Ala de Rei

a opinião e a crítica sobre a legalidade e a justiça no xadrez e no desporto em geral.

O labirinto visual do xadrez

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“O País das Maravilhas” num tabuleiro de xadrez

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Este País das Maravilhas, mesmo com a chancela da Disney e inconfundivelmente “burtoniano”, já que sofre sob a tirania da Rainha Vermelha, que tomou o poder, devastou a paisagem e instituiu um regime despótico, apoiada no Bandersnatch e no Jabberwocky, dois dos monstros do poema Jabberwocky, de Carroll, que Alice (interpretada pela desconhecida Mia Wasikowska), agora com 19 anos e sem qualquer memória da sua anterior visita, quando criança, vai ter que enfrentar para salvar os seus amigos. Burton declarou ainda que «talvez não tivesse feito este filme se a tecnologia 3D não estivesse já tão desenvolvida, porque este é um caso em que o tema e o meio se adequam perfeitamente. O País das Maravilhas de Lewis Carroll, pelas suas características, casa perfeitamente com o 3D».

Outra das grandes diferenças desta versão de Tim Burton em relação à história original e o destaque dado à personagem do Chapeleiro Louco, o grande aliado de Alice no combate contra a Rainha Vermelha de Helena Bonham Carter (a mulher do realizador), e que está no centro do filme durante grande parte das suas quase duas horas de duração, chegando até a empunhar uma espada na fabulosa batalha final entre as forças da Rainha Branca (Anne Hathaway) e da Rainha Vermelha, disputada num gigantesco tabuleiro de xadrez de pedra, num sinistro cenário à beira-mar, enquanto Alice, de armadura e espada Vorpal na mão, luta contra o Jabberwocky, que fala pela voz de Christopher Lee.(…)

Tim Burton recrutou Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Anne Hathaway, Christopher Lee e Michael Sheen para a sua versão do clássico da literatura Alice no País das Maravilhas , filme protagonizado pela novata Mia Wasikowska que chega aos cinemas a 5 de Março do próximo ano.

O filme não é completamente fiel à história, com o argumento escrito por Linda Woolverton (de A Bela e o Monstro e O Rei Leão ) a transformar Alice numa adolescente de 17 anos que volta ao País das Maravilhas 10 anos depois da primeira vez (uma experiência que já esqueceu).

Este Alice no País das Maravilhas passado pelo filtro lúgubre de Tim Burton estreia-se em Portugal no próximo dia 5 de Março.

Saber mais em IMDB.

Criada a Federação Portuguesa de Karaoke

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Artigo 1º (Definição)

1. A Federação Portuguesa de Karaoke (FPK) é uma pessoa colectiva de direito privado, sem fins lucrativos, isenta de ideologias políticas, partidárias ou religiosas, sendo-lhe aplicável o disposto no artigo 175º do Código Civil.

2. A FPK constitui, a nível nacional, a entidade responsável pela gestão e regulamentação da prática do karaoke e das respectivas competições amadoras e profissionais. (…)

(Artigo 2º Objecto)
 
A FPK tem por objecto:
a) regulamentar, organizar, dirigir e fiscalizar a prática do karaoke a nível nacional;
b) promover o fomento e difusão da modalidade;
c) promover a formação dos clubes, secções e agentes desportivos, desenvolvendo para o efeito as necessárias acções de formação;
d) representar o karaoke nacional junto dos organismos congéneres internacionais;
e) representar, perante os órgãos da Administração Pública, os interesses da modalidade e dos seus filiados

A informação no Xadrez64 e as eleições para a Federação Portuguesa de Xadrez!

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O sítio xadrez64 - o melhor sítio de notícias do xadrez de competição no nosso país - tem vindo a fazer a divulgação de várias notícias que não pertencem ao xadrez de competição em Portugal.

De facto, por diversas vezes publicou informações sobre a FPX, assinadas ou não pelos seus autores.   Tem-se podido ler, com frequência, as que se reportam a eleições para os órgãos sociais (p.ex., Assembleia Geral da FPX em Coimbra, 21Jun2009, Assembleia Geral da FPX em Gaia no próximo dia 26, 7.Jul.2009, Eleições na FPX: publicados cadernos eleitorais definitivos, 11Set2009, Eleições para os delegados da Assembleia Geral da FPX, 8Out2009, Tomada de posse dos Delegados à Assembleia Geral da FPX, 8Nov2009, Eleições para a FPX sem Listas, 14Dez2009, Eleições para a FPX sem Listas, 22Dez2009 e Duas Listas para a Direcção da FPX, 25Fev2010.

No entanto, nenhuma foi publicada que divulgasse a existência de um Recurso que apresentei, em 5Nov2009, perante o Conselho de Justiça da FPX, do despacho da Comissão Eleitoral das Eleições para os Delegados à Assembleia Geral da FPX.

Neste recurso requeri a impugnação das eleições para Delegados à Assembleia Geral da FPX respeitantes às categorias de clubes e técnicos. Ver Decisão do Recurso 2/2009. A própria FPX só o divulgou publicamente em 18Dez2009 depois de uma insistência da minha parte e ameaça de participar ao IDP a sonegação da informação à comunidade xadrezista.

No entanto, o xadrez64 continuou em silêncio, não obstante, a meu ver, o interesse e a extrema importância da informação e do seu conteúdo. Tão importante como divulgar a existência ou não de listas aos órgãos sociais da FPX ou da informação da tomada de posse de delegados eleitos ou comunicação “oficial”(?) dos assuntos abordados numa assembleia geral [que foi posta em causa] ou da tomada de posse, seria (deveria ser) a divulgação de um documento – que foi amplamente discutido no fórum da FPX, em especial, por David Barbosa (vice-pres. da FPX, Fernando Castro (pres. Mesa AG), Paulo Vale e Tiago Brandão de Pinho (pres.do Cons.Jurisdicional da AX Porto) – e que pôs em causa as eleições efectuadas no dia 25Out2009 tão amplamente divulgadas.

