Ala de Rei

a opinião e a crítica sobre a legalidade e a justiça no xadrez e no desporto em geral.

Estatutos da FPX não são para cumprir?

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Pessoa amiga alertou-me há minutos atrás que o 2º Suplente da Direcção da FPX, tem nome. Chama-se José Fernando Marques Grade. Para que conste.

Assim, consuma-se a ilegalidade já denunciada por mim aqui na passada 6ª feira, 23/11, cerca de 48h antes da Assembleia Geral da FPX e pelo António Pereira dos Santos no próprio Domingo, momentos antes do início das Assembleias Gerais.

Podem ver aqui a nova constituição da Direcção, após a Assembleia Geral de 25/11, mas que, por sinal, é como se tivesse sido em 13/5/2007, porquanto, na página dos Corpos Sociais não há qualquer referência ao facto. Nem na página principal como seria normal. Se era para passar despercebido, a intenção não resultou.

Quanto à divulgação das deliberações das Assembleias Gerais é melhor esquecer. É esta a informação que nos dá a FPX, tal como as Teses identificaram.

Ainda vai o xadrez nacional! E, depois não façam ondas por causa do IDP.

Pessoalmente, irei, em breve, fazer chegar ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral um pedido de nulidade das deliberações da Assembleia Geral Estraordinária - respeitante ao Ponto Dois 2 – Preenchimento de vacatura deixada por suplente [da Ordem de Trabalhos] - que teve lugar no passado dia 25 de Novembro de 2007, por violação expressa dos estatutos da Federação Portuguesa de Xadrez.

Manifesto de Apoio à constituição de uma Associação de Jogadores de Xadrez Portugueses

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Na sequência das Teses para alterar o xadrez nacional era inevitável avançar para a constituição de uma Associação de Jogadores de Xadrez Portugueses.
Já existe uma Associação de Mestres de Xadrez, era, por isso, o mais natural que uma Associação de Jogadores aparecesse um dia. Foi neste ano da graça de 2007. Uma data importante, sem dúvida, em que se comemora o 80º Aniversário da FPX.

As razões de uma recusa (a explicação necessária)

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Na passada 5ª feira, 22/Nov, à noite, recebi um telefonema do Presidente da FPX, António Bravo, a convidar-me para a Direcção da FPX.

Como ia subir a efectivo um suplente, em virtude da demissão (no passado dia 12/7) do Secretário Carlos Sirgado, seria necessário, no entendimento do Presidente da FPX, cooptar um novo elemento.

Não cheguei a apurar as razões que o levaram a efectuar este convite pessoal. Fiquei surpreendido. Nada faria supor um tal convite. Seria de ficar sensibilizado, como fiquei, mas, também atónito. Como seria facilmente compreensível não poderia aceitar um tal convite. Não, nas circunstâncias actuais.

Tive a oportunidade de explicar – era exigível, mesmo – a minha recusa. É isso que pretendo tornar público, a fim de que não surjam quaisquer dúvidas, confusões ou mal entendidos.

1. Desde 12/07/2007 que há um lugar vago e sem pretendentes. Só 4 meses depois e nas vésperas de uma Assembleia Geral é que seria preenchido. Por outro lado, surgia outra vaga, por preencher, por isso me foi efectuado o convite.

2. Nesssa noite desconhecia em absoluto que estava convocada, e logo desde 29/10, uma Assembleia Geral da FPX, para 25/11, nem da data fui informado.

3. Naquelas circustâncias não fazia muito sentido o convite, porquanto havia publicado no início da semana as Teses para alterar o xadrez nacional, o que mostrava que a situação havia mudado, pelo menos a análise da situação tornara-se pública, logo conhecida.

4. De facto, ao publicar aquele documento, tinha mostrado à comunidade xadrezística que era preciso mudar, mas, mudar muito, de práticas, de mentalidades, e, mesmo de pessoas.

5. Sendo crítico e defendendo uma alteração profunda no funcionamento e orientação dos destinos institucionais nacionais associativos e federativos não poderia aceitar um convite que não tinha condições para cumprir.

