Ala de Rei

a opinião e a crítica sobre a legalidade e a justiça no xadrez e no desporto em geral.

Os 10 Mandamentos da Coragem

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1. Não perder a cabeça

Sentimentos agressivos com a fúria e a cólera ou negativos como a recriminação e o ressentimento são perda de tempo e de energia.

Pelo contrário, a temperança e a persistência acrescentam valor às situações.

 

2. Estar disposto a correr riscos

Não assumir riscos é, para muitos, uma forma de fugir ao fracasso.

A pouca vontade de experimentar situações não quotidianas ou atípicas deixa-nos ficar pela escolha garantida, sem nunca chegar a saber o que poderia ter resultado, trilhando outro caminho.

 

3. Até ao fim

Escolher entre o fácil e o difícil sabendo que é mais fácil desistir do que insistir.

A capacidade de levar até ao fim situações penosas mas acertadas, confere a resistência necessária para enfrentar o impensável.

 

4. Aceitar desafios

Procurar superar a mediania, fugindo à tentação de copiar o modelo dos outros, acreditando que o nosso é possível.

Não se contentar com o expectável e desafiar o “destino”.

 

5. Não ser irreflectido

Se decidirmos dar tudo por tudo e despender tempo, energia e dinheiro para depois desistirmos é porque fomos ineficazes na decisão ou fraquejámos perante os obstáculos.

Abandonar pode ser uma opção válida para evitar o fracasso, desde que tenhamos um plano para a desistência.

 

6. Distinguir o importante do irrelevante

Distinguir o que se quer conquistar e merece todo o esforço, daquilo que não oferece oportunidades.

O preço que se paga por investir numa coisa que não melhora, nem piora, é muito elevado, quando nos impede de alcançar o importante.

 

7. Não à memória curta

Confrontados com situações difíceis, mitos desistem e concentram-se noutro negócio ou alteram os objectivos, começando tudo de novo como forma de tentar escapar.

Esquecem-se que as dificuldades são recorrentes, por são próprias da vida e dos seres humanos.

 

8. Passar o nível

Após o começo chega o momento de decidir entre investir para passar a um nível superior ou ficar na mesma situação.

É indispensável ter coragem para entender as consequências das decisões e da audácia suficiente para se comprometer.

 

9. Escolher ser o máximo

A escolha depende apenas da vontade de o ser. Optar entre ser original ou ficar pela suficiência.

Fazer o trabalho limitando-se a cumprir obrigações e satisfazer expectativas ou usar as oportunidades para criar algo fabuloso e carregado de simbolismo.

 

10. Manter a firmeza

Não abandonar planos de longo prazo, sem prejuízo de afastar tácticas que não estão a resultar ou projectos que não servem os nossos fins.

 

Maria Duarte Belo, Coaching e Gestão de Imagem

 

Em www.oje.pt.

O Xadrez municipal na Grande Lisboa morreu de morte natural ou teve uma morte antecipada?

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"Chess Pain", de mattman [c) www.redbubble.com/people/mattman]

Loures chegou a ter um Plano Desenvolvimento do Xadrez (PDX) municipal e uma Academia de Xadrez. 

O Xadrez, essa modalidade foi já foi rainha naquele concelho, encontra-se abandonada há muito, com o espaço camarário daquela Academia, transformado em armazém, a encher-se de pó e lixo. Agora está a promover uma série de Convívios Desportivos designados Centros de Formação Desportiva (o primeiro, a 31/5, é um Sarau Gímnico, o segundo é dedicado ao Futebol e o terceiro aos Desportos de Combate).

 

A Grande Lisboa chegou a ter PDX na Câmara de Lisboa e concelhos limítrofes, como por exemplo Loures e Odivelas. Passados poucos anos nem um.

 

A Presidente da Direcção da AX Lisboa que tinha no seu programa dar a volta a esta questão e andava mais preocupada com as suas veteranas viagens pela Europa tinha mais que fazer com os seus cargos na FPX que lhe davam maior prestígio na modalidade do que se preocupar com uma associação distrital.

Kosteniuk Open Letter to FIDE (Carta Aberta de Koeteniuk à FIDE)

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From

The Desk of Alexandra Kosteniuk, Women’s World Chess Champion,
Co-Chair, Commission for Women’s Chess

 

To

FIDE President Kirsan Ilyumzhinov,

FIDE General Secretary Ignatius Leong,

the Commission for Women’s Chess Co-Chair Susan Polgar,

the Commission for Women’s Chess Secretary Martha Fierro Baquero,

Councilors Xie Jun and Maya Chiburdanidze,

Members Antoaneta Stefanova, Xu Yuhua, Zhu Chen, Nona Gaprindashvili, and Franca Dapiran

 

May 7, 2009 (Ref. AK-20090507)


Subject : FIDE Commission for Women’s Chess Proposals

 

 

Dear fellow supporters of Women’s Chess!

 

Since being appointed Co-Chair of the FIDE Commission for Women’s Chess at the recent FIDE Presidential Board in Istanbul, I have studied in detail the current situation of women’s chess around the world.

 

While there has undoubtedly been great progress in women’s chess in the past few years, evidenced by the larger number of women participating in chess tournaments, as well as the general increase of women’s ratings, I believe there is much we can do to improve the situation further. We have to work on all levels, so that chess is perceived as a game equally suited to girls as to boys, beneficial to their development, in school and later on in life. This will lead to more girls starting to play chess, becoming members of
their national chess federations and consequently more girls and women taking part in chess tournaments. With time, this will further raise the overall level of women chess players. With further work to make our women champions better known, girls and women will have role models to follow and that will help them become better chess players, too.

 

Besides that, developing Women’s Chess also can help attract more press to chess, thereby pulling in potential sponsors, raising its profile and helping the game of chess as a whole.

 

My belief is that, with some good ideas, coupled with sound policies and precise targets for improvements in Women’s Chess, we can reach significant improvements.

 

In this letter, I raise some important issues and give some proposals to improve women’s chess over time.

 

Improvements won’t come all at once, we will need everyone’s input and active involvement. I am firmly committed to helping to develop Women’s Chess in the world, and so I propose to take upon me the role of centralizing all the ideas, improving on them with everyone’s help, and try to push them around until they become a reality.

 

I need and welcome all of your comments and suggestions to any of these points. Feel free to respond to the committee members as a whole so we can all be informed of how our issues advance. You can also add issues that are close to you and we can try to improve the situation in those too. I will follow up on all issues until we either succeed or decide it is an avenue not worth being followed.

