Ala de Rei

a opinião e a crítica sobre a legalidade e a justiça no xadrez e no desporto em geral.

Bom Ano de 2008!

3 Comments »
Bom Ano de 2008!

Joaquim Durão foi o 1º MI português

No Comments »
Joaquim Durão foi o primeiro jogador de xadrez português a receber o título de Mestre Internacional, atribuído pela FIDE.

Na realidade, foi em 1977, no Liceu Pedro Nunes, pelas mãos de A Suetin, aquando da sua deslocação a Portugal, que a FIDE entregou os diplomas a Joaquim Durão e a Fernando Silva, os dois primeiros Mestres Internacionais de Portugal.

Aqui fica a minha homenagem neste ano de 2007, prestes a findar.
Que o ano de 2008 seja melhor e mais proveitoso para a modalidade que os xadrezistas agradecem.

Já agora, alguém consegue identificar os presentes na foto acima?

A História do Xadrez

No Comments »

Ver a História do Xadrez em (flash)

Novas Regras para Olimpíadas de Xadrez

No Comments »
A FIDE publicou um comunicado (New Rules for the Chess Olympiads), sobre as alterações efectuadas às Regras das Olimpíadas de Xadrez.

O mesmo documento pode ser lido, com comentários, na página da OlimpBase.
O novo texto das regras está disponível no Actual Handbook, D.II. Chess Olympiad.

Uma tarde de Xadrez, Literatura e Música

No Comments »
An Evening of Chess, Literature and Music, em Dezembro em Hamburgo.

Xadrez nas Escolas

No Comments »
Jornal de Xadrez, nº 8, Junho de 1947

Quem sou eu?

1 Comment »

Stauton v. Cochrane, 1841-42

No Comments »

John Townsend escreveu em rec.games.chess.misc, sobre Staunton v. Cochrane, 1841-2

It is stated in “The Westminster Papers” (1st August 1874), in an obituary of Staunton thought to have been written by P.T. Duffy, that some of the Staunton v. Cochrane games were played at the “Shades”, in Leicester Square. This information is repeated by Sergeant in “A Century of British Chess“, p. 50.
But in the only two contemporary reports which I have noticed where the venue is named, i.e. Chess Player’s Chronicle, Vol. 2, p.24, and Vol. 3, p. 49, the venue is given by Staunton as Goode’s Chess Rooms, which was at 39 Ludgate Hill.

It may well be that both places were used. Does anyone know of evidence, other than the obituary in “The Westminster Papers“, that the two of them ever met at the “Shades” ?

Regards,

John Townsend, Howard Staunton Research Project

Tribunal Arbitral do Desporto

No Comments »
O presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), entregou na passada 6ª feira, dia 14/12, ao Ministro da Justiça o requerimento para a criação do Centro de Arbitragem Desportiva (Tribunal Arbitral Desportivo), acompanhado da documentação preparada ao longo deste ano pela Comissão Instaladora presidida pelo Juiz Conselheiro Cardoso da Costa.

Segundo o Infordesporto, o Comité Olímpico pretende com esta iniciativa contribuir para uma melhor Justiça Desportiva, disponibilizando aos agentes desportivos uma instância independente de arbitragem e de recurso e aliviando desse modo a pressão sobre os órgãos próprios das Federações, bem como a tentação de levar os litígios para os tribunais comuns – ao encontro da tendência da política de Justiça do Governo de incentivar as partes litigantes a recorrerem a mecanismos alternativos de resolução de conflitos.

O COP refere que Vicente Moura sentiu «muita receptividade» da parte do ministro Alberto Costa e expressou grande satisfação pela conclusão de um processo que se iniciou há cinco anos e que pode melhorar significativamente a resolução da conflitualidade no seio do associativismo desportivo, reduzindo custos e prazos e proporcionando ao sector um mecanismo de auto-regulação.