6. Seria suposto e normal, acaso houvesse real intenção de mudar, ou, pelo menos de me ver incluído na Direcção da FPX com a minha visão crítica da situação federativa nacional, de dialogar previamente, explicando a razão do convite, ouvir a minha disponiblidade de tempo, conhecer as minhas ideias (em particular, quando não havia ainda sido lidas as Teses), discutir o Plano de Actividades e o Orçamento para 2008. Mas, era pedir demais.

7. Mas, afinal, era apenas para 2º suplente, o lugar vago. Seria apenas e só tapar um buraco federativo.

8. Para além de tapa-buracos, seria, a concretizar-se, mais um erro de casting, como, ironica, mas muito justamente, lhe chamou Carlos Sirgado, ao referir-se à sua inclusão no elenco federativo sujeito ao sufrágio do passado 13/5.

9. Nada me move, pessoalmente, contra qualquer membro da Direcção da FPX, mas, manda a verdade dizer que não me identifico – pese a boa vontade no reconhecimento da necessidade de existência de uma estabilidade directiva – nem concordo com a forma como a actual Direcção está a orientar os destinos da FPX.

10. Não é, pois, a forma que defendo de dirigir institucionalmente o xadrez nacional, como muito claramente defendi nas Teses para alterar o xadrez nacional.

11. O apoio que tenho recolhido às críticas formuladas nas Teses, publicado ou não, mostra claramente a necessidade de mudança.

12. Por isso, seria incompreensível, entrar para a Direcção a prazo, entrar para voltar a sair, com conflictos, desacordos, mal-entendidos. O xadrez não precisa de mais atribulações.

13. É, assim, que surge incompreensível o convite para a Direcção da FPX. Não quero afirmar que foi o abraço da cobra, como soe dizer-se, isto é, para neutralizar as críticas. Mas lá que parece, parece.

14. Não pretendo desvalorizar o convite, mas, prece-me que foi uma pura perca de tempo, como muito bem será compreendido.

Pelas razões expostas, não me resta dizer mais nada, senão afirmar, que a minha presença nas amenas e profícuas reuniões da Direcção da FPX, seria mais um sinal de instabilidade do que concórdia social. Desculpem-me a franqueza, mas é o que sinto ainda, 8 dias depois daquele convite.

Por último, durante a conversa com o Presidente da FPX, nem passou pela cabeça que estava a ser convidado à revelia dos Estatutos da Federação Portuguesa de Xadrez.

O que recebi foi um convite fantasma. Um convite que nunca poderia ser concretizado. Só espero que ninguém tenha ficado com a vaga.

A imprensa portuguesa destaca título de Ruben Pereira

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Foto de Carlos O. Dias, durante Fase Final do Nacional Absoluto 2007 [08.2007]


Jovem Rúben Pereira sagra-se vice-campeão é o título do artigo de Paulo Felizes, publicado no Jornal de Notícias, com destaque na primeira página.

Outras publicações nacionais se fizeram eco do despacho noticioso da Agência Lusa, como o Diário Digital, Infordesporto e Record.

De referir a produção de artigos próprios, baseados no despacho da Lusa, no Jornal de Notícias (Paulo Felizes), O Jogo, o Diário de Notícias (Cipriano Lucas), e Expresso (RPC), que fizeram referência à actuação e título obtidos pelo Ruben Pereira.

Por outro lado, Fernando Pinho, também salienta a proeza de Ruben Pereira em artigo no jornal de xadrez 16×16. O director do 16×16 conseguiu obter as reacções do Presidente da FPX.

Uma jornada na imprensa a favor do xadrez, que vale mais do que muita propaganda interna que as instituições federaticas possam fazer pela causa da modalidade.

Ruben Pereira está de parabéns pelo título e mérito pessoais, pelo prestígio ao serviço de Portugal e pela propaganda da modalidade.

Obrigado Ruben Pereira, extensível ao seu pai e ao seu treinador.

Ainda sobre as Assembleias Gerais da FPX

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Recebi o seguinte email do António Pereira dos Santos, datado de 25/11 [2:09 pm]. Pela sua importância não posso deixar de o divulgar.

Caro amigo,

Não tive tempo suficiente para analisar a convocatória para as AG da FPX deste fim de semana mas gostaria de chamar a atenção para o seguinte: contactei a APMX que me disse que não receberam nenhuma convocatória para esta AG. Chamo a atenção para o Art 28 nº 3 dos estatutos.