 

Specially for the goal the Improving Women’s Chess, and to have a central depot for the ideas generated and comments to them, I have set up a Women’s Chess Blog, where you will be able to post messages with your ideas and comments to any other ideas. The address is www.chessblog.com and I will make sure that it meets its goal of positively promoting Women’s Chess in the world.

 

Today I have posted on www.chessblog.com this letter in its entirety, and in the days ahead, each point raised below will have its own post, so you will have a chance to comment on any and all of the issues at hand. If you have a new issue you’d like to raise, simply send me an email to alexan@kosteniuk.com This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it and I will post the issue as a new post on www.chessblog.com .

 

The goal of the WOMEN’S CHESS BLOG is exclusively to improve Women’s Chess in the world, in a positive way, with new ideas and constructive criticism only. Women’s Chess will be shown to be the kinder and more attractive side of chess.
Open issues and Proposals:

 

1. Predictable Tournaments Calendar

 

It is important to make the calendar for professional women’s players as predictable as possible. For that we need to set up a reliable system where tournaments are announced as far as possible in advance and dates are recorded in a central FIDE database (for example at calendarwomen.fide.com). Official FIDE tournaments and Grand Prix events should have dates fixed at least 6 months in advance and cannot be changed after the bidding host has been accepted.

 

2. Making our Women Stars better known and turn them into Role Models

 

When the press talks about chess, they sometimes don’t have any ideas about the fact that women play chess too or they think it’s not interesting. We propose FIDE make women’s presence on their site closer to 50% of coverage. I looked today and there is practically not a word about any women’s chess champion nor any women’s event on the FIDE home page. At the minimum, FIDE should have a well placed button or banner on their home page called “Women’s Chess Stars”, for example at women.fide.com, where we could find the history of Women’s Chess, previous World Champions, as well as the current women’s champions in all sections (World, Continents, all Countries, all age groups). Any women on that page become FIDE WOMEN STARS and FIDE should promote them as such. Any girl from any country, whatever small it is, should be able to go to that page, and find her country “star”, which will be her role model for the time, before she gets better and becomes a “star” herself, then trying to become a bigger “star”. I think that this idea, while very easy to implement and which does not cost anything really, will help more girls think of chess being cool, and will bring them to
chess. And it will be useful for the press, who at a glance, will be able to see all of the worlds past and present stars, on a global scale going down to each country. That’s much better than having to search on dozens of Wikipedia pages and FIDE top lists.

 

3. Women’s World Blitz and Rapid Championships

 

Those tournaments, which could be a hit with sponsors and especially with TV, unfortunately don’t exist. FIDE should develop tournament regulations for them and put them up for bidding. ?FIDE could make official the titles of Women’s Blitz and Rapid Champions, which would make these events very attractive to all the top players, as well as to sponsors and the press. Further, organizers of continental championships should be encouraged to add 2-3-4 days to their schedules to hold continental Blitz and Rapid Championships, and give out additional titles of Blitz and Rapid Champions. I am sure many players would gladly participate in the extra competitions and this has a great potential to bring in the press and even additional sponsors. Also, playing a continental championship will then offer 3 chances to become the champion, which is better for the players. This can be also extended to the Women’s Grand Prix.

 

4. Creating the CAISSA Award

 

This award could be given to the best woman player of the previous year, based on some criteria to be determined (highest ELO improvement from 2400 up, highest performance in a top tournament, most titles won, etc.). FIDE could put this also up for bidding with sponsors and the title could come with the sponsor name, for example the “Microsoft Caissa award”, with a part of the sponsor’s money going to the budget for women’s chess.

 

5. Creating a GOLD ORGANIZER award

 

Our FIDE Commission for Women’s Chess can make a list of positive qualities women’s chess tournaments should have and evaluate each major tournament based on these factors. For example, level of prizes, web presence, satisfaction of players, etc. The tournaments and organizers who make the mark should be given a GOLD ORGANIZER award. The award is honorific in nature, but could carry some advantages in the future for example in scheduling tournaments. Also, FIDE could post on their web site information on all chess organizers , with a particular mention for those achieving the
GOLD status.

 

6. Increasing Women’s Prizes in Open Tournaments

 

At the moment the difference between the top prize and the top women who play in the same strong open tournament is significant, making it not at all interesting for the strongest women to play in large open tournaments. For example top men’s prize in an open could be $4000, but top woman in the open $200, which is not reasonable if there are several men GM playing, it becomes totally uninteresting for women to play or even costly since they often have to pay for they travel, hotel and sometimes trainer. This is
detrimental to the progress of women’s chess as women miss out on opportunities to play strong opens with men. FIDE could require for all FIDE rated tournaments to have a prize for the first woman to be no less than 30% (for example) of the top prize, this way with time it is sure that more women would participate in open tournaments, which would increase their levels.

 

7. Supporting women’s events with its Budget

 

FIDE is a little too silent on the way it uses its budget, as they don’t have a transparent reporting of their incomes and expenses. For example, while I am Co-Chair of the Commission, it is not clear what the budget, if any, the Women’s Commission has. It is also not clear how the budget is funded, from where. Recently I received an email asking about having the Women’s Commission support financially the Central American and Carribean Women’s Championship and we don’t know if there is a budget for this and what are the procedures to follow.

 

I think this Commission for Women’s Chess should have a budget in accordance with its duties, and the right to spend it to further Women’s Chess, in a totally open and transparent way, and taking everybody’s votes into consideration. It should be clear how the budget is funded, for example, a part of the 20% paid to FIDE from prizes of all major tournaments should go to the Commission for Women’s Chess (at least from the Women’s tournaments).

 

By this letter I ask the FIDE Secretary Mr. Ignatius Leong to inform us about the current budget for this year, as well as the correct procedure for spending it. This way we will be able to monitor the progress we make and support causes that deserve it.

 

I look forward to seeing you all on www.chessblog.com where I will inform everybody on the progress we make in all areas and you are welcome to add your comments. If you wish to contact me personally, for any reason and to add issues or suggested improvements for Women’s Chess to my list my email is alexan@kosteniuk.com This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

 

Best chess wishes to all!


Alexandra Kosteniuk
Women’s World Chess Champion


www.chessblog.com

Some interesting, good and constructive ideas, IMO.

in rec.games.chess.misc

Open letter to FIDE President Kirsan Iljumzhinov (Carta Aberta da ACP à FIDE)

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ACP Board [Mon May 25th, 14:32]Association of Chess Professionals.