O xadrez64 declara na sua linha editorial que «…pretende divulgar de noticias das actividades de relevo de xadrez…» (nº1) «…com a maior isenção possível informar os nossos leitores sobre a actividade xadrezistica que decorre procurando ir as fontes.» (nº2)  Por fim, declara que «[A] linha editorial rege-se pela imparcialidade, seriedade e sentido de profissionalismo»  (nº4).

Mas nunca considerou oportuno ou conveniente fazer qualquer referência à apresentação de um Recurso sobre a impugnação das eleições para Delegados à Assembleia Geral da FP e da deliberação do Conselho de Justiça que considera «nulo e de nenhum efeito o acto eleitoral para delegados dos Clubes», não obstante insistir em informar a existência de um acto eleitoral e de candidaturas apresentadas para os órgãos sociais da FPX.

Isto é, um dos seus responsáveis Dominc Cross – que é membro candidato às eleições para a direcção da FPX – nunca considerou oportuno ou necessário divulgar a existência de uma deliberação do Conselho de Justiça que põe em causa o acto eleitoral ao qual é candidato!

Não pretendo por em causa a linha política editoraial do xadrez64 nem, como se diz em hoje em dia, pressionar ou condicionar a informação ou os informadores, mas não deixo de constatar que a «propalada imparcialidade, seriedade e sentido de profissionalismo»do xadrez 64  pode estar seriamente comprometida.

A não divulgação de um facto como a existência de um Recurso para o Conselho de Justiça da FPX tem, no mínimo, a relevância das consequências da sua execução.

Carlos Queiroz e os sete adjuntos!…

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O jornalista Duarte Moral escreveu no CM Sport a crónica seguinte 

Portugal pode não vir a conquistar o Mundial [de Futebol] de 2010 mas está desde já muito bem colocado no ranking mundial do número de adjuntos do seleccionador nacional.

Segundo a imprensa desportiva portuguesa, Carlos Queiroz vai estar acompanhado na África do Sul por sete adjuntos. Sim, leram bem, sete adjuntos. Alguns deles recrutados mesmo no país que vai receber o Mundial, amigalhaços do seleccionador português aquando da sua passgem deste pelo comando da selecção sul-africana, entre 2000 e 2002.

Afinal, os amigos – cuja competência é inatacável – são para as ocasiões; ou, como se diz em inglês, jobs for the boys. E nisto do futebol os critérios de escrutínio são bastante mais lassos do que noutros sectores da sociedade… Toda a gente sabe, por exemplo, que o apoio de Carlos Queiroz à candidatura de Isaltino de Morais à Câmara Municipal de Oeiras não teve rigorosamente nada a ver com o facto de a edilidade ser parceira da sua escola de futebol, instalada no concelho.

A verdade é que com um seleccionador e sete adjuntos não temos nada a temer no Mundial!

Venham eles!

Federação Portuguesa de Poker em formação?

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A Federação Internacional de Poker (IFP) será aceite como membro da International Mind Sports Association (IMSA), em Abril deste ano, o que significa que o Comité Olímpico Internacional (COI), adicionou o poker à lista dos jogos de habilidade, onde está incluido o xadrez, bridge, damas, entre outros.

«O poker não é como os outros jogos de casino. É um jogo social, onde as pessoas jogam umas contra as outras, não contra o casino e é um jogo de habilidade onde desempenha um papel mais importante do que a sorte. Em todo o mundo existem cerca de 120 a 150 milhões de jogadores de poker e que merecem esse reconhecimento», diz Anthony Holden, porta-voz do IFP e escritor reconhecido na revista norueguesa Norsk Pokermagasin.

Que o poker se faça membro da IMSA, isto não quer dizer que se vá converter num desporto olímpico, embora esteja no World Mind Sports Games em Londres de 2012, mas reabriu o debate sobre se o poker é um jogo de habilidade ou não, diz Anthony Holden.

Mais um assunto interessante a ter em conta, porque cada vez mais precisamos que o poker seja legalizado e para que se possa avançar com a Federação Portuguesa de Poker e quem sabe um dia, se um de nós não estaremos nos Jogos Olímpicos.

Lido no Fórum Português de Poker.

Carta Aberta da Associação Académica da Amadora à Federação Portuguesa de Xadrez

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Recebi de Edgar Pereira, coordenador da secção de xadrez da Associação Académica da Amadora o pedido de divulgação pública no blogue da Carta Aberta que dirigiu à FPX .
 
 
 
Carta Aberta à comunidade xadrezística em Portugal,

 

 

À Federação Portuguesa de Xadrez,

 

 

 Olá a todos,

 

Venho por este meio expressar a minha indignação pela decisão expressa nos Regulamentos para as Competições por Equipas 2009-2010 que ditam o facto da Associação Académica da Amadora I jogar a 3ª Divisão.

 

Antes de mais, quero reforçar a ideia que tal decisão foi expressa apenas e só, de forma indirecta, num regulamento de prova. Ou seja, até à data, não tenho conhecimento de nenhuma comunicação endossada à Associação Académica da Amadora revelando qualquer decisão. Ou seja, as coisas são feitas como sendo um dado adquirido sem apelo nem agravo.

 

Independentemente da avaliação e aplicação que façam do Regulamentos de Competições, penso que seria adequado que tais comunicações fossem expressas de forma conveniente e atempada. Se esta é a forma de comunicação permitida – e apenas e só exigida, lamento.

 

Cheguei no final da época passada – desconhecendo até muita coisa – à condição de tentar ajudar a Associação Académica da Amadora ainda a tempo de se tentarem todos os esforços e mais alguns para que fosse possível a participação da equipa na 1ª Divisão. Para isto? A Direcção fez um grande esforço financeiro – em tempos conturbados para ela mesma – de forma a que não se acabasse com o Xadrez, com cerca de € 3.000,00!