Chamo a atenção para a continuação da vergonha ou arrogância em não se cumprir a lei. Penso que a convocatória para as AG deve ser dirigida a cada um dos sócios.

Questiono a legalidade da utilização de um sitio da net como convocador. Penso que esta AG é segundo os estatutos e a lei impugnável.

Um abraço,
António

Um Aviso!

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Quando há uns tempos atrás o António Castanheira se queixava que não tinha paciência para efectuar o registo no blogue, decidi, excepcionalmene, para facilitar, admitir os comentários anónimos, acreditando que, no final, os participantes se identificassem.

Chamava a atenção para a forma dos comentários que não deveriam conter linguagem menos apropriada nem ofensas à dignidade de quem quer que fosse.

Os comentários têm sido efectuados, no essencial, de forma correcta, ao nível da linguagem. Mas, a publicação das Teses tem empurrado a discussão para um nível vigoroso e empenhado, parecendo, assim, haver intenção de direccionar a discussão.

Lembremo-nos que Fernando Carapau, chegou a colocar um comentário de duas linhas a pedir que se deixasem de tricas e discutissem as Teses. Parece que escreveu em vão.

Fica-se com a impressão que há quem pretenda radicalizar a discussão, colocando-a num nível de confronto entre partidários a favor e contra a actual Direcção da FPX e, maxime, do seu Presidente.

Devo, desde já, esclarecer dois aspectos:

1. Não admito qualquer tipo de censura no blogue Ala de Rei. A liberdade de expressão, é um bem supremo e não deve ser cerceado, mas, não posso aceitar, que em nome da liberdade que disfrutam, se permita criar um mau ambiente, inquinando um debate sério, empenhado e honesto. Se for necessário, esses comentários serão eliminados.

2. Não posso aceitar que a possibilidade de comentar os artigos publicados, na sequência das Teses, desvie ou conduza, um debate livre, aberto e sério sobre estas e orientem para um processo de intenções sobre a actuação da Direcção da FPX ou do seu Presidente. Não é, no essencial, isso que está em discussão, como todos sabem.

Qualquer pessoa é livre de ter os pontos de vista que entender sobre a conduta das Direcções da FPX, mas, não deve, confundir questões diferentes, e, para cúmulo, a coberto do anonimato.

Permitam-me duas perguntas:

Porque razão os comentários são efectuados sob a forma anónima ou de nomes fictícios? Porque razão quem faz os comentários não dá a cara, assinando com o seu nome?

Por último, porque é que se permitem fazer comentários em artigos que nada têm a ver com o conteúdo desses comentários?
Espero e desejo que compreendam que o blogue não é propriamente um jornal de parede, em que qualquer pessoa pode escrever o que lhe apetecer consoante os seus estados de alma.

Ruben Pereira é o Vice-Campeão Mundial Jovem S16

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O mais recente e mais jovem MF português Ruben Pereira (da AA Amadora), encontra-se desde o dia 18, a disputar o Campeonato Mundial de Jovens 2007 (S16), World Youth Championshiop 2007 (U16), em Kemer/Antalya, na Turquia, que terminou hoje, dia 28.

Após a 10ª sessão, (9) Ruben Pereira encontrava-se em 2º lugar num quarteto com 8,5 pts, e veio a terminar no 2º lugar, com 8,5 pts, em 11 possíveis, entre os 125 participantes da prova.

Parabéns Ruben, sempre és o Vice-Camoeão do Mundo! (durante a Final do Nacional Absoluto 2007. Foto de Carlos O Dias). Obrigado ao Pedro pela correcção.

O que aprovaram as Ass Gerais de 25/11?

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Hoje, 4ª feira, dia 28 de Novembro, passadas mais de 72 h da realização das Assembleias Gerais da FPX, desconhece-se o que foi deliberado por aquelas reuniões federativas?

Alguém sabe de alguma que possa dizer-me?

Estudantes autralianos jogam xadrez

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No longer the secret, dusty passion of nerdy types that live in the school library, chess is now the fastest growing sport in the nation’s schools

escreve Justine Ferrari, (Education writer) no artigo School students make the move to chess [24.11.2007], no jornal The Australian.