 

To: FIDE President Ilyumzhinov K. N.

 

May 19th 2009


Dear Mr. President,

 

The Association of Chess Professionals expresses its deep concern on female tournaments’ calendar for the year 2009.

The new Grand Prix events series have been created this year, which is undoubtedly an excellent innovation in women chess.

However, the first stage of the Grand Prix (Turkey, 5-20.03) clashed with the individual European championship (Russia, 7-21.03). The second stage (China, 27.09-10.10) is scheduled for the same dates as the European Club Cup (Macedonia, 3-11.10).

Thus, professionals face a difficult choice now, as they cannot participate in both major events. The organizers cannot count on strongest players’ participation.

 

Since the calendar of female tournaments is not overloaded at the moment, and there are months free from female competitions, we kindly ask you to avoid a clash of major female competitions.

 

Best regards,

ACP Board


Contact person:

Elmira Mirzoeva

Lei do mecenato desportivo angolano para breve

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Os deputados da Sexta Comissão da Assembleia Nacional para a Comunicação Social, Desporto, Cultura, Educação, Religião e Juventude de Angola defendem a aprovação, o mais breve possível, da Lei do Mecenato, de modo a regular o apoio das empresas às federações desportivas.

Viver a vida

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Artigo do Prof. Jorge Araújo em Gerir é Treinar (O Jornal Económico) ©

 

Prof. Jorge de AraújoSerá que estamos a viver a vida, tal como ela se justifica? Como conseguir ser eficaz no plano profissional, sem que isso signifique total abandono da vida familiar e social? Por que razão o sucesso profissional raramente está ligado a uma grande satisfação interior, muito menos a um reconhecimento familiar e social acerca da importância daquilo que fazemos dia a dia? Como criar a necessária harmonia entre trabalho, família, inserção social e saúde física, mental, emocional e espiritual? 

Segundo Stewart Friedman, no livro Total Lidership, conseguimo-lo sempre que «actuamos com autenticidade, somos genuínos, íntegros, criativos e inovadores». 

Na opinião deste autor, conseguir viver a vida na sua plenitude exige-nos a capacidade para inspirar e mobilizar a motivação de todos aqueles que nos rodeiam e connosco colaboram. Requer que sejamos modelos pelos valores e princípios que defendemos, pela visão futura para que apontamos e, principalmente, por trilharmos, de forma equilibrada e madura, a ténue linha existente entre sermos flexíveis face às circunstâncias e, em simultâneo, coerentes com a filosofia de vida que professamos. Solicita-nos que sejamos verdadeiras referências enquanto líderes, chefes de família, animadores, culturais e cidadãos saudáveis, bem como em tudo o que se refira à gestão positiva das nossas energias. 

Resumindo, temos de fazer assentar toda a nossa vida em quatro pilares de decisiva importância, respectivamente, trabalho, família, comunidade e saúde. Todos eles fundamentais, entre os quais se impõe sermos capazes de criar as sinergias necessárias, tendo em vista objectivos bem definidos. 

Como sejam, manter uma permanente ambição e um desempenho profissionais de alto rendimento, atender às necessidades de apoio familiar, dispor do tempo livre que permita desempenhar tarefas sociais de relevância e, por fim, cuidar, ao pormenor, de tudo o que se refira ao equilíbrio e preservação da nossa saúde física, mental, emocional e espiritual. 

Simplesmente excelente este artigo do Prof. Jorge Araújo!

 

 

 

 

 

 

70% dos portugueses utilizam a Internet

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Netsonda networh research.A Internet entrou definitivamente nos hábitos dos portugueses. Quem o confirma é a Havas Digital, num estudo que aponta os fins-de-semana como período privilegiado para o acesso à rede, revelando uma proveniência crescente do acesso a partir de casa. De acordo com o documento, 70% dos portugueses acedia à Internet diariamente, contra 52 por cento em 2006.

 

A empresa defende que o sucesso das redes sociais e dos serviços de entretenimento alteraram os hábitos de utilização de Internet no país ao longo dos últimos dois anos e aponta para os dados obtidos: em 2008 mais de metade dos portugueses usava serviços como o Hi5, MySpace ou YouTube, número que compara com uma utilização de apenas 28 por cento da população em 2006.

A par com a utilização destes serviços aumentou de forma significativa ao longo dos últimos dois anos o interesse por serviços como blogues, chats ou downloads de música.

 

Os dados mostram que 92 por cento dos utilizadores procura entretenimento, 84 por cento procura informação, 40 por cento também acede por razões profissionais e 39 por cento por razões didácticas. Entre estes, o entretenimento foi aquele que ganhou maior expressão face à pesquisa realizada em 2006, altura em que era pretexto de navegação online para 76 por cento dos inquiridos. A liderança desta área de interesse é visível quer na faixa etária entre os 12 e os 24 anos, quer no grupo entre os 25 e os 44 anos.

 

Nos serviços usados no PC o estudo destaca o email como aplicação mais relevante, a que recorrem 90 por cento dos inquiridos. A pesquisa de informação e a utilização de serviços de conversação vêm em segundo e terceiro lugar de preferências.

 

O estudo foi realizado entre 17/10 e 7/11, através de 805 entrevistas telefónicas a indivíduos (utilizadores e não utilizadores de Internet) com idades entre os 12 e os 65 anos de ambos os sexos e residentes no continente.

Presidente da Fesmax (Federação Sul-mato-grossense de Xadrez) participa na Feira Internacional e no 2º Salão de Turismo de Mato Grosso do Sul

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Orlando Silvestre Filho, presidente da Fesmax, participará pela segunda vez do evento. Silvestre Filho foi Secretario Municipal de Turismo de Porto Murtinho (MS) quando cadastrou o município na Embratur [Empresa Brasileira de Turismo] e inseriu esta tradicional cidade de turismo de pesca em eventos como a Feipesca e os da Abratur.

Associar a modalidade do Xadrez ao Turismo é simplesmente viver a total integração de um esporte com o setor, o Xadrez dá prova disso diariamente no mundo inteiro, primeiro pelo grande número de eventos realizados em hotéis e segundo pelo vários locais históricos em que são realizados os eventos tradicionais da modalidade.