Pode igualmente ser lido, com proveito, o documento Tribunal Arbitral do Desporto, do jurista Miguel Nobre Ferreira, membro da Associação Portuguesa do Direito Desportivo e da Comissão Instaladora do Tribunal Arbitral do Desporto.

Treino militar para os Jogos Olímpicos Pequim 2008

1 Comment »
Agradeço ao Carlos Sirgado.

Homenagem ao xadrez feminino

No Comments »
Este ano de 2007, quase no fim, é um ano rico de comemorações para o xadrez feminino.

Em 1927, Vera Menchik, ganhou o primeiro Campeonato do Mundo Feminino, que se disputou em Londres.

Ler mais em Vera Menchik na Wikipedia.

Já este ano lhe havia dispensado uma homanegem no Ala de Rei o mesmo fez Susan Polgar no seu blogue, com A tribute to the great Vera Menckik. Também a Rádio Praga online lhe rende homenagem em Les Tchèques célèbres et moins célèbres – Vera Menchikova.

Ver ainda em Girls Chess: How it was sobre os início do xadrez feminino e Female chess palyers, onde se faz referências às campeões do mundo feminino.

Entrevista a GM Koneru Humpy

No Comments »
A jovem indiana Koneru Humpy completou em Março deste ano 20 anos, sendo, depois de Judit Polgar, a segunda mais forte jogadora feminina da história do xadrez.

Tornou-se Grande Mestre aos 15 anos, três meses mais cedo do que Judit e nos últimos meses ultrapassou a marca dos 2600 pontos Elo FIDE, a segunda mulher a alcançar este feito.

Ler aqui a entrevista, do passado dia 11 de Dezembro de 2007, que o portal indiano de xadrez LatestChess.com efectuou à sua estrela.

ADEXC dirige o xadrez escolar em Coimbra

No Comments »
Paulo Fernandes, e os professores João Maduro e José Carlos Vicente, da Associação Desportiva Escolar de Xadrez de Coimbra, concedeu uma entrevista ao jornal 16×16.

A importância desta entrevista é grande, porquanto é a primeira concedida por uma Associação de Desporto Escolar, pela sua actividade desenvolvida, e, por fim, mas mais importante, porque tem lutado contra adversidades estranhas que não deveriam pertencer ao mundo do xadrez.

Permito-me destacar os seguintes trechos desta entrevista,

(…) Quanto às entidades do xadrez federado, penso que nos apoiam dentro das suas (infelizmente parcas) possibilidades. Representamos o Xadrez Escolar procurando respeitar e não interferir com o normal funcionamento do xadrez federado.

Solicitei em 2006 apoio para a formação ao presidente da Associação de Xadrez de Coimbra (pessoa de quem sou amigo) que me respondeu nada ter a ver com o Xadrez Escolar. Penso que actualmente se lhe pedisse o mesmo, a resposta seria diferente pois a nova direcção da AXC está apostada em dar um novo impulso à modalidade e a nossa relação com ela é boa, como ficou demonstrado no Torneio do CAIC onde o sr. Rui Ferreira nos deu o prazer da sua presença.

O grande apoio que tivemos no momento em que precisámos foi do presidente da Associação de Xadrez de Leiria e árbitro internacional, sr. Carlos Dias, que nos ajudou enquanto formador e nos abriu a porta da FPX. À nossa Federação e ao sr. Carlos Dias o nosso reconhecimento público.

(…)

O xadrez é um jogo, um jogo pedagógico por excelência. Onde houver quem o dinamize há sempre muitos jovens interessados. Cabe-nos a nós, docentes, formar-nos e ter disponibilidade se queremos desenvolvê-lo.

A FPX deveria procurar dar mais apoio quer em material, quer assumindo ela própria a formação de professores/monitores escolares com um programa de acompanhamento e incentivos à formação/participação de clubes escolares, criando um grupo de técnicos que percorresse as escolas, mas será que na situação actual interessa descentrar/dividir os parcos apoios do eixo Lisboa/Setúbal com o resto do país? Não sei.