Listagem completa de Elo FIDE de Portugal

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Neste portal sueco podemos encontrar, uma listagem integral do Elo FIDE dos jogadores com bandeira da Federação de Portugal, devidamente actualizada, incluindo os inactivos.

É um achado, porquanto, todos sabemos das grandes dificuldades que temos em obter listagens acessíveis, de imediato, e completas. De Luis Galego 2524 a J… 1422, estão lá todos. Mas, está desactualizada, é a ELO-världslistan JULI 2007.

Basta visitar Schackcentralen.com.

Um blogue de matemática com xadrez

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João Maduro, (professor de Matemática do 3º ciclo na Escola Eugénio de Castro, em Coimbra), tem um blogue sobre matemática e xadrez, muito interessante que vale a pena visitar, Matemática e Jogos Estratégicos Matemáticos, para divulgação de temas da matemática, jogos estratégicos e outras actividades lúdicas matemáticas.

O professor João Maduro disponibiliza ainda, uma página na plataforma Moodle da Escola, com acesso restrito, para alunos devidamente identificados com correio electrónico. Na página estão materiais do 8º ano, e outros materiais do 7º ano, que servem de pré – requisitos.

«Xadrez em 1972 ou Xadrez em 1976?»

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Permito-me apresentar o seguinte texto – um documento de antologia para a História do Xadrez em Portugal que tarda em chegar – para conhecimento ou lembrança do que foi o passado recente da nossa história. Contra a ideologia de pacote contrapõe-se a ideologia de pacotilha, resultado, o Xadrez actual.

Nem consigo esboçar um leve desejo de comentário deste texto – e tão necessário ele se impunha – tão claro é ele. O tempo, 30 anos depois, encarregou-se de substituir as melhores e certeiras palavras que pudesse escrever. Basta ler.

Parece um texto tirado do baú da história e, no entanto… Uma folha amarelada de um qualquer arquivo esquecido, mas, não está à disposição de todos na Biblioteca Nacional de Lisboa, em qualquer dia da semana.

A “CAMPEONITE” ONTEM E A CONSCIÊNCIA DA REALIDADE HOJE

1972. Campeonato do Mundo de Xadrez. Robert Bobby Fischer – Boris Spassky. Durante mais de mês e meio, concretamente de 11 de Julho a 1 de Setembro, o Mundo foi abalado. Não só o Mundo restrito do Xadrez, mas até e, em termos relativos, talvez mais, o Mundo todo, xadrezista ou não, muitas vezes mais político do que qualquer outra coisa. Nunca Portugal, no seu pequenino orbe, “orgulhosamente só”, dedicou tanto (ou tão pouco) ao tabuleiro dos 64 quadrados brancos e negros. Fischer contra Spassky. Estados contra URSS. As duas ideologias, a matéria desportiva misturada com a política. Divulgação do Xadrez, sem dvida, mas acima de tudo exploração, do mesmo. A favor de quem? Ninguém saberá responder. Hoje em Portugal há um interesse mais real, mais autêntico, do que a folclórica “utopice” de 1972. Hoje as pessoas querem jogar Xadrez, sentem o desejo de o fazer, sentem o Xadrez pelo Xadrez, reconhecem a razão de o praticar, o porquê da sua importância.

Há 4 anos era o orgulho no triunfo do mundo de plástico sobre a realidade do poder dos trabalhadores. Há 4 anos todos queriam ser Fischers. Hoje todos querem saber como se joga o Xadrez.

O que resultou da “utilidade” do Grande Acontecimento entre nós portugueses? Nada, para além de um interesse momentÂneo, bem aproveitado pelos simpatizantes do dólar. O que se passa hoje? O Xadrez, essa espécie de ritual. mais arte que jogo, mais ciência que jogo, deseja-se por aquilo que é, pelo fascínio que exerce. Ao fim e ao cabo, arte pela arte ou, o que é o mesmo, Xadrez pelo Xadrez.