Para exemplificar mundialmente recentemente tivemos a III Copa do Mundo de Xadrez Rápido da ACP realizado em Odessa na Ucrânia na Academia Nacional de Direito, e os Mundiais 2009 de Xadrez Amador e Xadrez Escolar da FIDE disputado no Gran Hotel Palace de Tessalónica no final de Abril nesta cidade também conhecida como Salónica, que é a segunda maior cidade da Grécia e capital da Região da Macedônia. Tessalónica tem um dos maiores portos do norte do Mar Egeu e sua riqueza artística e arqueológica foi reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

No nosso contexto um dos eventos referenciais da Federação Sul-mato-grossense de Xadrez (Fesmax) é o seu encerramento da Temporada em Bonito (MS) conhecida Mundialmente pelas suas Belezas Naturais, o que já acontece a mais de sete anos, onde os eventos se realizam no período noturno, deixando o dia livre para se desfrutar de um Pólo do ecoturismo em nível mundial, com suas principais atrações que são as paisagens naturais, os mergulhos em rios de águas transparentes, cachoeiras, grutas, cavernas e dolinas.

 

Xadrez no PantanalE neste final de semana (30/05) o Clube de Xadrez Pantanal realiza o Open Muhpan de Xadrez no Museu de História do Pantanal localizado no Porto Geral de Corumbá (MS), mantido pela Fundação Barbosa Rodrigues será palco do duelo de estratégias entre Capital e Interior. Antes do evento, os alunos da Capital farão uma visitação no museu agendada com o coordenador do Programa de Ação Educativa do Muhpan Juliano Borges.

A Feira Internacional e 2° Salão de Turismo de Mato Grosso do Sul é uma estratégia de desenvolvimento do turismo no Estado de Mato Grosso do Sul, idealizada pelas lideranças de todos os setores públicos e privados, responsáveis pelo incremento deste segmento e comprometidos em mostrar ao Brasil e ao mundo que Mato Grosso do Sul é um destino seguro para todos os investimentos, com atratividade nacional e internacional.

(…) 

O evento acontece a cada dois anos. Operadoras de turismo e jornalistas da Alemanha, Portugal, Espanha, Peru, Argentina, Estados Unidos, dentre outros países, e de outros Estados do Brasil visitarão o Estado para conhecer pessoalmente o que vão divulgar internacionalmente.

 (…) 

Mas não são só estrangeiros que viajarão pelo Estado. O público da feira poderá, além de curtir as atrações gratuitas, adquirir pacotes turísticos para roteiros dentro do Estado por preços acessíveis.

A Feira Internacional e 2º Salão de Turismo de Mato Grosso do Sul, acontecem de 27 a 31 de maio, no Pavilhão Albano Franco, na capital sul-mato-grossense.

 

Saber mais em Salão de Turismo.

O Xadrez português em vez de se lamentar bem pode ir copiando as boas iniciativas do outro lado do Atlântico. E eles nem cobram direitos de autor, nem vão acusar os de cáde plágio, pelo contrário, ficarão satisfeitos por terem contribuído para que o xadrez luso não fique dependente do subsídios estatais.

«A grande mentira», de J. Barreto

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A grande ilusão... O pinóqui e as suas habilidades!Sob a capa da verdade

sempre a mentira sagaz

vai progredindo à vontade

vivendo num “leva e traz”

semeando sem parar

a confusão p’ra reinar! 

 

E, conforme o tempo passa,

assim a velhaca avança

dando largas à desgraça

que de ferir não se cansa

e gargalha de contente

pelo mal que faz à gente!

 

Mas, a mentira maior,

que mais fere a Humanidade,

é a que tem por teora

 suma felicidade

porque a citada “senhora”…

não nasceu ou foi-se embora! 

J. Barreto, em Destak, 26/5/09

 

 

Ler também, a propósito A grande mentira… ou verdade da ilusão!

Projecto especial leva o xadrez a escolas infantis na Alemanha

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Em mais de 150 jardins-de-infância no estado alemão da Renânia do Norte-Vestfália, as crianças recebem aulas de xadrez. Especialistas acreditam que o jogo incentiva o pensamento lógico.

 

 

Convencido dos efeitos positivos do xadrez para o desenvolvimento infantil, Ralf Schreiber, consultor de marketing e entusiasta deste jogo, conseguiu, há pouco mais de um ano, convencer políticos, empresários e associações a viabilizarem um projecto a ser realizado em mais de uma centena de jardins-de-infância na Alemanha. A ideia era ensinar crianças, desde pequenas, a jogar xadrez.

Xadrez para crianças: vantagens em aprender cedo [© Deutsche Welle]Iniciado em Março de 2007, o projecto começou em 157 instituições de ensino infantil e já foi ampliado para mais 11, tendo-se tornado objecto de pesquisas científicas. Na cidade de Hattingen, por exemplo, várias escolinhas aderiram ao xadrez, sempre com acompanhamento de especialistas que estudam a influência do jogo nas crianças.

Schreiber, com o apoio de sua mulher está convencido da relevância do xadrez para as crianças, conta que ensinou à própria filha de dois anos as artimanhas do jogo. «Fomos introduzindo as peças aos poucos e também a forma como ela deveria mover as peças. Um dos truques que utilizamos foi espalhar alguns chocolatinhos pelo tabuleiro. Ao tomar uma peça no jogo, ela podia devorar um pequeno chocolate de verdade. Em poucos dias, ela já sabia reconhecer todas as peças. E isso com dois anos e meio. Com três, ela já jogava xadrez», conta Schreiber.

 

Comunicação, fantasia e comportamento

O xadrez, lembra Schreiber, incentiva, desde bem cedo, o pensamento lógico, a comunicação, a fantasia e o comportamento. «Primeiro explicamos o nome de cada peça com pequenas representações teatrais. As crianças não começaram a usar o tabuleiro, mas sim o próprio corpo, imitando os movimentos de cada figura do xadrez. Depois fomos ensinando sistematicamente o que eram a torre, o peão, o rei, a dama e o bispo», conta Sabine Zysk, educadora de um jardim-de-infância na região.

 

Cepticismo de alguns pais

O entusiasmo das crianças pelo xadrez surpreende, em parte, os próprios pais. «Achei, de forma geral, uma boa ideia, mas não pensei que resultasse, porque jogar xadrez é uma coisa chata. As crianças têm que ficar sentadas durante muito tempo, eu não imaginava que resultasse», confessa Nicole Gambalat, mãe de uma criança que frequenta uma das escolas infantis envolvidas no projecto. Para contar com o apoio dos pais, as escolas oferecem cursos para os adultos interessados.

O argumento dos “pais” do projecto é o de que o xadrez aumenta a concentração e a disponibilidade de cooperação, fazendo também com que as crianças aprendam a perder em situações competitivas.

