Ala de Rei

a opinião e a crítica sobre a legalidade e a justiça no xadrez e no desporto em geral.

A Origem do Xadrez III, por Manuel Curado

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Pela sua importância ao nível do debate da História da Origem do Xadrez, permiti-me transcrever o que António Manuel Curado escreveu em a Casa do Xadrez, dedicado ao tema A Origem do Xadrez.

Baseado no que diz o grande dicionário chinês A Haipienne o jogo do xadrez foi introduzido na China durante o reinado de Wen-ti, nos finais do séc. VI D.C.


Segundo a lenda, o jogo do xadrez chinês Sian-Ki (Jogo real ou jogo dos elefantes), foi inventado circa, ano 174 A.C. por um soldado mandarim, para elevar a moral e reanimar o valor dos guerreiros, abatidos pela crueza do Inverno e pela falta das mulheres e filhos durante a campanha.

 

O Império de Alexandre Magno

 

 

Comentando o que alguém escreveu….

 

“ou seja os indianos não são plagiadores e gostam de atribuir o mérito onde ele está, por isso nunca se diriam inventores de um jogo se não o fossem.”

  • Não foram os indianos que afirmaram que o xadrez foi inventado na Índia, quem o afirmou foi Durcan Forbes na sua HISTORY OF CHESS, de 1860,  provavelmente para promover, a então “jóia da coroa britânica” a Índia.
  • O Conde de Basterat, no seu livro Traité Élémentaire du Jeu des Echecs segunda edição de 1880, comenta – que graças aos sábios ingleses sir Frederic Madden e o Doutor Duncan Forbes, temos noticias de documentos antigos, que nos dão exacto conhecimento da origem do XADREZ.
  • Esta citação é baseada numa passagem de Bhavishya-Purana e já mencionada em 1801, por sir Guillermo Jones, presidente da Asiatic Researches or Transactions of the Society instituted in Bengal, que afirma – nunca ter visto mencionado o xadrez em nenhum dos livros clássicos da Índia.
  • A escrita mais antiga que se conhece da Índia (desde Cabul ao golfo de Bengala, território banhado pelas bacias dos rios Indo e Ganges), é atribuída ao rei Asoka que reinava 250 anos A.C.
  • Depois da conquista de Alexandre e muitos séculos depois parece ter havido na Índia, uma grande afeição pelas ciências e artes estrangeiras assim como pelas curiosidades, instrumentos de música, originárias da Grécia. Segundo Eliano e Dion Crisóstomo, indianos e persas tinham obras de Homero traduzidas para o seu idioma. Filostrato afirma que conheciam os heróis gregos. Os responsáveis por isto seriam provavelmente os gregos de Bactriana, que tiveram possessões no Punjab durante mais de 120 anos. Os reis de Magad´ha escreveram repetidas vezes aos sucessores de Alexandre, por quem foi repartido o território conquistado, pedindo-lhe filósofos e sábios gregos. Ultimamente, o famoso Jaya Singh (1700-1743), Rajá de Jaypur escreveu ao rei de Portugal pedindo-lhe sábios tendo mesmo o rei de França enviado o astrónomo P. Bondier. Este rajá tinha os elementos de Euclides traduzidos em sânscrito e constava em lenda que fora escrito pelo deus-artista Vis’vacarma ó Twashta, obra perdida, mas graças aos seus esforços, recuperada.

António Mendes Curado

Um artigo interessante, só é pena que haja tão poucos interessados no nosso país sobre a Origem do Xadrez. Pela minha parte divulgarei todos os contributos nacionais sobre o assunto e disponibilizarei este espaço para o debate.

O xadrez do romantismo

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O xadrez do romantismo

Jovens Portugueses nos Europeus no Montenegro

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euroyouth2008.comMarta Cardoso Martins S16 POR

Marta Martins S16 (POR), foto de Nebojsa Baralic [in euroyouth2008.com/photo_gallery], durante a 2ª sessão (16/9/08), nos Camp da Europa de Jovens, no Montenegro.   

 Ontem os polacos derrotaram Ana Baptista e Ruben Pereira. Foi a tarde da Polónia. 

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Pensar em grande

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Pensar em grande

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