Tenho alguma experiência em gestão de eventos desportivos (estou relacionado tecnicamente com uma Câmara Municipal). Organizei há um ano um Torneio Internacional Jovem que contou com a presença de alguns dos melhores valores nacionais jovens e de duas selecções da Galiza (Espanha).

Apercebi-me que havia mais gente do xadrez a querer parar o futuro do evento do que a apoiá-lo pois o êxito que ele representou com toda a dignidade dada aos jovens e apoios conseguidos, era uma ameaça para organizações futuras do poder instituído.

Não queremos imiscuir-nos no xadrez federado, mas penso que alguma coisa deve mudar, a começar pela percepção clara de que se deve apostar mais no Xadrez Escolar e separar claramente os interesses clubísticos dos associativos.

Há que definir claramente os papéis. A Associação de Xadrez de Braga devia servir de exemplo na área escolar. Parabéns ao sr. Fernando Castro pelo apoio que dá às escolas e pela transparência financeira da associação a que preside.

O jornal 16×16 e o seu director estão de parabéns pela divulgação do trabalho desta Associação de Desporto Escolar, dando a palavra aos seus dirigentes. Um exemplo a repertir com outras associações existentes.

O teor desta entrevista, leva-nos a pensar se não seria já tempo do xadrez escolar estar mais representado e apoiado pelas estruturas associativas e federativas, para evitar que cada um reme para o seu lado, com esforços desnecessários, quando temos o mesmo objectivo.

Os meus parabéns aos professores João Maduro e José Carlos Vicente e a Paulo Fernandes pela actividade desenvolvida e felicidades na sua caminhada pela integração do xadrez na estrutura curricular de ensino, tal como é exigível e ele merece.

O xadrez como ferramenta educativa em Sesimbra

No Comments »
Refere o jornal 16×16 que o MI António Fróis (na foto) se deslocou à Escola EB 2/3 de Santana, em Sesimbra, para uma acção de formação que segundo Fróis é «uma experiência-piloto na modalidade de xadrez».

A acção contou com a participação de professores da disciplina de Matemática. A ideia é que estes professores iniciem a partir de Janeiro de 2008, o ensino do xadrez aos seus alunos e «aproveitem as qualidades do jogo com ferramenta educativa».

Uma acção importante a desenvolver, com os necessários apoios, nas escolas do nosso país. Tal como tenho vindo a defender, o futuro do xadrez passa sobretudo, pela integração na estrutura curricular de ensino, como uma ferramenta educativa, tal como este projecto pretende.

Um exemplo a seguir.

J. Cordovil: «Há falta de amor pelo xadrez»

1 Comment »
JOÃO CORDOVIL: Há falta de amor pelo xadrez

Xadrez é tema grande. A coisa dá nas vistas, porque tal nunca acontecera entre nós, numa terra onde o público do xadrez se contava apenas pelo número dos seus praticantes ou pouco mais. Agora discute-se xadrez como se discute futebol. Os que até aqui desconheciam em absoluto o que era um tabuleiro de xadrez, começam a saber que existem peões, cavalos, bispos, rainhas, torres e reis. Os jornais arrancam títulos de primeira página, na televisão e na rádio criam-se programas especiais, pode ler-se na introdução de uma entrevista concedida por João Cordovil, ao Diário de Lisboa, em 28 de Agosto de 1972.

Blogue pelos Direitos Humanos

No Comments »

Código de Ética, um texto importante para o Xadrez

No Comments »
The two main ehical ideals on which the following guidelines are based are Truthfulness and Fairness.

Code of Ethics, Chess Journalists of America

Hoje, Dia Mundial dos Direitos do Homem, não quero deixar passar em branco uma questão importante no domínio dos valores e princípios que devem orientar a conduta humana na nossa modalidade: a ética.

