Me “acusam” de defender o casal Nardoni, e eu já disse que não apenas não os defendo como também não teria prerrogativas para isso.
O que eu tenho feito e acho que é correto, é questionar os resultados dos exames e de certas conclusões que os consideraram culpados mas que jamais me convenceram.
Do debate poderá surgir a luz e todo o elemento que se acresce ao debate é bem vindo e será considerado dentro de sua grandeza e parâmetros.
Uma obra fictícia, de um dos maiores, senão o maior escritor de todos os tempos, Edgar Alan Poe, talvez ilustre essa posição.
Edgar Alan Poe, extraordinário, um gênio da literatura e da filosofia, dispensa qualquer comentário e apresentação e “Os crimes da Rua Morgue” é um extraordinário presente que ele nos deixou.
Espero que leiam e reflitam sobre tudo e eu quero oferecer a apresentação desse conto de Poe, à Da. Rosana de Sousa Antunes, que, como tantos outros leitores, apresentaram suas opiniões mesmo discordando da minha, mas sempre com o espírito verdadeiro de buscar a verdade.
Quero também, respeitosamente oferecer ao Exmo. Promotor de justiça, o Dr.Cembranelli que gentilmente nos deu alguns esclarecimentos.
Enfim, desejo a todos o prazer imenso da leitura que Edgar Alan Poe nos oferece associada a uma análise extraordinária da natureza humana.
Bom divertimento e aqui vai a primeira parte da história.




