De há muito tempo a esta parte que não via um único artigo do jornal Público sobre o xadrez nacional, seja ele individual ou por equipas, por isso, quando estas aparacem são, só por si, já notícia. Vêem estas linhas a propósito do artigo de Jorge Guimarães na edição do Público de hoje, que me permito reproduzir.
GD DIANA E FC BARREIRENSE LIDERAM NACIONAL POR EQUIPAS
Decorridas quatro das nove jornadas da 50.ª edição do Campeonato Nacional da I Divisão de xadrez, a decorrer em Évora, o Grupo Desportivo Diana de Évora e o Futebol Clube Barreirense isolaram-se no comando com 11 pontos de 12 possíveis, resultantes de três vitórias e um empate.
Se no que diz respeito à equipa eborense a liderança não surpreende – são os actuais detentores do título e possuem o conjunto com média de ranking mais elevada -, já o mesmo não sucede com o Barreirense, que está a realizar uma excelente prestação.
Na jornada de ontem, o principal confronto era o que opunha a Academia de Xadrez de Gaia ao clube do Barreiro, com os gaienses a sofrerem surpreendentemente o segundo revés. O mestre Internacional (MI) Rui Dâmaso defendeu com sucesso o primeiro tabuleiro, forçando o russo Oleg Korneev, 100.º jogador mundial, à divisão do ponto, enquanto no segundo e quarto tabuleiros sucediam as grandes surpresas, com as vitórias do MI Sérgio Rocha sobre o Grande Mestre (GM) peruano Julio Granda, actual campeão pan-americano, e de Pedro Barata sobre o GM António Fernandes.
A vitória no terceiro tabuleiro do GM eslovaco Lubomir Ftacnik sobre o jovem francês Thomas Saatdjian
apenas atenuou a derrota daqueles que, à partida, seriam a segunda equipa mais cotada. Também um semi-revés sofreu a equipa da Associação Cultural e Recreativa de Vale de Cambra, que cedeu um inesperado empate frente ao Núcleo de Xadrez de Faro. Depois de estar a vencer por 2-0, com vitórias no segundo e terceiro tabuleiros, os vale-cambrenses permitiram a recuperação com a derrota do GM Luís Galego frente ao MI espanhol Cuencas Jimenez e do MI Carlos Santos frente ao jovem Nuno Guerreiro, Santos permitiu o volte-face, deixando esgotar-se o tempo, depois de desperdiçar oportunidades de vitória.
Também num animado encontro, as duas Académicas, da Amadora e de Coimbra, empataram com vitória da AAC no 3.º tabuleiro e da AAA no quarto, com o ponto a ser dividido nos dois primeiros. O Diana venceu com naturalidade o Sport Faro e Benfica (3-1), com o ponto algarvio a ser alcançado no segundo e terceiro tabuleiros. Na luta directa pelas últimas posições, o ADRC Mata e Benfica alcançou uma vitória pela diferença mínima sobre a Sociedade de Instrução e Recreio de Elvas, que lhes permitiu-se fugir ao último posto.
Que Jorge Guimarães e o jornal Público voltem às notícias nacionais que o xadrez nacional agradece reconhecido.
A propósito a %º sessão do Nacional da I Divisão por Equipas pode ser acompanhado online em CNE2008 . Mais informações na página do Campeonato Nacional por Equipas 2008.
Eu comecei a traduzir este livro para poder lê-lo, por não haver uma tradução portuguesa. Terminada a tradução decidi publicá-la, para benefício daqueles que, como eu, gostassem de conhecer este livro, e também por entender que uma sociedade deve valorizar os seus membros notáveis, como foi o caso de Damião.
Tive também a ajuda da minha namorada, que é formada em História e conhece paleografia. Quanto à tradução propriamente dita, quase todo o livro está escrito num estilo muito técnico, com expressões do tipo “se ele tomar o teu cavalo, avançarás o teu peão do rei”, que são de muito fácil tradução. De certa forma, o facto do autor ser português também ajudou pois acontece por vezes ele usar construções de frases mais características do português do que do italiano. A parte mais difícil da tradução foi a dedicatória, a qual está escrita num estilo literário. Felizmente pude contar com a ajuda duma colega minha italiana, que estuda precisamente Literatura Italiana.
Eu aproveitei viagens minhas para frequentar bibliotecas tanto em Portugal Continental como no estrangeiro. Por outro lado, os modernos meios informáticos permitiram-me recolher um conjunto de informações que de outra forma me teria demorado muito a conseguir, pois pude consultar catálogos bibliotecários on-line e encomendar cópias, scans e microfilmes por correio electrónico (claro que não foi barato fazer estas encomendas mas, mesmo assim, foi mais barato do que deslocar-me lá pessoalmente).

Todos aqueles que têm a minha idade lembrar-se-ão da publicação há uns anos atrás da
obra de George Orwell O Triunfo dos Porcos (ed. Perspectivas & Realidades), tradução portuguesa do original inglês Animal Farm. O título português embora cómico é de um lancinante realismo.
foi concebido como narrativa política, de crítica anti-comunista, ou melhor anti-estalinista, mas, a sua essência permanece tão actual que quase podia ser um tratado sobre a tomada do poder. A Quinta dos Animais é um livro anti-totalitário. As personagens são esquemáticas e simples. Há um tom geral de comédia sinistra.
Orwell que conhecia os mecanismos do totalitarismio, inventou nesta obra uma das grandes frases do século XX:

Como era de esperar começam as reacções à composição da selecção nacional feminina às Olimpíadas de Dresden 2008, na Alemanha.
Se os alunos praticam modalidades de sua livre escolha, sentir-se-ão mais motivados o que leva a um intenso empenhamento na prática e, em consequência, a uma maior aprendizagem dessas modalidades desportivas. Ao contrário, a prática de modalidades desportivas de que não se goste desmotiva o aluno e reduz a intensidade e persistência do seu empenho, o que afecta a qualidade de execução e a aprendizagem das mesmas.
Os interesssados podem deleitar-se com a leitura do poema The Game of Chess (O Jogo de Xadrez), de T S Eliot, na 

Chegou a Portugal, a tradução portuguesa do livro Xeque-Mate. A Vida é um Jogo de Xadrez, do ex-campeão do mundo de xadrez Garry Kasparov. Dado à estampa pela Editora Campus (Brasil), está disponível na livraria portuguesa online
A revista 



