificialmente o nº de votos das A. Regionais em que o total seria de 13 x 2 + 3 x 2 =32. 

Só que em conformidade com esse mesmo decreto-lei ainda há a considerar as percentagens que cabem às A. Regionais em que não podem ultrapassar x 70% do total de delegados. Neste caso, e mesmo que a artimanha fosse para levar a sério, às AR caberiam 26 delegados que corresponde a 81,25% do nº de votos/delegados, o que é proíbido.

E como vai A T Porto votar se nem sequer pode renovar a sua filiação anual, por não ter uma direcção eleita em AG, funcionar em regime de gestão de assuntos correntes, o que tornou também por essa razão a Assembleia de Dezembro da FPT um acto carregado de um vício que não pode ser desculpabilizado.

A FPT aprovou o Plano e Orçamento numa assembleia que não cumpria o disposto na Lei com votos ilegais do Porto, e agora vai aprovar as contas aceitando esse mesmo ilícito???

Como poderão as CONTAS serem aprovadas se uma Associação andou de Junho até Dezembro em situação irregular?

Não recebeu os duodécimos? NÃO ACREDITO

À 1ª desculpa-se, à 2ª é brincar com o direito num Estado de Direito. 

Jornal O Jogo destaca o pedido de intervenção do Movimento ProTénis2010 junto do secretário de Estado do Desporto

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O jornal O Jogo destacou a intervenção do Movimento ProTénis2010 junto do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto.

Criado no início deste ano com o intuito de «intervir positivamente no âmbito do dirigismo», o Movimento ProTénis2010 ganhou uma força invulgar em pouco tempo e encontrou na Associação de Ténis do Porto falhas graves, mais do que suficientes para pedir a intervenção da Secretaria de Estado do Desporto. Na dita associação os órgãos sociais concluíram o segundo mandato no início de Junho e o Movimento ProTénis quer ver esclarecido em que condições a AT Porto votou os novos estatutos da Federação, na AG de 20 de Junho e em que condições se encontra inscrita na FPT, recebendo dotações do Estado.

 

Entretanto, o ProTénis2010 comentou, no seu sítio, o destaque atribuído pelo diário desportivo.  Um exemplo para outras modalidades.

Contitui para nós motivo de enorme satisfação constatar que o Jornal O Jogo acaba de fazer eco da iniciativa que por nós levada a cabo junto do Exmo. Senhor Secretário de Estado da Juventude e do Desporto na sequência da total ausência de reacção pública por parte da actual Direcção da Associação de Ténis do Porto às acusações dirigidas públicamente por um ex-Director.