 

Pergunto: o “famoso” regulamento serve só posteriormente? Então e o ponto 5, do “tal” Artigo 36º diz: PARA INSCRIÇÃO (…)”. Fico por aqui na citação. Então quer dizer que a inscrição foi permitida ilegalmente, é isso? Ou seja, poderá alguém chegar à conclusão de que foram coniventes, de forma consciente, com uma inscrição ilegal por parte da A. A. Amadora para que existisse um aproveitamento financeiro da participação da mesma e a própria competição não saísse prejudicada? Ainda estava em regime transitório, é isso?!

 

Em Agosto de 2009 estavam à espera de que regime transitório – já depois dos Campeonatos Nacionais de Jovens? Muito suspeito, quando já tantas dúvidas e tanta polémica existia à volta do novo formato da 1ª Divisão! Não? Para finalizar este ponto, recordo até, que muita gente comentava que a 1ª Divisão nem se iria realizar de tal forma que os clubes nem se iriam escrever, apesar de não ter sido isso que aconteceu… então, – e provavelmente porque – todos pensaram como eu: “que seja”, TEMOS que inscrever o clube na competição em causa para que o mesmo não fique EM CAUSA DESPORTIVAMENTE por causa de uma tomada de posição (individual, de quem esteja a dirigir a equipa) – se é que me fiz entender!?

 

A insensatez, vai ao ponto de nem sequer na 2ª Divisão constarmos! Não cumprimos com o ponto 5…desportivamente descemos de Divisão – de forma justa, nada a considerar e… agora 3ª Divisão “com eles”?! Isto é absurdo, para além de insensato e de uma profunda falta de respeito “desportivo-financeira”!

 

Devo acrescentar, que nesta época (2009–2010), a Associação Académica da Amadora teve 2 Campeões Distritais de Lisboa e um Vice-Campeão – sim, porque ainda não entendi que história era essa dos “regionais”, perdoem-me a ignorância – nomeada e respectivamente nos escalões Sub-10, Sub-12 e Sub-14 (Luís Teixeira, Vasco Sousa e João Pedro Meira). Tivemos 7 jovens nos Distritais deste ano e de futuro – porque estamos a apostar na formação – esperamos ter mais.

 

Isto não é formar de “papel”! Para “encher chouriços” e cumprir de forma hipócrita com eventuais regulamentos absurdos! E eu só posso falar daquilo que tem passado por mim desde que cheguei ao clube e não para trás. Isso, remeto – eventualmente – para a minha Direcção.

 

Sinto-me obrigado a invocar coisas as quais – como já referi mais do que uma vez – não concordo. Falo portanto, do ponto 7: “Uma equipa que tenha sido promovida à 1ª Divisão ou com direito de permanência, mas não tenha cumprido os requisitos estipulados no ponto 5 deste para inscrição na época seguinte, jogará na 2ª Divisão se cumprir com o estipulado para esta no ponto 6, ou na 3ª Divisão; “Ou”… na 3ª Divisão?

 

Expliquem-me isto. O ponto 6 diz:

Para inscrição de um [um quê? – pergunto eu. Ah, clube!] no Campeonato da 2ª Divisão existem as seguintes condicionantes: participação em campeonatos nacionais, regionais ou distritais de jovens da época anterior de pelo menos 8 jovens diferentes, filiados pelo clube nessa época. A contabilização dos participantes é feita com base nos jogadores que concluíram a prova. (Regime transitório: Época de 2008-09: 0 jovens; época de 2009-10: 4 jovens).

 

Em que época estamos? 2009-2010 ou é impressão minha?!

 

Confesso que todo este assunto me transtorna e neste momento não devo estar a possuir de toda a lucidez possível para avaliar com exactidão estes absurdos pontos deste absurdo regulamento. 

 

Mude-se este Regulamento! Nunca concordei com regras hipócritas que possam ser contornadas de forma leviana e pouco verdadeira. Este regulamento é um exemplo disso. Pelo que me é dado a parecer… 

 

Estamos na Época 2009-2010, ainda não tivemos Nacionais de Jovens, a Associação Académica da Amadora desceu desportivamente à 2ª Divisão e… porque é que não tem direito de constar nela?

 

 

Exorto aos demais clubes e jogadores, pela vossa solidariedade de actuação e opinião pelo que a Associação Académica da Amadora também está e estará disponível para discutir os assuntos de forma séria e verdadeira bem como ajudar ao máximo para que o Xadrez se desenvolva como modalidadee como comunidade, tendo em conta sobretudo, a formação junto dos jovens, no seu desenvolvimento pessoal e desportivo.

 

 

Saudações xadrezísticas,

 

Edgar Álvares Pereira

(Coordenador da Secção de Xadrez da Associação Académica da Amadora)

Faleceu o jurista brasileiro Marcílio Krieger especialista em Direito do Desporto

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O Direito Desportivo e o mundo jurídico estão de luto. Faleceu na manhã de quinta-feira [ontem] o jurista brasileiro catarinense Marcílio Krieger.

Marcílio é um dos grandes nomes do Direito Desportivo nacional, um mestre para todos que militam nessa área jurídica. Autor de diversas obras é uma referência no estudo do Direito Desportivo.

Recentemente, os colegas da Universidade de Coimbra,  Leonardo Schmitt de Bem e Rafael Teixeira Ramos, coordenaram a obra Direito Desportivo – Tributo a Marcílio Krieger, que reúne artigos de grandes autores, uma obra imperdível.

Lembro que quando concluí minha dissertação de mestrado enviei uma cópia ao Professor Marcílio Krieger. Ele elogiou meu trabalho e me deu força para seguir na área.

Fernando Tasso, em extracampo.com.

imposição da legalidade na Federação Portuguesa de Xadrez

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As últimas notícias vindas da FPX não nada agradáveis para quem pugna pela legalidade no seio da Federação Portuguesa de Xadrez.

O incumprimento da deliberação do Conselho de Justiça levou-me a presentar na Procuradoria da República documento comprovativo em como as alterações aos estatutos da FPX não se estão a processar de forma legal sendo consideradas ilegais.