Surgem núcleos interessados em toda a parte. Para além das agremiações desportivas, culturais ou recreativas, há o que não havia – os órgãos populares de base (comissões de moradores, comissões de trabalhadores) que, sem as jogatanas oportunísticas do aproveitamento político do Xadrez, no mau sentido, se empenham na prática da modalidade peloa importância que ela mesma assume no processo de aquisição de uma cultura não elitista, aberta a todo um povo que, pleno de contradições, entra por um papel activo na nossa história. Os referidos núcleos, ao organizarem as suas secções, estão a criar aquele aspecto de trabalho comunitário, que pode ir desde a elaboração de uma folha divulgadora até à feitura do tabuleiro moral, elemento de trabalho e verdadeiro “quadro preto”. É este um dos mais, senão o mais importante, dos aspectos de que se reveste o nosso novo Xadrez.

Afinal é hoje, e não no artificial 1972, que os portugueses despertam para o Xadrez; é hoje, sem os aproveitamentos de ocasião, que se quer por um natural anseio, saber jogar Xadrez.

Texto não assinado publicado na pág. 2 do Boletim da Federação Portuguesa de Xadrez, nº 22, 15 de Junho de 1976 (distribuição gratuita). Coordenadores: Dagoberto Markl, José Oliveira, Sobreda Antunes e Tomé Duarte.

Assembeias Gerais da FPX em 25/11/2007

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A FPX decidiu convocar duas Assembleias Gerais para o próximo sábado, dia 25/11. A primeira destina-se a «apreciação, discussão e votação do Plano de Actividades e Orçamento da FPX para 2008» e a segunda a «ratificação de preenchimento de lugar da direcção por suplente», «preenchimento de vacatura deixada por suplente» e «apreciação, discussão e votação de alterações aos Regulamentos da FPX».

Continuo a não compreender porque só nas vésperas das próprias Assembleias é dado o conhecimento público de que as mesmas se irão realizar horas depois, isto é a pouco mais de 48 horas. Hoje 6ª feira é conhecido que há reuniões no próximo Domingo, e, no entanto, as Convocatórias estão assinadas desde 29 de Outubro. Para não variar, os documentos a discutir e aprovar nas Assembleias também não foram disponibilizados a tempo.

Os associados [AXs e APMX] poderão ter sido convocados a tempo, mas, persiste-se a não dar conhecimento público atempado de uma actividade que é pública. Por lapso, ou não, as propostas de alteração aos Regulamentos da FPX não estão divulgadas.

Espera-se que seja dado conhecimento público das deliberações das Assembleias da FPX.

O tempo joga um xadrez sem peças

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FAZENDA EL RETIRO (O Ouro dos Tigres, 1972)

O tempo joga um xadrez sem peças
No pátio. O estalar de um rumo
Rasga a noite. Lá fora, a planície
Vai espalhando léguas de sono e de pó.
Ambos sombras, copiamos o que ditam
Outras sombras: Heraclito e Gautama.

Jorge Luis Borges, Obras Completas, vol II (1952-1972)
1998, Círculo de Leitores, Lisboa

Quem se lembra?

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Uma pista. Estávamos no dia 23 de Março de 1983, em plena cidade de Lisboa. E, mais não digo… por enquanto.

Foi no Natal de 2005 no Porto

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NATAL N’UPORTO – Workshop “Xadrez Gigante”

O IRICUP [Instituto de Recursos e Iniciativas Comuns] da Universidade do Porto, em colaboração com Câmara Municipal do Porto (CMP) e com o Cineclube do Porto, organizou durante o mês de Dezembro no Pavilhão Rosa Mota, o Natal N’UPorto – Workshop “Xadrez Gigante”. Este evento, orientado para crianças dos 8 aos 13 anos, incluiu actividades de carácter cinematográfico, artístico e desportivo. O objectivo desta acção foi ocupar os tempos livres dos filhos dos funcionários da UP, da CMP e de sócios do Cineclube do Porto durante as férias de Natal, aproximando-os do Cinema, das Artes Plásticas e do Desporto.

Lido na Newsletter da Universidade do Porto, n.22, Dezembro 2005

Mestres de Xadrez têm colunas em jornais

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Apresento a seguir, retirado do sítio Chesscircle.net, uma breve listagem de locais onde mestres de xadrez escrevem na imprensa norte-americana:

New York TimesGM Robert Byrne;
Washington PostGM Lubomir Kavalek;
Boston GlobeGM Patrick Wolff (co-colunista);
Los Angeles TimesIM Jack Petewrs;
Sunday Indepednent of IrelandGM Alexander Baburin;
The Denver Post, GM Larry Evans (e em http://www.worldchessnetwork.com/);
New York PostGM Andy Soltis;
Saturday’s Telegraph -David Norwood;

Outro espaço onde se pode ler, com muito proveito, é no sítio Chesscafe.com, onde escrevem, por exemplo, Nigel Davies, Bruce Alberston, Mark Dvoretsky, Steve Goldberg, Yasser Seirawan, Susan Polgar, Hans Ree, Bruce Pandolfini, Geurt Gijssen.