Permito-me, assim, divulgar aqui publicamente dois documentos importantes, um adoptado pela organização Journalistas de Xadrez da América (Chess Journalists of America), no dia 11 de Agosto de 1980, o Código de Ética (Code of Ethics), o outro adoptado pela própria FIDE, o seu Código de Ética (Code of Ethics), fazendo parte do seu FIDE Handbook.

Não obstante estarem em inglês, são de fácil leitura e compreensão. São dois documentos de extraordinária importância nestes tempos conturbados e confusos em que o individualismo e a ignorância ganham foros de suprema virtude.

Mais do que ums decadente filosofia triunfante, nas eloquentes palavras do Prof. Orlando Vitorino, que lhe dedicou um livro, é sobretudo, uma manifestação do mal estar contemporâneo, que medra na nossa sociedade.

Por isso, hoje, mais do que nunca, parece oportuna a divulgação e mesmo as traduções daqueles documentos para português.

Núcleo de Xadrez de Ciências (Univ Porto)

No Comments »
De acordo com o seu blogue Núcleo de Xadrez de Ciências, este núcleo foi fundado pela Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto no ano de 2004.

Tanto quanto sei, é o primeiro blogue de um núcleo de xadrez universitário.

Um facto a registar.

O Xadrez [afinal] imita a vida

4 Comments »
No xadrez não tenho inimigos, apenas adversários – é uma declaração de princípio.

Por uma qualquer razão António Viriato Ferreira (AVF), autor do blogue Viriatovitch Chess, entendeu escolher-me como alvo de algo que ainda não percebi, com exactidão, o seu alcance. Mas isso ficará para outra oportunidade, muito dentro em breve, espero.

Por agora, quero, apenas, deixar claro que a atitude de AVF, primeiro, em qualificar-me de “lixo humano”, e, em seguida, de retirar o link para o blogue Ala de Rei do seu blogue pessoal significam de forma clara um corte entre os dois blogues na normal e recíproca cortesia da blogosfera. Em resposta, que não em retaliação, seguiu-se o exemplo da retirada do blogue de AVF da listagem de links de blogues nacionais no Ala de Rei. É que, simplesmente, já não fazia sentido.

Acreditava ser suficiente esta separação, mas AVF permitiu-se escrever um comentário na Ala de Rei. Para além de uma evidente falta de elegância, reflecte ainda um despudor fora do comum.

Venho, por isso, declarar que AVF não é bem vindo a escrever o que quer que seja no blogue Ala de Rei. É, se assim o quiser entender, persona non grata. Mais do que decência seria um questão de bom senso.

Quando o normal seria um pedido formal – leia-se, por escrito – de desculpas, o que temos é uma intromissão no espaço de comentários de um blogue particular para continuar a senda crítica.

Termino aqui e já lhe concedi tempo demais. As suas atitudes e comportamentos não me deveriam merecer nem uma linha, como xadrezistas amigos me têm reiteradamente confidenciado.

Parafraseando o ex-campeão do mundo Kasparov, O Xadrez [afinal] imita a vida.

Crimes & escapadelas

No Comments »

Uma queixa-crime contra António Viriato Ferreira

Se desistires da legítima luta pela verdade e pelo direito, cometerás um grande crime contra a tua honra, contra o teu dever e contra o teu povo.

Os homens de perto e de longe falarão de ti com desprezo, classificando de vergonhoso o teu proceder; e a vergonha e a desonra são piores do que a morte…

Bhagavad Gita, II, 33-34

Artº 10º (Liberdade de Expressão)

1. Qualquer pessoa tem direito à liberdade de expressão (…).

2. O exercício dessas liberdades, implica deveres e responsabilidades (…) numa sociedade democrática para (…) a protecção da honra ou dos direitos do homem de outrem (…).