Entretanto, fez no passado dia 21 de Fevereiro UM ANO que apresentei na FPX um requerimento a solicitar diversos documentos administrativos. Não obstante a Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos ter emitido dois Pareceres, o Presidente e a Direcção da FPX continuam sem cumprir o disposto naqueles dois documentos. Sobre este incumprimento legal vai dar entrada na Provedoria de Justiça uma Queixa contra a FPX.

Em face da notícia do DN [As Federações têm até Abril para cumprir novo regime jurídico. Secretário de Estadorecordou que «não podem estar acima da lei»], estou a organizar um dossiê sobre as anormalidades existentes na Federação Portuguesa de Xadrez, a começar pela sonegação da informação da deliberação do Conselho de Justiça e da desobediência no cumprimento desta deliberação do CJ ao pretender realizar eleições.

Entretanto, não serão esquecidas as mentes irrequietas que clamam pelos factos que comprovam a existência de ilegalidades na FPX.

Serão descritos e apresentadas provas em como o processo eleitoral para as eleições de Delegados à Assembleia Geral da FPX de 25 de Outubro de 2009 foi condicionado violando disposições legais, estatutárias e regulamentares.

Tolerância Zero no xadrez!

As Federações têm até Abril para cumprir novo regime jurídico. Secretário de Estado recordou que “não podem estar acima da lei”

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Laurentino Dias, secretário de Estado da Juventude e do Desporto, deu às federações desportivas até ao final de Março para regularizarem todas as situações – dívidas, estatutos e regulamentos – a fim de adequarem ao novo regime jurídico e poderem assinar os novos contratos programa para 2010.

Com a aplicação do novo diploma, as 62 federações desportivas estão obrigadas, entre outras exigências, a adequar os estatutos ao regime novo regime jurídico assim como não podem formalizar contratos-programa enquanto tiverem dívidas ao Instituto do Desporto de Portugal (IDP).

Numa reunião realizada ontem no auditório do Centro de Medicina Desportiva de Lisboa, entre o IDP e as federações desportivas, «com a finalidade de analisar assuntos decorrentes da celebração e execução de Contratos Programa do Desenvolvimento Desportivo» inerentes às dificuldades manifestadas pelas federações em cumprir os regulamentos, Laurentino Dias, recordou ao dirigentes federativos presentes que estes «não podem estar a cima da Lei».

O político acrescentou que quando o IDP enviou para as federações uma informação, no último dia útil do mês de Janeiro, sobre essa matéria, limitou-se “a chamar a atenção” para os condicionalismos que o incumprimento das normas provocaria na assinatura dos contratos programas para as federações em falha. Laurentino Dias disse ainda que «não compreendia o alarmismo e os constrangimentos do funcionamento interno» provocado pelas federações, recordando que quando tomou posse do cargo que agora exerce essas mesmas federações estavam sem receber até Março.

Os dirigentes desportivos contactados pelo DN, após a reunião, mostraram-se satisfeitos com as palavras de Laurentino Dias, mas voltaram a reiterar que «nunca estiveram contra a Lei mas apenas contra os apertados prazos para a adaptação à nova realidade jurídica e a falta de diálogo que agora foi de uma forma clara promovida por Laurentino Dias». Ainda assim, voltaram a recordar que o IDP «tem e deve fazer cumprir a Lei mas também deve essa instituição promover esse cumprimento evitando atrasar e disponibilizar atempadamente os meios de trabalho para o cumprimento dos contratos programa».

Em DN Desporto

Tolerância Zero à ilegalidade na Federação Portuguesa de Xadrez. As eleições para a FPX violam a deliberação do Conselho de Justiça da federação

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Em tempos apresentei um Recurso do despacho qure constitui a Acta da reunião da Comissão Eleitoral das Eleições para os Delegados à Assembleia Geral da FPX de 31/10/2009 e requeri a impugnação das eleições para Delegados à Assembleia Geral da FPX respeitante às categorias dos Clubes e dos “técnicos” .

Conselho de Justiça da FPX tendo analisado o Recurso, deu-me razão tendo proferido a deliberação constante do Recurso nº 2/2009, que determina na sua

DECISÃO:

Posto o supra expendido, o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Xadrez decide:

Declarar nulo e de nenhum efeito o acto eleitoral para delegados dos Clubes;

Suspender os efeitos do acto eleitoral dos Treinadores até a Federação Portuguesa de Xadrez  informar se todos os eleitores constantes dos cadernos eleitorais dessa categoria de agentes desportivos, possuem título emitido ao abrigo do Decreto-Lei nº 351/91 de 19 de Setembro.

Lisboa, 27 de Novembro de 2009

 

A FPX nunca se preocupou em informar a comunidade xadrezista do teor desta deliberação do Conselho de Justiça, antes, a ignorando como se não existisse. Deu-se posse a membros e substitui-se o presd. da mesa da assembleia geral à revelia daquele documento do órgão social competente e independente.

Nestes termos, o Presidente da Federação Portuguesa de Xadrez, António Bravo  e os restantes directores em funções, David Barbosa, Rui Henriques, Luis Alves e Luis Maninha, bem como o Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FPX,  Fernando Castro, ainda em funções, são obrigados a cumprir as deliberação do Conselho de Justiça, sob pena de desobediência às deliberações de um órgão social da FPX independente.

Em caso de recusa de cumprimento daquela deliberação do Conselho de Justiça seguirão, de imediato, Queixas desta situação para as entidades competentes, designadamente, o Secretário de Estado da Juventude e do Desporto.

A gravidade da situação não pode suscitar outro actuação da minha parte, sobretudo, para quem tem a obrigação de cumprir as disposições legais, estatutárias e regulamentares e não o faz.

Poderá estar em causa o estatuto de Utilidade Pública Desportiva, mas, isso não parece preocupar os dirigentes da FPX.