Caso os estudos com as crianças de Hattingen conduzam a resultados positivos, como está a acontecer, o projecto será possivelmente ampliado para o maior número possível de creches e jardins-de-infância do estado.

 

Artigo de Leila Winther lido na Deutsche Welle online.

Chess e-books (Livros electrónicos de Xadrez)

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Encontram-se disponíveis online 2 livros electrónicos (e-books) sobre xadrez. 

Test Your Tactical Ability, de Yakov NeishtadtTest Your Tactical Ability, de Yakov Neishtadt,

publicado em 1981 pela Batsford/Chess Digest Inc, 208p 

I love solving exercises for training purposes and pure enjoyment, and I own nearly a dozen books devoted to tactical chess. So, I really needed a compelling reason to buy another tactics book. I found Nunn’s treatment of tactics to be different in that Nunn’s focus is on evaluation of a position, calculating and analyzing, rather than simply finding the “brilliant” or trick move that forces a mate. In other words, unlike beginner tactics books (say, Reinfeld’s 1001) where there are hundreds of queen sacrifices forcing mate, Nunn’s examples are more pragmatic and needing of careful calculation. Of interest is Nunn’s background info on tournaments of the past – so we aren’t simply solving problems out-of-context – which is fascinating. If you’re a player, rated 1400-2100, you’ll probably find this book extremely useful for long-term problem solving abilities.  

Other good books on this subject include The Best Move by V. Hort and Jansa, and Test Your Tactical Ability by Y. Neishtadt. 

Comment in www.chessgambiter.blogspot.com

 

e

Teach Yourself Chess, de G AbrahamsTeach Yourself Chess, de G Abrahams,

254p. 

While introducting the beginner to the rules and moves of the game, Teach Yourself Chess also encourages the reader to think like a chess player, to perceive and formulate tactical ideas and strategy for himself. Carefully graduated so as to demonstrate all stages of the game and complete with illustrations, this lucid study of chess provides a valuable guide both for the novice and the advanced player.

In Introduction to the study of chess

 

Michelle Brito vence Zheng [15] e passa à 3ª ronda em Roland Garros

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MIchelle Brito em Rolan Garros durante o encontro em que bateu a russa Ekaterina Ivanova em 3 sets (0-6, 6-4 e 6-4) em jogo da 3ª ronda do qualifying, garantindo assim a entrada no quadro principal do Grand Slam francês [© michellebrito.net].É a primeira vez que Michelle Brito, de 16 anos, consegue um lugar no quadro principal em categoria profissional de ténis, depois de ter chegado aos quartos-de-final na vertente júnior, há dois anos.

 

Michelle Brito eliminou em Roland Garros a 15.ª melhor jogadora do Mundo, a chinesa Jie Zheng e causou sensação ao apurar-se para a 3ª ronda do prestigiado torneio francês.

 

Prevê-se  a entrada de Michelle Larcher de Brito no top 100 do ranking WTA na próxima actualização, a divulgar 2ª feira, 1/6.

 

«Sinceramente não estava à espera de ganhar, mas felizmente tudo saiu bem», disse perante uma plateia de 20 jornalistas, insistente sobre a nacionalidade da residente nos EUA: «Tenho muito orgulho em ser portuguesa e serei sempre e nada irá mudar isso».

Outras informações em michellebrito.net.

ESPM adopta o ‘Xadrez e War’ como ferramenta pedagógico no Curso de Relações Internacionais

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Para estimular a visão estratégica dos alunos, a ESPM (Escola Superior de Publicidade e MArketing) adota como ferramenta pedagógica o Xadrez e War em sala de aula, aproveitando o potencial inteligente de cada jogo.

 

O War – jogo de tabuleiro, disponível na versão online, sobre estratégias de guerra, representa a necessidade de estar atento para o ataque do concorrente. Essa observância é vital para permanecer no jogo, no (mercado). Já o xadrez, estratégico por natureza, ajuda a entender o papel de cada peça (ou seja, a função de cada funcionário e/ou departamentos da corporação).

 

«O objetivo é incentivá-los a pensar e colocá-los na pele de um empreendedor», afirmou o professor George Rossi, de Marketing e Gerência de serviços em B2B, no curso de Relações Internacionais. «É imprescindível ser rápido, ao mesmo cauteloso, e não dar espaço para o xeque-mate do adversário», finaliza.

 

Lido em Portal Fator.

Ler também Jogando Xadrez, artigo de TOM COELHO, com formação em Economia pela FEA /USP, Publicidade pela ESPM/SP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP.

Manuéis e Marias do meu país

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Utiliza-se em direito, a expressão latina mutatis mutandis, para significar «altere-se o que for de alterar». É o que pretendo ao apresentar esta alegoria[*] política de uma crónica de Carlos Abreu Amorim, publicada hoje no Correio da Manhã.

 

Tarde e más horas

 

Casal Português Manuel e Maria [© crochesdatiane.blogspot.com  ]A saída de Dias Loureiro demorou bastante mais do que o exigível o mal que este atraso produziu na desconsideração popular pelas instituições do regime é incomensurável. Aliás, dizer que saiu é um doce eufemismo: Dias Loureiro foi empurrado para a porta da rua, aos trambolhões. Só o PS se mostrou mais contido na sua defenestração., por táctica defensiva face a possíveis desenvolvimentos do Freeport.

 

Dias Loureiro é um case study deste regime onde tão bem medrou. Um obscuro advogado que chegou a ministro e a capataz do PSD onde, durante 10 anos, tratou do financiamento partidário. Cavaco Silva revelou-se desastrado nas escolhas amizades e excessivamente inábil na gestão política de uma crise que atinge o coração do período que recebeu o seu nome.

 

[*] s.f., modo indirecto!indireto de representar uma coisa ou uma ideia sob a aparência de outra.

 

 

Noutra peça tão bem conhecida de todos nós, quem representa as personagens PS e Cavaco Silva?

Larry Evans on Chess: The one that got away

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«Had the umpire in any other sport stepped in, as FIDE President Florencio Campomanes did in 1985, to halt a championship final without result at its most interesting and climactic stage, that unfortunate official would undoubtedly have been lynched by a raging mob of frustrated fans!»GM Raymond Keene.

 


MI Karry Evans [© www.chesscamp.net]The longest title match in chess history began in Moscow on Sept. 10, 1984. Anatoly Karpov, 33, faced challenger Gary Kasparov, 22, under new FIDE rules where the winner would be the first to win six games, draws not counting.


