Bom Ano de 2008!Bom Ano de 2008!
Bom Ano de 2008!Joaquim Durão foi o 1º MI português
Que o ano de 2008 seja melhor e mais proveitoso para a modalidade que os xadrezistas agradecem.
A História do Xadrez
Novas Regras para Olimpíadas de Xadrez
Uma tarde de Xadrez, Literatura e Música
Xadrez nas Escolas
Quem sou eu?
Stauton v. Cochrane, 1841-42
John Townsend escreveu em rec.games.chess.misc, sobre Staunton v. Cochrane, 1841-2
It is stated in “The Westminster Papers” (1st August 1874), in an obituary of Staunton thought to have been written by P.T. Duffy, that some of the Staunton v. Cochrane games were played at the “Shades”, in Leicester Square. This information is repeated by Sergeant in “A Century of British Chess“, p. 50.But in the only two contemporary reports which I have noticed where the venue is named, i.e. Chess Player’s Chronicle, Vol. 2, p.24, and Vol. 3, p. 49, the venue is given by Staunton as Goode’s Chess Rooms, which was at 39 Ludgate Hill.
It may well be that both places were used. Does anyone know of evidence, other than the obituary in “The Westminster Papers“, that the two of them ever met at the “Shades” ?
Regards,
John Townsend, Howard Staunton Research Project
Tribunal Arbitral do Desporto
O presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), entregou na passada 6ª feira, dia 14/12, ao Ministro da Justiça o requerimento para a criação do Centro de Arbitragem Desportiva (Tribunal Arbitral Desportivo), acompanhado da documentação preparada ao longo deste ano pela Comissão Instaladora presidida pelo Juiz Conselheiro Cardoso da Costa.
Treino militar para os Jogos Olímpicos Pequim 2008




Homenagem ao xadrez feminino
Ver ainda em Girls Chess: How it was sobre os início do xadrez feminino e Female chess palyers, onde se faz referências às campeões do mundo feminino.
Entrevista a GM Koneru Humpy
A jovem indiana Koneru Humpy completou em Março deste ano 20 anos, sendo, depois de Judit Polgar, a segunda mais forte jogadora feminina da história do xadrez.
Ler aqui a entrevista, do passado dia 11 de Dezembro de 2007, que o portal indiano de xadrez LatestChess.com efectuou à sua estrela.
ADEXC dirige o xadrez escolar em Coimbra
Paulo Fernandes, e os professores João Maduro e José Carlos Vicente, da Associação Desportiva Escolar de Xadrez de Coimbra, concedeu uma entrevista ao jornal 16×16.
Permito-me destacar os seguintes trechos desta entrevista,
(…) Quanto às entidades do xadrez federado, penso que nos apoiam dentro das suas (infelizmente parcas) possibilidades. Representamos o Xadrez Escolar procurando respeitar e não interferir com o normal funcionamento do xadrez federado.
Solicitei em 2006 apoio para a formação ao presidente da Associação de Xadrez de Coimbra (pessoa de quem sou amigo) que me respondeu nada ter a ver com o Xadrez Escolar. Penso que actualmente se lhe pedisse o mesmo, a resposta seria diferente pois a nova direcção da AXC está apostada em dar um novo impulso à modalidade e a nossa relação com ela é boa, como ficou demonstrado no Torneio do CAIC onde o sr. Rui Ferreira nos deu o prazer da sua presença.
O grande apoio que tivemos no momento em que precisámos foi do presidente da Associação de Xadrez de Leiria e árbitro internacional, sr. Carlos Dias, que nos ajudou enquanto formador e nos abriu a porta da FPX. À nossa Federação e ao sr. Carlos Dias o nosso reconhecimento público.
(…)
O xadrez é um jogo, um jogo pedagógico por excelência. Onde houver quem o dinamize há sempre muitos jovens interessados. Cabe-nos a nós, docentes, formar-nos e ter disponibilidade se queremos desenvolvê-lo.