Foi dito e repetido que com o novo regime jurídico das federações desportivas se abria uma nova página no xadrez – uma “refundação” da FPX.  Os resultados estão à vista – a concentração e o controlo do poder.

O “novo” Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Tiago Brandão de Pinho,  (e restantes membros da mesa) sabe que a sua eleição está ferida de legalidade, em virtude da deliberação do Conselho de Justiça.

O Presidente e a Direcção da FPX e a Mesa da Assembleia Geral da FPX estão a violar dos Estatutos da FPX e responderão pela sua conduta.

As eleições, convocadas para o próximo dia 28 de Fevereiro estão feridas de legitimidade.  Quem concorrer sujeita-se a ver o acto eleitoral ser declarado nulo.

Os membros da Assembleia Geral Delegados à Assembleia Geral da FPX pelos Clubes e pelos “técnicos” não podem eleger qualquer candidatura aos órgãos sociais da FPX por terem sido ilegalmente eleitos, como reconheceu o Conselho de Justiça da FPX.

Imposição de despromover unilateral e irreversivelmente a equipa do Sport Faro e Benfica

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Reenviaram-me um email que, por tão significativo do dirigismo que temos instalado na Federação Portuguesa de Xadrez e das suas nefastas consequências para a modalidade e os seus praticantes, não poderia nem deveria deixar de divulgar publicamente. Para que conste!

Venho por este meio expressar a minha opinião (sem ser de ordem técnica ou jurídica) sobre a interpretação dos famigerados regulamentos que permitiram o afastamento da minha equipa (Sport Faro e Benfica) do Campeonato da 1ª Divisão por equipas.

Infelizmente tem-se vindo a assistir, nos últimos tempos, a decisões mais ou menos polémicas da F.P.de Xadrez. Desde a exclusão dos nossos melhores jogadores das selecções que participaram na olimpíada (caso do António Fernandes) até esta lastimável decisão de excluir logo à primeira recidiva, as equipas que por uma razão ou outra não conseguiram cumprir estes regulamentos feitos por meia dúzia de pessoas que pensam ter o monopólio da razão e cura para todas as panaceias de que sofre o xadrez actualmente em Portugal. Algumas de entre estas pessoas são titulares de cargos directivos que parecem gerir apenas via mail.

É lamentável algumas declarações de teorias da conspiração sobre hipotéticas hipóteses de algumas equipas como o S. Faro e Benfica preferirem jogar o nacional da 2ª divisão por ser mais barato. Afirmações destas são tristes e só contribuem para a penumbra a que se assiste na nossa modalidade. Devia ser terminantemente proibido alguém gerir uma associação via email sem nunca estar presente fisicamente .

Desclassificar uma equipa desta forma que tanto lutou desportiva e economicamente para estar na 1ª divisão, como fizeram com a minha equipa e outras e mais logo a priori sem a mínima oportunidade ou hipótese de reverter a situação, parece-me um acto no mínimo duvidoso e unilateral, aí sim, dando origem a muitas teorias da conspiração.

O que se passa hoje em dia com os dirigentes desta nobre modalidade é vergonhoso e sintomático, ninguém de bom senso quer apresentar uma lista para liderar este barco sem rumo que se chama F.P.X.

Jogo xadrez há 30 anos!!!!! Nunca na minha vida assisti a uma vergonha deste tipo que só contribui para o descrédito e desconfiança da nossa modalidade.

Todos os anos novas leis, que ninguém sabe ou tem acesso. Aliás, o site da F.P.X. é “um modelo” de como pode funcionar um sítio de uma Federação a nível nacional!!! E que presta informação (?) a todos os interessados.

Por favor demitam-se todos, pois a desconfiança é muita. Vejam o histórico das últimas decisões tomadas, desde os supracitados jogadores que foram seleccionados para representarem as nossas selecções, incluindo a feminina, e saberão do que falo.

Eu pessoalmente teria vergonha,,,

José Paulino

Federação Portuguesa de Xadrez ou Portuguese Chess Federation?

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 Messenger Bag e Tote Bag

 

Alguém anda a ganhar à custa da FPX!!

No reino das aparências

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O que quer o propagandista não é controlar a realidade. A sua primeira ambição é outra: gerir a aparência. Não lhe interessa refutar factos e suspeitas desfavoráveis, mas manipular a forma como esses factos são lidos e interpretados pelo maior número de pessoas. É nessa contra-informação metódica que o propagandista cava a distância entre o que é e o que parece.

Por isso, o grande motor de toda a propaganda – política, económica ou cultural [ou desportiva, FV] – residiu sempre na criação sofisticada de aparências. As aparências também assentam em opiniões. Mas essas opiniões são distorcidas, falsificadas, enviesadas. São opiniões falsas que pretendem gerar outras opiniões falsas. Nas sociedades de massas, as aparências circulam como produtos tóxicos. E o mais difícil nisto tudo é isolar e compreender a realidade.

Crónica de Pedro Lomba no Público de 18/2.

 

Esta crónica do jurista Pedro Lomba aplica-se na perfeição à nossa sociedade política mediática. E, como tal, também ao desporto.

Repare-se como o texto de PL parece escrito para ilustrar o que se passa na Federação Portuguesa de Xadrez. O que é é ou parece que é?

Mas, não nos iludamos, o momento actual na FPX caracteriza-se pela existência das duas situações: a propaganda (a aparência) e o controlo (da realidade).

GM Magnus Carlsen, pupilo de Kasparov, é o actual nº 1 do mundo do xadrez

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Magnus Carlsen, o pupilo de Kasparov, é patrocinado por um banco e um escritório de advogados [Arctic Securities and law firm Simonsen] que investiram 4 milhões de coroas suecas [cerca de € 530,000.00) na carreira deste menino prodígio.

O primeiro dia de 2010 entrou para a história do xadrez. Aos 19 anos e 32 dias de idade, o norueguês Magnus Carlsen tornou-se o mais jovem ser humano a assumir o topo do ranking mundial. Antes dele, os recordistas eram o americano Bobby Fischer, com 21 anos e o russo Garry Kasparov, aos 22.