After five months and 48 games, with Karpov leading 5-3 despite a late surge by Kasparov, Campomanes bent the rules to cancel the match, an infamous act that discredited FIDE.

FIDE rules gave Karpov the right to a rematch if he lost, but this seemed unlikely with four wins in the first nine games. After a record string of 17 draws, he won Game 27 to lead 5-0 and needed just one more win.

 

See Larry Evans on Chess: The one that got away in SunSentinel.com.

Swiss-Manager já tem manual em português

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Swiss-Manager (German/English/Slovenian/French/Turkish/Czech/Serbian/Polish/Croatian)

·         Swiss-Manager for Windows 98 / ME / NT / 2000 / XP / VISTA (02.04.2009, Build 7.0.0.862, Filesize 1.608.340)
Important: If the menu dialog for the language selection does not appear by the 1st start (German is default), you can change the language with the menu item “Extras/Sprachauswahl und Verzeichnisse”.


Swiss-Manager. Portuguese Handbook (last change May 2009) [© Swiss-Manager]
 

Please uncompress the handbooks in the program directory (usually c:\program files\swissManager).

·         Download English Handbook (last change 24.03.2008))

·         Download German Handbook (last change 24.03.2008)

·         Download French Handbook (last change july 2005)

·         Download Czech Handbook (last change March 2009) Many thanks to Palovský Ladislav for translation.

·         Download Portuguese Handbook (last change May 2009)  Many thanks to Eduardo Viana for translation.

 

 

Agradeço esta informação ao Carlos Sirgado.

Phil Innes comenta o “Group-Bauer Plan” na Federação de Xadrez dos EUA

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USCF Federação de Xadrez dos Estados Unidos [© www.swchess.com]Encontra-se em debate na Federação de Xadrez dos Estados Unidos o Group-Bauer Plan. Phil Innes apresenta as suas contribuições. As questões apresentadas são interessantes, embora fastidiantes, para quem não se preocupe com um certo rigor (e mesmo seriedade) na competição.

 

 

1] Of all active masters, how many play the same minimum number of games as would be required for the US Championship, which is 15. What is the answer to that question?

 

2] Since GMs and IMs under the Bauer plan will be required to play 15 games against masters, how many masters currently play 15 games / year against GMs and IMs?

 

3] Sam Sloan has pointed that this should not include 7 move games, or even 15 moves games which are obviously draws by agreement, is their a minimum move requirement?

 

4] The reason to ask about master-level engagement, is that if these masters /do/ play 15 games year, then how many //more// games will they want and be able to play against Gms and Ims? After all, they are rarely in the same section of tournaments – excepting city-based quads and all.

 

5] what Bauer himself did, now Hillery, is to argue with my ‘claims’, which I identified as of USCF origin, in fact from Mike Nolan, and they make the question about GMs and IMs need to play 15 games against master+ in any 12 months into a ‘claim’. Of USCF members, therefore, how many GMs and IMs currently play 15 games/year against master+ oppositiion?

 

6] I assume that the difficulty of finding enough high level rated chess in a city is small, but in small town and cities it will be large, unless you can play the same master over and over again. What are the Bauer-rules on this, is it to be 15 /different/ master+ opponents?

 

7] Currently the USCF invites 20 players to the Championship. That is to say, not based on ratings. If a GM or IM does achieve 15 games/year against master+ opposition, this is still insufficient to get them into the tournament. How does the Bauer-plan moderate this existing rule?

 

These are, to answer John Hillery’s questions, indications of what real chess management is about – that is, not hissing and puffing but providing real numbers to real questions so that whatever the proposal is can be seen as even possible to perform!

 

Despite his own activity in tournaments, Hillery has not apparently achieved to this level of thinking at all. But here he wants to have a go at the national level and argue what GMs should do.

 

Now – instead of this trashing of the questioner by people who DON’T WANT YOU TO KNOW THE ANSWERS because of their own investments in things, financially and in the power structures surrounding USCF – I ask sensible questions, which MAY have sensible answers!

 

But When I read all these evasions from long experience with the political classes of chess, I know that while their may be reasonable answers, these writers don’t know if there are or not – otherwise it’s like playing chess, put up or shut up.

 

If there were answers to these questions then someone could dazzle us with the answers, no?

 

But no. This is an invitation to fill in the gaps which the questions represent, and why this should occasion hostility is not understandable from a rational basis.

And one more thing:

 

8] Is the activity plan of 15 games against masters or players with real ratings above 2200? This differentiates between ‘awards’ like rating floors, where an ostensible master can be nominally 2200, whereas his actual performance rating over 10 games is 1800. Indeed, what is Randy Bauer’s real rating? The 2300 player was after all defeated in a match by the 18xx rated Sam Sloan.

 

(…) an organization that very recently promoted a false rating claim to the board as a master, and on being challenged the individual tries to bluff it out – then resigned.

 

 

The organization then declined to examine how many such people were ‘masters’ by its own evaluation, and farcically I wrote same to NY Times and a guy wrote in to say he told USCF he was a master, wanted credit for it, and they gave it to him, WITHOUT A SINGLE QUESTION ASKED and without any data, since he scored his rating pre-1990.

 

 

But that is not the standard we are discussing here, in all messages from even those who oversaw ratings – no fault was admitted to even farcical claims by USCF Quality Control Dept. apologists.

That is the standard here, no standard.

 

 

Tell me, what do you think happens when a master ‘floor’ of 2200 is defeated by a 1700 player? Does the ‘master’ score at his performance rating, or does the other player score against a floor of 2200?

 

 

If you know the answer, write it in, then we can continue to discuss item [8]

 

 

Phil Innes em rec.games.chess.misc.

CAIC do Núcleo Bandeirante é escola modelo da rede pública onde o Xadrez passa a ser disciplina obrigatória.

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O projeto pedagógico Escola Modelo começou a funcionar nesta 2ª feira (25) no CAIC doNúcleo Bandeirante é um município brasileiro no DF | Distrito Federal (Brasília) [© http://wikimedia.org/wikipedia] Núcleo Bandeirante. A partir de agora, xadrez, primeiros socorros, ética música e boas maneiras passam a ser disciplinas obrigatórias para 130 estudantes do terceiro e quarto ano.