Uma selecção de luxo, esta do Chesscafe reconheça-se.

Em, Portugal, bom em Portugal esqueçamos. Existe o Jorge Guimarães que escreve quando lhe apetece ou quando lhe deixam – ainda não percebi bem isto – no Público, sobre xadrez internacional, António Pereira dos Santos, tem uma coluna no Diário de Notícias, Joaquim Durão, na revista Templo Livre (Inatel), Luis Santos, que depois de ter escrito na Capital e no Diário Desportivo, se encontra inactivo, publicando, avulsamente, por aí.

Eu não conheço mais nada, se alguém souber, avise-me, ou tenha a amabilidade de completara listagem com um comentário.

Quem são os 2 jogadores de xadrez?

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Quem são os dois jogadores no tabuleiro de xadrez?

Blogue oficial da AX Coimbra

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Através do blogue Xadrez em Coimbra, do professor de Matemática, João Maduro, divulgado hoje, tomei conhecimento da existência do do blogue da AXDC. Como ele refere no seu post
É com agrado que divulgo o nascimento de um blog oficial da Direcção da AXDC , cujo objectivo é a divulgação da prática de xadrez a nível regional. Até à criação da sua Homepage, a Associação de Xadrez do Distrito de Coimbra, terá neste blog, o seu meio de comunicação com os clubes e jogadores do distrito. [Ver o blogue AXDC]

É sempre bom saber e conhecer que há mais informação oficial na Internet. Não obstante estar disponível desde 5/10, só agora foi possível tomar conhecimento da sua existência.

Em 13/11, publicou uma entrevista com o MN Diogo Alho, da Académica de Coimbra, que recentemente obteve uma norma de MI.
Destaco, desde já, a sua resposta, à pergunta O que pensas do actual estado do Xadrez em Portugal? És optimista?

O Xadrez carece de divulgação. Os nossos campeões têm de ser reconhecidos, temos que chegar à pessoa comum. Eu nunca joguei ténis e sei quem foram alguns campeões da modalidade. Para isso é fundamental que sejam criados meios de comunicação, bons sites, que noticiem e de preferência profundamente e comissões da FPX e AX distritais que cheguem aos jornais. Nisto há muito para evoluir. Temos de aprender ou reaprender a vender a nossa actividade.
Se conseguirmos dar volta a esta situação penso que muitas portas se abrirão, não falo em mundos e fundos mas pelo menos que possamos dignificar a modalidade em termos de condições.

Um exemplo disto foi o que se passou com Preliminar do Nacional, apesar do grande esforço, da FPX, a sala e mesas disponibilizadas foram claramente uma pecha do campeonato. A sala era grande mas não foi por isso que alguém filmou/fotografou. Seria uma notícia, 80 jogadores a jogar o Preliminar. Não havia uma zona separada da sala para análises. Estas questões para dignificação dos campeonatos têm de ser precavidas atempadamente.

Ler a entrevista de Diogo Alho.

Teses para alterar o xadrez nacional

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O jornal de xadrez 16×16, vai publicar, na próxima 2ª feira, dia 19 de Novembro, Dia Mundial do Xadrez, um artigo – Teses para alterar o xadrez nacional – que escrevi propositamente para esta publicação online.
«Nas condições actuais que o xadrez atravessa, se me lerem, dar-me-ei por satisfeito» (em Teses)

Susan Polgar disponibiliza Fóruns de Discussão

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A GM Susan Polgar, autora do imprescindível Susan Polgar Chess Blog, disponibiliza agora um Portal de Fóruns de Discussão do Xadrez (Chess Discussion Foruns), dividido em 4 áreas distintas: Geral, Blogues, Fóruns e Recursos (ainda não disponível).