A impressionante história de Magnus aponta para um novo futuro do desporto.

Um mestre em 5 lances

1. O COMEÇO
É comum que grandes jogadores de xadrez participem de seus primeiros torneios aos seis anos e se tornem jogadores a tempo interiro aos 12. Nascido em Tonsberg em 1990, o primeiro torneio de Magnus Carlsen foi o campeonato nacional de 1999, quando tinha nove anos. Mas continuou os estudos e adaptou o calendário das competições de acordo com a escola. Aos 13 anos tornou-se o terceiro jogador mais jovem do mundo a conquistar o título de Mestre Internacional.

2. A SUBIDA
Aos 15, já vencia alguns dos grandes mestres. Num ano, entre Janeiro de 2006 e Janeiro de 2007 saltou no ranking mundial, do 89º para o 24º lugar. Em Abril passado era o 3º. Com as vitórias conquistadas em Novembro, assumiu, oficiosamente, a posição oficial na divulgação do ranking na Lista de Elo FIDE de Janeiro de 2010.

3. O TALENTO
O mundo do xadrez é cheio de pessoas de elevado QI. O jovem é capaz de calcular 20 lances com antecedência. Muitas deles são tão ousados que os especialistas não entendem onde ele pretende chegar — até que o lance se conclui e todos o consideram genial. Essa capacidade intuitiva já lhe rendeu o apelido de Mozart do xadrez. Considerado o maior jogador de todos os tempos, o russo Garry Kasparov, líder do ranking entre 1985 e 2005, disse que o garoto tem «um talento natural para saber onde colocar as peças no tabuleiro». Em entrevista à revista Time, Magnus tentou explicar o inexplicável. «Muitas vezes um determinado lance parece o melhor».


4. OS TORNEIOS
O ranking mundial é definido pela pontuação em várias competições. Algumas, como os torneios de Londres, Linares, Montecarlo e Dortmund, constituem uma espécie de Grand Slam. Pouquíssimas pessoas ultrapassam passam os 2.800 pontos — Magnus alcançou o feito em Outubro, na China. Tinha 18 anos muito menos que o recorde anterior de Vladimir Kramnik (25 anos).

5. O TREINADOR
Magnus
nem mesmo sabe se tem em casa um tabuleiro. Ele cresceu a praticar no computador, na Internet Chess Club e Playchess. Essa característica tornou-o um novo tipo de jogador, capaz de lidar com uma grande variedade de lances. O seu talento fez com que Kasparov o recebesse como seu pupilo.

Lido em Galileu. (Por lapso, não foi referido, como é prática normal no blogue, que este texto foi retirado da revista Galileu. Não houve qualquer intenção de plágio ou  apropriação indevida do texto.  Aqui fica o reparo.)

Curso de Introdução ao Direito do Desporto

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O Núcleo de Lisboa da Universidade Católica de Portugal da European Law students’ Association (ELSA UCP Lisboa) vai realizar um Curso de Introdução ao Direito do Desporto. Organizado em 5 sessões de 1.15h vai abordar as seguintes temas:

  • Introdução ao Direito do Desporto, Professor Doutor José Manuel Meirim, 01/03/2010;
  • Contrato Individual dos Desportistas Profissionais, Mestre António Nunes de Carvalhos, 03/03/2010;
  • Regime Jurídico das Federações Desportivas, Professor Doutor Pedro Machete, 08/03/2010;
  • Sociedades Anónimas Desportivas, Professor Doutor Paulo Olavo Cunha, 09/03/2010;
  • A Justiça no Desporto, Professor Doutor José Manuel Meirim, 10/03/2010.

Mais informações em ELSA UCP Lisboa.

O COP e os Jogos Olímpicos de Inverno no Canadá

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O Prof. José Manuel Meirim colocou o seguinte post em Colectividade Desportiva.

Recebemos do Luís Leite um texto que agora se publica e agradece.

Para o Presidente do Comité Olímpico de Portugal, no que respeita aos Jogos Olímpicos de Inverno – Vancouver 2010, o importante foi estar presente. Mesmo que o mais que honroso último lugar do brilhante Danny Silva, único atleta português presente nos 15Km de Ski de Fundo, aproxime dos feitos igualmente honrosos dos países equatoriais que não têm de todo nem neve nem gelo, só calor e muita humidade.

Ao ler a notícia publicada no site do COP e que tanto interessou os portugueses, glorifica-se:

1) “O concretizar de um sonho (chegar ao fim) que terá parecido impossível e que afinal se repetiu em duas ocasiões”;

2) “A bandeira portuguesa foi hasteada com solenidade no dia anterior à abertura dos Jogos e Portugal participou no desfile (…)”;

Por mais que se procure no texto, não se encontra nem a classificação (último lugar) do nosso brilhante representante, nem o número de membros que compuseram tão digna e brilhante representação olímpica nacional (5? ,7?, 9?). Ficamos sem saber.

Também ficamos sem saber qual o papel do COP, nas últimas olimpíadas, na procura de soluções para conseguir uma representação ainda mais brilhante, embora se faça eco da brilhante receptividade junto da comunidade portuguesa no Canadá, do brilhante esforço do Presidente do COP de «susceptibilizar portugueses residentes no estrangeiro ou os seus descendentes, que pratiquem desportos de Inverno, de optarem pela nacionalidade portuguesa, o que nos permitiria ter representações mais numerosas no futuro».

Brilhantíssimo! Nunca fizeram nada! Esqueceram-se! Agora é que vai ser!

Enquanto houver o Danny Silva vai o Danny Silva! Se não se deixarem voluntariamente susceptibilizar os luso-canadianos, luso-americanos, luso-escandinavos, luso-suíços, luso-franceses, luso-austríacos, etc., continua a ir o Danny Silva mais a voluntariosa e brilhante delegação do COP.