O modelo já atende 1.180 estudantes de seis escolas com educação integral. Até 2010, 150 escolas irão aderir ao modelo. A expectativa da Secretaria de Educação é de que o projeto eleve a média escolar do DF de 4.2 para 5. Além do CAIC, o projeto já funciona em duas do Plano Piloto, duas no Riacho Fundo, e uma no núcleo rural Pipiripau, em Planaltina.


O programa foi criado a pedido do governador José Roberto Arruda com o objetivo de enriquecer o conteúdo escolar e trabalhar a formação humanística dos alunos. O gerente do programa, professor Afonso Brito, explica que o novo método deverá fortalecer valores de solidariedade, formação ética e o exercício da cidadania. «Queremos formar não apenas alunos, mas cidadãos de bem, de caráter, com espírito cívico e uma visão crítica da vida» explicou.


Além das novas disciplinas, os alunos agora participam de um novo sistema de avaliação surpresa. Brito explica que o método já deu bons resultados e reduziu índice de reprovação no ano passado de 40% para 10% onde foi aplicado. «Pesquisas mostram que 90% dos alunos estudam apenas na véspera da prova. Essa avaliação faz com eles fiquem mais atentos e estudem mais», detalhou.


Para botar o novo sistema em prática, a Secretaria de Educação investiu em cursos de formação para os monitores professores nas áreas de primeiro socorros, música, xadrez, canto coral, artes visuais e teatro. Além disso, a secretaria elaborou e imprimiu três mil apostilas que servem de material didático para os alunos.

 

Ler o artigo completo em ABN Agência Brasileira de Notícias. Sobre a origem do Núcleo Bandeirante pode consultar-se o blogue Brasilia e suas Cidades Satélites.

Seminário orienta sector desportivo brasileiro sobre Lei de Incentivo

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O Seminário sobre a Lei Federal de Incentivo ao Esporte reuniu na Câmara Municipal de Goiânia. [© www.vermelho.org.br]O Seminário sobre a Lei Federal de Incentivo ao Esporte reuniu na Câmara Municipal de Goiânia cerca de 500 pessoas, entre elas, presidentes e diretores de federações, entidades esportivas, ligas, empresários, professores, estudantes, atletas e associações do setor esportivo.

 

O evento ocorrido na tarde desta 2ª feira, 25 de Maio, foi proposto pelo vereador Fábio Tokarski (PCdoB), realizado em parceria com o Ministério do Esporte, a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, a Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás – ACIEG e a Câmara Municipal de Goiânia. 

«O Projeto de Lei para o setor já está no gabinete civil e logo estará aqui na Casa para ser votado por nossos colegas vereadores. É um projeto debatido e construído em encontros e reuniões do Fórum Municipal de Esporte e lazer», salientou o Secretário. 

Ainda segundo Luiz Carlos, «temos que chamar a atenção do setor empresarial da importância do incentivo ao esporte. Precisamos fazer inclusão social também na área esportiva com toda a sociedade».  

«É a primeira vez que existe um ministério voltado apenas para a questão do esporte. E também hoje é a maior soma de incentivo ao esporte, concretizando o compromisso do governo federal com o esporte no Brasil», defende o representante do Ministério. Ainda segundo Cappelli, «esse benefício (Lei Federal de Incentivo ao Esporte) não compete com outros incentivos» 

A Lei de Incentivo ao Esporte (11.438), foi sancionada em Dezembro de 2006 e permite que patrocínios e doações para a realização de projetos desportivos e paradesportivos sejam descontados do Imposto de Renda devido por pessoas físicas e jurídicas. De acordo com o Decreto, pessoas físicas podem descontar até 6% do Imposto de Renda devido, e pessoas jurídicas, até 1%. 

Ler o artigo em Vermelho.

Jogar xadrez sem condições e ganhar!

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Depois de Bobby Fischer muitas têm sido as queixas apresentadas pelos xadrezistas sobre as Adolf Anderssen [© sbchess.sinfree.net]condições de jogo nos torneios de xadrez.

 

Mas poucos sabem que estes protestos já vêm de longe. Em 1851, quando, por esta altura do ano, se iniciava o primeiro grande torneio internacional de xadrez em Londres, Adolf Anderssen escrevia assim para a revista alemã Deutsch Schachzeitung:

 

«As coisas não eram particularmente confortáveis: as mesas e as cadeiras eram pequenas e baixas; os tabuleiros eram grandes e escapavam para fora das bordas das mesas. Perto dos jogadores o espaço estava ocupado pela pessoa que apontava as partidas e não havia onde segurar a cabeça tão necessária durante as duras batalhas…»

 

Mesmo assim venceu o torneio!

 

António P Santos, em DN, 26.Maio.2009

 

Esta notícia que Antóno P. Santos retirou da História do Xadrez, há cerca de 150 anos, encontra-se actual em muitos aspectos, em especial, a forma como certos torneios, como em semi-rápidas, se amontoam os jogadores para caberem.

 

Lembro-me muito bem como há cerca de 2/3 anos, em certas provas da Taça de Lisboa, não havia condições para a prática do xadrez, pelas mais diversas razões, como por exemplo, ou porque fazia frio (em pavilhões gelados) ou porque fazia imenso calor (sem janelas ou ventoinhas), porque as mesas ondulavam ao sabor das anotações das partidas ou porque havia ruídos de fundo (dos bares ou de jogos de andebol nos pavilhões ao lado). Bom, isto só para falar em competições por equipas, porque se fosse a relatar certas condições de certas provas individuais…

 

Dirão alguns, apoiados (?) pelo exemplo apresentado pelo António P Santos, que «a arte e o engenho» do xadrezista, quando exista, supera as más condições de jogo. Pode ser que gostem de jogar assim.

 

Mas se assim fosse, Adolf Anderssen não faria referência às más condições de jogo. Ou só os grandes campeões de jogo se podem queixar?

Presidente da Federação Portuguesa de Ténis quer promover a modalidade

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FEderação Portuguesa de TénisOs jogadores portugueses estão na segunda ronda de do Torneio de Roland-Garros, prova francesa do Grand Slam de Ténis.

 

Em femininos é uma estreia, está Michelle Brito, de 16 anos e, em masculinos, está Rui Machado.

 

Num ano em que Frederico Gil tem recebido a grande parte das atenções, dada a sua ascensão no ranking mundial (o melhor português de todos os tempos), outros tenistas nacionais comprovam que a modalidade vive tempos únicos, como realçou o Presidente da Federação de Ténis, José Maria Calheiros, que «quer aproveitar o mediatismo para promover a modalidade».