A FPX deveria procurar dar mais apoio quer em material, quer assumindo ela própria a formação de professores/monitores escolares com um programa de acompanhamento e incentivos à formação/participação de clubes escolares, criando um grupo de técnicos que percorresse as escolas, mas será que na situação actual interessa descentrar/dividir os parcos apoios do eixo Lisboa/Setúbal com o resto do país? Não sei.
Tenho alguma experiência em gestão de eventos desportivos (estou relacionado tecnicamente com uma Câmara Municipal). Organizei há um ano um Torneio Internacional Jovem que contou com a presença de alguns dos melhores valores nacionais jovens e de duas selecções da Galiza (Espanha).
Apercebi-me que havia mais gente do xadrez a querer parar o futuro do evento do que a apoiá-lo pois o êxito que ele representou com toda a dignidade dada aos jovens e apoios conseguidos, era uma ameaça para organizações futuras do poder instituído.
Não queremos imiscuir-nos no xadrez federado, mas penso que alguma coisa deve mudar, a começar pela percepção clara de que se deve apostar mais no Xadrez Escolar e separar claramente os interesses clubísticos dos associativos.
Há que definir claramente os papéis. A Associação de Xadrez de Braga devia servir de exemplo na área escolar. Parabéns ao sr. Fernando Castro pelo apoio que dá às escolas e pela transparência financeira da associação a que preside.
O jornal 16×16 e o seu director estão de parabéns pela divulgação do trabalho desta Associação de Desporto Escolar, dando a palavra aos seus dirigentes. Um exemplo a repertir com outras associações existentes.
O teor desta entrevista, leva-nos a pensar se não seria já tempo do xadrez escolar estar mais representado e apoiado pelas estruturas associativas e federativas, para evitar que cada um reme para o seu lado, com esforços desnecessários, quando temos o mesmo objectivo.
Os meus parabéns aos professores João Maduro e José Carlos Vicente e a Paulo Fernandes pela actividade desenvolvida e felicidades na sua caminhada pela integração do xadrez na estrutura curricular de ensino, tal como é exigível e ele merece.
O xadrez como ferramenta educativa em Sesimbra
Refere o jornal 16×16 que o MI António Fróis (na foto) se deslocou à Escola EB 2/3 de Santana, em Sesimbra, para uma acção de formação que segundo Fróis é «uma experiência-piloto na modalidade de xadrez».
J. Cordovil: «Há falta de amor pelo xadrez»
Xadrez é tema grande. A coisa dá nas vistas, porque tal nunca acontecera entre nós, numa terra onde o público do xadrez se contava apenas pelo número dos seus praticantes ou pouco mais. Agora discute-se xadrez como se discute futebol. Os que até aqui desconheciam em absoluto o que era um tabuleiro de xadrez, começam a saber que existem peões, cavalos, bispos, rainhas, torres e reis. Os jornais arrancam títulos de primeira página, na televisão e na rádio criam-se programas especiais, pode ler-se na introdução de uma entrevista concedida por João Cordovil, ao Diário de Lisboa, em 28 de Agosto de 1972.
Blogue pelos Direitos Humanos
Código de Ética, um texto importante para o Xadrez
Code of Ethics, Chess Journalists of America
Núcleo de Xadrez de Ciências (Univ Porto)
De acordo com o seu blogue Núcleo de Xadrez de Ciências, este núcleo foi fundado pela Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto no ano de 2004.
O Xadrez [afinal] imita a vida
Crimes & escapadelas
Uma queixa-crime contra António Viriato Ferreira
Se desistires da legítima luta pela verdade e pelo direito, cometerás um grande crime contra a tua honra, contra o teu dever e contra o teu povo.