Convenção Europeia dos Direitos do Homem
, de 4/11/1950

1. Fui pessoal e publicamente acusado, recentemente – há oito dias, precisamente – de ter efectuado o “plágio” de uma ideia. Fui, ainda, acusado de «falta de ética».

Quanto aos factos:

Foi colocado na Internet, no blogue Viriatovich Chess, de António Viriato Ferreira, um texto onde o autor pretende reivindicar para, uma ideia por si tida e que, ipso facto deveria estar ad eternum à sua disposição. Acusa-me de «falta de ética» e, no final do artigo (post), escolhe como etiqueta (tag) “LIXO HUMANO»! Não completamente satisfeito, permitiu-se publicar, o mesmo texto, como comentário, no blogue do autor do pretenso plágio, para não passar despercebido «aos mais desatentos».

Estas situações descritas foram testemunhadas por mais de uma pessoa ao longo do tempo em que permaneceram online, isto é, dias 29 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro, pelo menos.

Para tanto, os princípios éticos do autor, invocados no seu blogue, não o coibiram de vilipendiar de quem discordou. É uma opção.

Fui aconselhado a não responder a quem apoucou. Seriam terças diferentes. Talvez tenham razão. E, no entanto…

2. Convém, antes do mais, esclarecer, que o Código do Direito de Autor, dispõe no artº 1º, nº 2, que,

As ideias, os processos, os sistemas, os métodos operacionais, os conceitos, os princípios ou as descobertas, não são, por si só e enquanto tais, protegidos nos termos deste código.

3. Por outro lado, quanto à acusação de plágio sempre poderei transcrever o seguinte:


Plagiar (do latim plagiare) [significa] apresentar como seu o trabalho, a criação de outrem

Esta definição pode encontrar-se no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, vol.II (2001, Academia das Ciências de Lisboa e Editorial Verbo, Lisboa).

4. Estando esclarecidos quanto a “Direitos de Autor” e à definição de “plágio”, o que nos sobra? Uma falta de ética? Nem isso.

Quando se ofende a honra e a dignidade de um ser humano não há ética que lhe resista. E invocar princípios éticos e, simultaneamente, qualificar de “lixo humano” (sic) se não é de uma mente perturbada e eu defendo que não é, só pode ser uma intenção de uma mente obstinada em ofender.

Quanto ao direito:

5. Pretender considerar um ser humano como “lixo humano”, é, sem margens para dúvidas, ofensivo. É um crime no ordenamento jurídico adoptado pelas sociedades democráticas.

De facto,


A existência do crime de injúria basta-se com o carácter objectivamente injurioso das expressões usadas e com a consciência de que o que se disse ofende a pessoa visada na sua honra e consideração, não sendo, portanto, elemento essencial o dolo específico, ou seja, a especial intenção de injuriar.

(Acórdão da Relação do Porto, de 2/12/87)

Por outro lado,

A difamação pode definir-se como a atribuição a alguém de facto ou conduta, ainda que não criminosa, que encerra em si, uma reprovação ético-social. A difamação, segundo a lei, compreende comportamentos lesivos da honra e consideração de alguém.

(Acórdão da Relação de Lisboa, de 6/2/96)

Por último,

Os crimes de difamação e de injúrias consumam-se no momento e no lugar que tiverem sido imputados os factos ofensivos, formuladores dos juízos difamatórios ou proferidos por escrito as palavras injuriosas em causa.

(Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 5/6/97)

6. Perante o exposto, só me resta aguardar que o acusador do plágio intente a competente acção judicial onde se poderão dirimir conceitos etimológicos e éticos.

Pela minha parte, aguardo tranquilo, o resultado da apresentação do requerimento da queixa-crime por injúrias e difamação que apresentei junto da Procuradoria-Geral da República, contra quem me acusou de plágio e ofendeu na honra e dignidade devidas a qualquer ser humano.

7. A serpente está escondida na relva. Volenti non fit injuria…

Odivelas 6 de Dezembro de 2007