«Peões Mágicos», do MI Herman Claudius brasileiro que vem a Portugal de 14-19 Julho

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MI Herman Claudius (BRA) [© MI Herman Claudius].É com agrado que noticio a vinda a Portugal, de 14 a 19 de Julho do corrente, do MI Herman Claudius,

 

De acordo com as informações recolhidas, este mestre brasileiro encontra-se disponível para conduzir simultâneas, efectuar palestras ou dar mini-cursos, em qualquer parte do nosso país.

 

Como se pode verificar no seu currículo, além de Mestre Internacional, é um conceituado árbitro, autor e professor de xadrez, colaborando na imprensa brasileira, com redactor de O Estado de São Paulo.

 

Mais informações: HyperChess (página pessoal deste mestre) ou pelo email, constante do seu currículo.

 

Peões Mágicos. A Teoria das Casas Críticas nos Finais de Xadrez (2008, Solis).Herman e Hajenius, num de seus reencontros, na Bélgica em 1986, debruçaram-se sobre os finais de peões. Na ocasião, Hajenius tomou, pacientemente, nota da Teoria das Casas Críticas, que Herman havia aperfeiçoado ao longo dos anos, baseado, entre outros, em Finales de Peones de Maizelis, e em L’Opposition et les Cases Conjuguées sont Réconciliées, de Duchamp e Halberstadt. Essas anotações seriam o embrião de Veldjes Tellen (literalmente, contando casinhas), publicado em 1994, na língua holandesa. O livro teve excelente acolhida pela imprensa especializada, tanto na Holanda como na Bélgica. À época, Marc Ulenaers, do Limburgs Schaakblad, escreveu:

 

Eis você, jogando contra um adversário que acabou de comprar seu primeiro livro de xadrez. Após perder várias chances de arremate na abertura e no meio-jogo, você não consegue nada melhor do que um final de peões aparentemente empatado. Mas o que acontece? Você perde! Ele tinha acabado de estudar Veldjes Tellen

 

Em 1997, a obra alcançou reconhecimento mundial (veja aqui alguns comentários sobre o livro), ao ser publicada em língua inglesa, como The Final Countdown, pela editora Cadogan, que contava com Kasparov como conselheiro-chefe. Aquela versão já era bastante ampliada em relação à original. A brasileira, lançada agora pela Solis, tem novas mudanças. Por uma questão de clareza (sobretudo para o defensor), o Sistema das Três Linhas foi renomeado para Sistema das Seis Casas – para encontrá-lo basta que três casa adjacentes numa mesma linha (fileira ou coluna) sejam críticas. Peões Mágicos ganhou um novo capítulo de exemplos – com dezenove posições que os autores só encontraram depois da publicação em inglês, mesmo porque treze delas são de partidas jogadas desde então.

 

Em HyperChess.

«A era dos centauros», por Luis Fernando Veríssimo

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Luis Fernando Veríssimo escreveu a seguinte crónica A Era dos dos Centauros, sobre boxe, futebol e Luis Fernando Veríssimoxadrez.

 

O xadrez é um jogo violentíssimo. Parte do tempo em que parece estar pensando no seu próximo lance o jogador de xadrez se dedica a imaginar o que faria com o adversário e sua família se não precisasse se controlar. Coisas envolvendo machadinhas e óleo fervendo no ouvido. A única coisa comparável ao xadrez em violência é o polo jogado por mongóis, em que dois times a cavalo disputam a posse de um cabrito através de vastas extensões de estepes, muitas vezes arrasando cidades inteiras no caminho. O polo mongol é o xadrez sem o autocontrole.

Outro jogo violentíssimo é o tênis. Pouca gente sabe que na sua forma original o tênis consistia em dois jogadores se dando raquetaços até um morrer ou pedir água. Só muito depois os ingleses inventaram a bola e a rede para manter os jogadores separados, mas o instinto assassino de parte a parte continua o mesmo. Já um esporte civilizado é o boxe. Não há notícia de jogadores de xadrez ou de tênis se abraçando efusivamente depois de uma partida como acontece com lutadores de boxe, que continuam amigos depois da luta, mesmo porque passaram a maior parte do tempo abraçados.

E o futebol? É uma mistura de xadrez e de boxe. Na defesa um time de futebol depende da exata colocação das suas peças, como no xadrez, mas, como no xadrez, estas peças distribuídas com aparente racionalidade devem sugerir algo de polo mongol na sua truculência e poder de intimidação. No ataque, o futebol depende do máximo aproveitamento de brechas, como no boxe. Ajuda se os jogadores de defesa odiarem a Humanidade como os melhores xadrezistas e os de ataque aceitarem ser golpeados sem ressentimentos, como os boxeadores. O vocabulário de um bom atacante está cheio de palavras que jamais devem entrar na vida de um defensor, a não ser em pesadelos: surpresa, criação, fortuito, invenção. Não se imagina sobre o que defensores e atacantes conversam fora de campo. Sobre futebol certamente não é. Um não reconheceria o esporte do outro.

O meio-campo é onde as coisas se decidem no futebol porque é ali que se dá a metamorfose: bons meio-campistas são os que entram nessa área mágica enxadristas e emergem, lá na frente, boxeadores. Todo time precisa ter pelo menos um centauro, metade cavalo mongol, metade poeta, no seu meio-campo. Já que o Tostão decretou o fim do volante de contenção clássico, o ex-cabeça de área, no nosso futebol, começa a era dos híbridos de luxo: jogadores que combinem a força bruta do xadrez com a dexteridade intelectual do boxe.

 

Lido em O Globo.

19th European Club Team Deaf Chess Championships

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19th European Club Team Deaf Chess Championships

19.ICSC Europa Gehörlosen Schach Klub

Assembleia Geral da FPX em 21 Junho 2009?

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Segundo informação em xadrez64, colocada hoje por Fernando Castro, Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FPX, vai realizar-se uma Assembleia Geral da FPX no próximo dia 21 de Junho, em Coimbra, para alteração dos estatutos, em virtude da aprovação do novo Regime Jurídico das Federações Desportivas.

Não obstante, incluir uma ligação para o sítio da FPX, não se encontra publicada a respectiva convocatória nem qualquer referência à citada Assembleia Geral. 

Aguardo para ver se a Convocatória vai ser devidamente divulgada, com os respectivos projectos de estatutos a aprovar no sítio da FPX, com o devido destaque na página de entrada.

Permito-me constatar que a informação foi divulgada, pelo senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral fora do sítio oficial da FPX.