Ficámos a saber que o objectivo não é melhorar de último para uma posição um pouquinho menos última. O objectivo é mesmo ter uma representação mais numerosa (de últimos lugares?), que permitiria levar mais brilhantes e fanáticos dirigentes e funcionários do COP aos Jogos Olímpicos de Inverno (7? 11, 13? 25?).

O que importa mesmo é estar presente. Quem não gostava de uma passeatazinha à borla ao Canadá?
Nós somos é invejosos!

«Como se joga o xadrez», por J.J.B. [1934, ed.Aut.] no eBay

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1934, 1.ed. «Very rare book play chess portuguesese with 28 pages». US $99.00. Ver em eBay.

Vai o GC Odivelas recorrer aos Tribunais competentes contra as deliberações da Federação Portuguesa de Xadrez?

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O blogue do GC Odivelas, Há Xadrez em Odivelas, divulgou a resposta que a Direcção da FP Xadrez endereçou àquele clube sobre a Reclamação que o GCO apresentou em Novembro passado.

Afirma o presidente da FPX, António Bravo, no documento que enviou ao GCO, que

Não tendo o Conselho Jurisdicional emitido o parecer solicitado pela  Direcção e sendo necessário definir o elenco de equipas que irão disputar o Campeonato Nacional de Equipas, a iniciar a 6 de Março de 2010, a Direcção, na sua 26ª reunião convocada para o dia 7 de Fevereiro de 2010 e prolongada para o dia 12 de Fevereiro de 2010, abordou este assunto e decidiu confirmar  a posição comunicada pelo Director de Prova, Luís Maninha, na mensagem de correio electrónico enviada a 5 de Novembro de 2009.

(…)

A descida do Ginásio Clube de Odivelas aos Campeonatos Distritais é apenas uma consequência da decisão tomada pelos seus dirigentes, que lamentamos, e não resulta de uma decisão anti-regulamentar da Direcção da FPX.

 

Ficámos a saber que a manifesta ilegalidade cometida pelo director Luis Maninha foi sustentada pelos directores federativos que entenderam por bem ratificar a decisão daquele director, ignorando quaisquer argumentos jurídico-desportivos apresentados.

É minha convicção depois da análise dos documentos apresentados pelo GC Odivelas e disponibilizados no seu blogue – a Reclamação e Resposta da FPX – que a única via que se segue nos próximos tempos vai ser a interposição de competente recurso hierárquico desta deliberação federativa e uma providência cautelar a requerer a suspensão dos Campeonatos Nacionais.

Assim, serão os órgãos disciplinares, jurisdicionais e judiciais competentes que se irão pronunciar sobre a justeza da pretensão do Ginásio Clube de Odivelas.

Enfim, a FPX no seu melhor.

«O xadrez é uma “guerra” onde joga um de cada vez»

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O xadrez é um ‘jogo de guerra’? «Em termos simbólicos representa de facto a guerra, mas uma guerra diferente», responde Luís Ascenso, o presidente da Associação de Xadrez da Região Autónoma dos Açores, em entrevista ao programa ‘Conversa Fiada’, da Rádio Açores/TSF.

Para ele, o xadrez é uma «guerra disciplinada onde joga um de cada vez e com respeito pelo adversário, enquanto que na guerra real jogam todos ao mesmo tempo». Além de presidente da associação açoriana de xadrez, Luís Ascenso é também xadrezista no Operário.

A época de xadrez começou a 1 de Outubro do ano passado, mas só a partir de Janeiro deste ano começaram os campeonatos, com a realização do Campeonato Regional de Jovens e do Campeonato Nacional de Semi-rápidas.

Sendo um jogo lento, difícil de compreender nas suas ínfimas possibilidades e com grande apelo ao raciocínio, o xadrez tem alguma atracção sobre uma geração de jovens habituados a uma cultura ‘instantânea’? Luís Ascenso acha que sim. «Há cada vez mais gente nova a jogar xadrez e este ano tivemos mais de 100 jovens a participar no campeonato, dos 8 aos 20 anos, o que se deve em grande parte ao trabalho dos monitores feito nas escolas», afirma.

 O presidente da Associação de Xadrez da Região Autónoma dos Açores refere ainda a grande cobertura que o xadrez já tem nas escolas da Região e «sempre que há um potencial núcleo de xadrez numa escola nós apoiamos», refere.

Lido em Açoreano Oriental.

«Os treinadores de desporto», Prof. José Manuel Meirim

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Como referido no texto imediatamente precedente, um dos diplomas legais publicados no derradeiro dia de 2008 foi o Decreto-Lei nº 248-A/2008, de 31 de Dezembro, que estabelece o regime de acesso e exercício da actividade de treinador do desporto. Trata-se de matéria obviamente relevante para a saúde do sistema desportivo e que não se limita ao universo do desporto federado.
Antes de a seu respeito formular algumas considerações, devo confessar que não conheço em profundidade a situação actual do exercício de funções de treinador. Trata-se, pois, de uma significativa limitação. O leitor, se assim o entender, pode carrear elementos para esta colectividade sobre essa realidade e, desse modo, enriquecer o debate em torno da nova disciplina.
Por ora, registo apenas alguns aspectos gerais.

Em primeiro lugar, o decreto-lei recolhe um conceito de treinador de desporto que prescinde do carácter remunerado do exercício da função (artigo 3º).
Por outro lado, apresenta como condição de acesso ao exercício da actividade a obtenção de cédula de treinador de desporto (artigo 5º).
Tal cédula é emitida e renovada pelo Instituto do Desporto de Portugal artigo 6º, nº 2).
Passam a existir quatro graus de qualificação (artigo 7º), com conteúdos funcionais legalmente fixados (artigos 8º a 11º).
O diploma assegura um sistema de fiscalização e ainda um regime sancionatório (contra-ordenacional e disciplinar).