Os homens de perto e de longe falarão de ti com desprezo, classificando de vergonhoso o teu proceder; e a vergonha e a desonra são piores do que a morte…
Bhagavad Gita, II, 33-34
Artº 10º (Liberdade de Expressão)
1. Qualquer pessoa tem direito à liberdade de expressão (…).
2. O exercício dessas liberdades, implica deveres e responsabilidades (…) numa sociedade democrática para (…) a protecção da honra ou dos direitos do homem de outrem (…).
Convenção Europeia dos Direitos do Homem, de 4/11/1950
Quanto aos factos:
Foi colocado na Internet, no blogue Viriatovich Chess, de António Viriato Ferreira, um texto onde o autor pretende reivindicar para, uma ideia por si tida e que, ipso facto deveria estar ad eternum à sua disposição. Acusa-me de «falta de ética» e, no final do artigo (post), escolhe como etiqueta (tag) “LIXO HUMANO»! Não completamente satisfeito, permitiu-se publicar, o mesmo texto, como comentário, no blogue do autor do pretenso plágio, para não passar despercebido «aos mais desatentos».
Estas situações descritas foram testemunhadas por mais de uma pessoa ao longo do tempo em que permaneceram online, isto é, dias 29 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro, pelo menos.
Para tanto, os princípios éticos do autor, invocados no seu blogue, não o coibiram de vilipendiar de quem discordou. É uma opção.
Fui aconselhado a não responder a quem apoucou. Seriam terças diferentes. Talvez tenham razão. E, no entanto…
2. Convém, antes do mais, esclarecer, que o Código do Direito de Autor, dispõe no artº 1º, nº 2, que,
As ideias, os processos, os sistemas, os métodos operacionais, os conceitos, os princípios ou as descobertas, não são, por si só e enquanto tais, protegidos nos termos deste código.
3. Por outro lado, quanto à acusação de plágio sempre poderei transcrever o seguinte:
Plagiar (do latim plagiare) [significa] apresentar como seu o trabalho, a criação de outrem
Esta definição pode encontrar-se no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, vol.II (2001, Academia das Ciências de Lisboa e Editorial Verbo, Lisboa).
4. Estando esclarecidos quanto a “Direitos de Autor” e à definição de “plágio”, o que nos sobra? Uma falta de ética? Nem isso.
Quando se ofende a honra e a dignidade de um ser humano não há ética que lhe resista. E invocar princípios éticos e, simultaneamente, qualificar de “lixo humano” (sic) se não é de uma mente perturbada e eu defendo que não é, só pode ser uma intenção de uma mente obstinada em ofender.
5. Pretender considerar um ser humano como “lixo humano”, é, sem margens para dúvidas, ofensivo. É um crime no ordenamento jurídico adoptado pelas sociedades democráticas.
De facto,
A existência do crime de injúria basta-se com o carácter objectivamente injurioso das expressões usadas e com a consciência de que o que se disse ofende a pessoa visada na sua honra e consideração, não sendo, portanto, elemento essencial o dolo específico, ou seja, a especial intenção de injuriar.
(Acórdão da Relação do Porto, de 2/12/87)
A difamação pode definir-se como a atribuição a alguém de facto ou conduta, ainda que não criminosa, que encerra em si, uma reprovação ético-social. A difamação, segundo a lei, compreende comportamentos lesivos da honra e consideração de alguém. (Acórdão da Relação de Lisboa, de 6/2/96) Os crimes de difamação e de injúrias consumam-se no momento e no lugar que tiverem sido imputados os factos ofensivos, formuladores dos juízos difamatórios ou proferidos por escrito as palavras injuriosas em causa. (Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 5/6/97) Pela minha parte, aguardo tranquilo, o resultado da apresentação do requerimento da queixa-crime por injúrias e difamação que apresentei junto da Procuradoria-Geral da República, contra quem me acusou de plágio e ofendeu na honra e dignidade devidas a qualquer ser humano. 7. A serpente está escondida na relva. Volenti non fit injuria…
Odivelas 6 de Dezembro de 2007