Chamaram-me particularmente a atenção os seguintes fóruns:
Grandes razões para uma visita e uma sugestão (implícita ao Lusoxadrez…).
Pelas questões levantadas aquando do registo para participar no blogue fiquei com a ideia de que vai ser um fórum de discussão sério e pouco dado a questões menores. A ver vamos.

Yugoslavia 9-11 URSS

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Amigos e Rivais

Não obstante as duas nações já não existirem, a ex-Jugoslávia e a ex-União Soviética defrontaram-se nos passados dias 8 e 9 de Novembro, em Moscovo para matar saudades e reviver o passado em que os xadrezistas se defrontavam nos anos 1950-1980 com frequência defendendo as suas bandeiras.

O encontro foi disputado entre actuais veteranos que participaram a 10 tabuleiros, a duas voltas.

1ª volta, 08.11.2007: Yugoslavia 4-6 URSS;
2ª volta, 09.11.2007: URSS 5-5 Yugoalavia.
Os primeiros tabuleiros de cada equipa foram V. Korchnoi e S. Glogoric.
Ler mais em ChessBase.

Moodle um utilitário

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Moodle é um sistema de gestão de cursos. É um software de Fonte Aberta (Open Source) concebido para utilizar princípios pedagógicos (pedagogical principles), para ajudar os educadores a criar verdadeiras comunidades de aprendizagem online.

Teste de QI online

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A Profª Paula Perna, da associação Educom, da Associação Portuguesa de Telemática Educativa, disponibiliza na sua página, um teste de QI. Os interessados podem podem medir aqui a Inteligência.

Ver Netescrit@, um espaço que pretende contribuir para o desenvolvimento das competências de leitura e escrita de crianças e jovens. Ver também outros Projectos publicados na Web.Educom.

Entrevista a António Viriato Ferreira

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António Viriato Ferreira, xadrezista português radicado em Andorra, autor do blogue Viriatovitch Chess, concedeu uma entrevista ao jornal online 16×16.

A entrevista vale a pena ser lida com atenção, quanto mais não seja porque é o ponto de vista de um português sobre o xadrez português visto lá de fora, sem os vícios da mentalidade dominante. No entanto, aponta para algo que tem fundamentalmente a ver com o xadrez desportivo e de competição. Não visa o xadrez como ferramenta no ensino ou a sua inclusão na estrutura curricular de ensino. Não obstante, é um ponto de vista válido para ultrapassar a situação de crise que o xadrez vive actualmente em Portugal.

Apresento, em seguida, alguns trechos significativos da entrevista

Em resposta à pergunta sobre «como considera o estado do xadrez em Portugal»?
Está mal. Há muita porcaria metida no xadrez nacional. Gente que entra no xadrez e não se sabe positivamente porquê. Ainda assim, tenho a certeza que as coisas vão mudar para melhor. Temos um problema de mentalidades neste país. Quase que só têm havido pequenas conquistas realizativas pelo trabalho de «carolice». O amadorismo reinante no xadrez nacional, não permite sonhar mais alto. O xadrez deve trazer para si, as melhores pessoas de todas as áreas. Aficionados, empreendedores, que sirvam o xadrez nacional e que não se limitem a sacar o que podem dele.
(…)

Quanto às mudanças que implementaria e Portugal, «que já tenha vivenciado fora»?
Uma associação de interesse público, que promova eventos de xadrez. É isto que, numa primeira fase, estou a tentar criar em Portugal. Provavelmente, acabará sendo também uma escola de preparação para futuros profissionais de xadrez. Se chegar a ter uma equipa de xadrez, será com «professores» e «alunos» dessa mesma escola.

A teminar, a sua visão pessoal de um blogue sobre xadrez.
Tenho vários espaços na blogosfera, sendo um sobre xadrez. A ideia foi implementada por eu estar cansado de ver sites e blogues nacionais que falam de tudo, menos do jogo de xadrez. Os espaços que existem, de «xadrez zero», não trazem nada ao praticante da modalidade. Proponho-me neste blogue a escrever sobre xadrez, a sua história e curiosidades, promover a modalidade e os seus praticantes nacionais. [sublinhados meus]
Ler a entrevista completa.
A foto de Viriato Ferreira, pertence ao autor e foi retirada do seu blogue.