O novo diploma, contudo, vive muito sob o signo de um expressivo tempo ainda a decorrer para a sua efectiva aplicação.
Em primeiro lugar, refira-se que o diploma só entra em vigor 90 dias após a sua publicação (artigo 28º).
Em segundo lugar, de acordo com o artigo 12º, nºs 1 e 2, as federações desportivas dispõe de 180 dias para propor ao Instituto do Desporto de Portugal as correspondências entre as “etapas de desenvolvimento dos praticantes desportivos” e cada um dos graus do treinador de desporto.
Seguem-se mais 90 dias para as federações desportivas, após a validação administrativa, transporem tais correspondências para os seus regulamentos.
Por outro lado, as federações desportivas vão dispor de um prazo de 180 dias, após a entrada em vigor do diploma, para estabelecer nos seus regulamentos mecanismos de fiscalização do cumprimento das normas relativas à cédula (artigo 13º, nº 3).

Por fim, uma porta aberta quando se pretendeu fechar todas as janelas.

Com efeito, estipula o artigo 26º, nº 2 que os regulamentos federativos podem permitir, a título transitório e mediante autorização do Instituto do Desporto de Portugal, enquanto inexistam treinadores de desporto titulares de graus superiores, que as tarefas legalmente determinadas para os graus II, III e IV, sejam exercidas por treinadores de desporto titulares de cédula de graus inferiores.

Texto disponível em Colectividade Desportiva, 4/1/2009.

Os novos requisitos para os monitores e treinadores de desporto em debate na Confederação do Desporto de Portugal

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Os novos requisitos a que passam a ser obrigados os monitores e treinadores que orientam e conduzem actividades físicas e desportivas vão estar em análise em mais uma sessão das “Tertúlias da Confederação”.

O debate realiza-se no dia 24 de Fevereiro (quarta-feira), pelas 18.00h., na Reitoria da Universidade de Lisboa, Cidade Universitária, subordinado ao tema “Orientação e Condução das Actividades Físicas e Desportivas: que problemas com a nova legislação?” e surge na sequência da publicação do Decreto-lei nº 271/2009, de 1 de Outubro.

In CDP.

Ver DL 248-A/2008, de 31/12, aprova o regime de acesso e exercício da actividade de treinador de desporto.

Ver DL 271/2009, de 1/10, Estabelece a responsabilidade técnica pela direcção das actividades físicas e desportivas desenvolvidas nas instalações desportivas que prestam serviços desportivos na área da manutenção da condição física (fitness), designadamente aos ginásios, academias ou clubes de saúde (healthclubs), independentemente da designação adoptada e forma de exploração, bem como determinadas regras sobre o seu funcionamento.

Ler, igualmente com proveito, o post publicado em Ala de Rei, com o título , do passado 15/9 e os seus interessantes 2 comentários.

When is a Legal Move Illegal? Answer by Geurt Gijssen

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Dear  Mr Gijssen, 

In the following position of a Rapid game White played 1.Bg2 and Black answered 1…Ka8:

White, without realising the illegality (since both players were very young), played 2.a7. Now Black to play, claimed a stalemate since he has no legal move and the last move played was not a check. But the white player claimed a win by checkmate.

What is your opinion of this peculiar situation. The rules only deal with the last move if it is legal. How about the position preceding  the last move, since the king cannot move into check? Is this position stalemate or checkmate? Since this game was played by youngsters, the mere application of the rule does not justify the resultant position.

Here is a case where White allowed the black king to come into check, and, without getting the position corrected with the help of the arbiter, proceeded to play a move that produced a stalemate position, according to 5.2a of Laws of Chess, even though the king was already in check prior to the last move. In this case, the arbiter reset the position before the illegality and allowed the children to continue the game. Ironically, even after getting a new queen, the white player produced a stalemate! But this time by proper legal moves. Please comment, thank you.

Yours, K. R. Seshadri (India)

The answer (Mr Gijssen) is at Chesscafe.com.

«Fundamentalismo administrativo [do IDP] provoca asfixia nas Federações»

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Cipriano Lucas escreveu no Diário de Notícias, um artigo onde denuncia o «fundamentalismo administrativo» do IDP (Instituto do Desporto de Portugal).

Ler o artigo Federações queixam-se de asfixiamento pelo IDP.

«Modelos e Virtudes» do Modelo Europeu do Desporto, por João Carvalho

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João Carvalho escreveu em Colectividade Desportiva o artigo Modelos e Virtudes [do Modelo Europeu de Desporto]. Destaco o seguinte excerto:

A Comissão abandona o modelo descrito em 1998 e no Livro Branco sobre o Desporto assume que:

“O debate político sobre o desporto na Europa atribui frequentemente uma importância considerável ao chamado «Modelo Europeu do Desporto». A Comissão considera que certos valores e tradições do desporto europeu devem ser promovidos. Contudo, considera que, dada a diversidade e as complexidades das estruturas desportivas europeias, é irrealista tentar definir um modelo único de organização do desporto na Europa”

Se os valores solidários onde assentam as bases do desporto europeu o permitem distinguir de outros modelos de organização desportiva, não deixa de ser evidente que muitos desses valores se podem encontrar em várias partes do globo. Na Europa o desporto tende também a importar mecanismos de governação e regulação (sistemas de licenciamento, tectos salariais, competições fechadas ou organizadas em estruturas não piramidais, etc.) de outras latitudes. Tudo isto reconfigura os pilares do Modelo Europeu de Desporto (MED) e a sua fiabilidade enquanto instrumento de análise da complexidade actual do desporto da UE.

 

Ler o artigo completo.

Sobre o Modelo Europeu de Desporto, ver p.ex., O Modelo Europeu de Desporto – Documentos de Reflexão da Comissão Europeia, da Confederação do Desporto de Portugal, Modelo Europeu de Desporto, pelo Fórum Olímpico de Portugal, A centralidade das federações desportivas no modelo europeu de desporto e os efeitos nas políticas públicas e no moviomento olímpico, de José Manuel Constantino e Modelo Europeu de Desporto. A Alegoria do Oásis, de Luis Cassiano Neves.